Milagre

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Olha, eu não sei vocês, mas eu fico indignado com certas coisas que acontecem por aqui. Vamos começar com essa novela da falta d’água na Rua Maranhão, no Dutra. Gente, como pode só uma rua ficar sem água enquanto as vizinhas estão ali, plenas, com suas torneiras funcionando? E pra piorar, quando voltava, a água vinha preta! É pra acabar com a paciência de qualquer um. Mas, pelo menos, resolveram. Milagre? Pressão popular? Vai saber. O que importa é que, dessa vez, a história teve um final feliz.

Lixo por tudo

Agora, outra treta: o lixo. Olha, não me entra na cabeça como tem gente que pega uma geladeira, um sofá ou sei lá mais o quê, bota num carro, dirige até um canto isolado e descarrega lá como se fosse um lixão particular. Dá um trabalho danado fazer isso! E aí vem o papo: “Ah, mas eu não sei onde descartar”. Bom, meu amigo, a prefeitura não tá aí de enfeite. Dá uma ligadinha, se informa, busca um jeito certo. Não tem desculpa! O problema é que a gente, sim, a gente mesmo, escolhe ser ignorante. E depois reclama quando vê a cidade cheia de entulho. Essas duas fotos são da ‘Rua da Bica’, que é a Rua Gravataí, na tarde desta quarta (19). O Gasparzinho me contou que até tinham limpado, mas logo descartaram mais resíduos ali.

Gangorra

Falando em problemas, Gramado e Canela seguem nessa eterna disputa tipo Grenal. Quando um tá bem, o outro tá só no sofrimento. Lembram de 2016? Gramado colocou o Fedoca no poder e, bom, nem precisa comentar muito sobre como foi essa gestão, né? Enquanto isso, Canela vivia um sonho com o Orsolin. Mas aí a roda girou: Gramado voltou pro Nestor e Canela… Bom, Canela enfrentou a Operação Cáritas. Agora, Gilberto Cezar chegou na prefeitura e, por enquanto, parece que os canelenses estão felizes. E Gramado? Bem, o ano começou daquele jeito, com mais reclamação do que elogio. Mas calma, né? São só três meses de governo, vamos ver no que dá.

No fim, o que fica é aquela sensação de que as coisas por aqui funcionam na base do empurra-empurra. Só resolve quando a galera se revolta, só limpa quando a bagunça já tá insuportável e só melhora quando a insatisfação chega num nível insustentável. Será que um dia a gente aprende? Ou será que a gente se acostuma?

Lesionado

Ontem eu falei sobre o piso do ginásio Carlinhos da Vila e que o estado deplorável da quadra tinha causado uma lesão em um jogador. A foto mostra como ficou o joelho do Palhano. Ele saiu com o joelho estourado depois de ver a perna grudar no chão como se tivesse pisado em cimento fresco. Detalhe: ele estava sozinho no lance. Nada de dividida, nada de falta… só ele e a gloriosa qualidade da quadra

Mas será que estamos exagerando? Será que um piso que decide segurar jogadores no meio do jogo é normal? Talvez seja só um novo recurso tático, um “pega-pega” embutido no ginásio. Bom, o Palhano está sem caminhar. Mas, deve ser exagero.

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