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ESTRADAS ESTADUAIS: Beltrão critica inércia de Guerra e descaso de Sartori

Inicialmente, o tema do pronunciamento do vereador Rodrigo Beltrão/PT, na sessão desta quarta, era para divulgar que o deputado estadual Pepe Vargas/PT solicitou ao secretário estadual de Transportes, Juvir Costella/MDB, a realização de uma audiência pública da Assembleia Legislativa para debater a precariedade das rodovias estaduais da região da Serra. Entretanto, o discurso acabou gerando a segunda maior polêmica da plenária.

Beltrão exemplificou a obra do trevo de acesso ao distrito de Fazenda Souza, na RSC-453 (Rota do Sol), como um dos problemas da malha rodoviária estadual na Serra Gaúcha. O parlamentar conclamou todos os setores da sociedade para participarem da audiência, caso ela seja realizada. Entre eles, enumerou as lideranças empresariais e políticas, como deputados estaduais da região e o Executivo de Caxias do Sul.

 

A PARTE DE CADA UM

 

Rodrigo Beltrão criticou o prefeito Daniel Guerra/PRB por não ter iniciativa de liderar o processo de discussão sobre o tema. “Lamento muito que, neste momento, falte essa liderança do Executivo Municipal, que deveria inclusive assumir esse movimento. Foram dois anos em que o prefeito [Guerra] se negou a dialogar com o seu criador, o então-governador Sartori. Uma briga de beleza do prefeito que não queria reconhecer quem criou ele. Então, imagino que passou aquele tempo onde o Município não conversava com o Governo do Estado”, responsabilizou.

O vereador também não economizou críticas à postura do ex-governador José Ivo Sartori/MDB. Segundo Beltrão, que também nada fez pela manutenção das rodovias. “Paradoxalmente, tivemos um governador de Caxias do Sul e foi o governo que menos fez pela cidade e por nossas estradas. Teve uma recuperação da Rota do Sol, que é um cronograma de obras que já estava previsto e captado recurso no Governo Tarso. Se a gente sair agora ali fora, ou mesmo aqui na Casa, e perguntar qual a obra do governador Sartori para Caxias do Sul, imagino que as pessoas vão ter muita dificuldade de sinalizar uma obra”, comparou.

 

ENGENHEIROS DE CADEIRA

 

Entre os vereadores que pediram aparte, Gladis Frizzo/MDB citou mais casos que envolvem as estradas estaduais da região. Exemplificou com a demora na obra realizada na ERS 122, no acesso ao bairro de Forqueta. “Agora, com a Havan ali na entrada do Rizzo, o Daer autorizou um projeto, mas nem pensar que foi um engenheiro que aprovou aquilo. Se a pessoa aprovou aquilo é engenheiro, eu também sou. Eles alargaram centímetros, um metro. São verdadeiros engenheiros de cadeira. Eles não vão ao local, eles não conhecem a realidade”, ressaltou.

 

APARTE 9

O refrão da música “Sorte tem quem acredita nela”, gravada pelo cantor Fernando Mendes, nos anos 70, foi utilizada pelo vereador Paulo Périco/MDB, nesta quarta (20), na tribuna do Legislativo, para criticar o que ele chamou de falta de sensibilidade do prefeito Daniel Guerra com relação à nova polêmica com a APAE. Segundo o parlamentar, o caso da realocação reflete a intenção do Executivo em desmontar a entidade. “Quando se vê o nosso Executivo [Guerra] em missa com a família, lá na igreja, eu lhes digo: não adianta você ir à igreja e rezar, se você não pratica isso que você fala. Falar é fácil, ir à igreja também é fácil, mas você tem que praticar o amor, a sensibilidade. Quem não pratica o amor e pratica a maldade, não adianta ir à igreja tomar uma hóstia, porque não será abençoado simplesmente por uma hóstia. Será abençoado por aquilo que faz efetivamente para aqueles que mais necessitam dentro de uma cidade…”, opinou.

 

NADA TEM DE POLÍTICO

 

Posteriormente às críticas em tom político, principalmente de Rafael Bueno/PDT e Paulo Périco/MDB, em aparte ao colega de bancada situacionista, Tibiriçá Maineri/PRB, o líder de governo, vereador Elisandro Fiuza/PRB, negou que o prefeito Daniel Guerra esteja perseguindo politicamente a APAE por causa do apoio de Fátima Randon ao adversário dele na eleição de 2016. “Nós sabemos que existem os dispositivos de lei, os quais são necessários para cumprir de um rito jurídico. Agora, não podemos fazer um discurso eleitoreiro, de ódio, porque eu não quero pensar que o prefeito, por conta de uma situação partidária, queira prejudicar a APAE. Pelo amor de Deus! Isso é algo totalmente inconsistente, incoerente. Se o prefeito tem as suas posições acertadas ou errôneas, bom, cabe à crítica. Todos os senhores e senhoras têm essa prerrogativa, deve ser feita”, justificou.

 

MONSTRENGO E CASA D’IRENE

 

Este foi o termo utilizado pelo vereador Eloi Frizzo/PSB, na sessão desta quarta para classificar o Daer. A declaração ocorreu em aparte a Rodrigo Beltrão, que falava sobre a péssima realidade das rodovias estaduais da região serrana. De acordo com o socialista, o governador Eduardo Leite/PSDB comete um equívoco quando fala em “desidratar” a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR). Porém, acredita que o gestor deveria adotar uma atitude extrema com relação ao órgão que tem a responsabilidade de fazer a manutenção da malha rodoviária gaúcha. Ele ainda criticou a concessão das estradas. “Esse governo começa muito mal. Ele devia extinguir o Daer, não a EGR. A EGR, pelo menos, está trabalhando, funcionando. O Daer não tem solução, é um monstrengo. Já devia ter sido extinto há muito tempo. Ali são jogos de interesses. Pessoas que servem a dois senhores. Servem ao senhor de dentro e ao senhor de fora. No governo Sartori, o Escritório de Projetos fez um levantamento. O Daer é uma Casa d’Irene [da música do italiano Nico Fidenco]. Todo mundo chega, todo mundo se coça lá dentro”, comentou.

 

MORADORES DE RUA

 

A situação destes cidadãos poderá ser tema de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos, Justiça e Cidadania do Legislativo municipal. A sugestão foi feita na sessão desta quarta pelo vereador Rafael Bueno/PDT. O documento foi protocolado e será encaminhado ao presidente do grupo de trabalho, vereador Rodrigo Beltrão/PT. Segundo o proponente, há apenas 70 vagas em duas casas de acolhimento para atender a uma demanda de mais de 400 pessoas que vivem nas ruas. Os dados são da Fundação de Assistência Social.

 

Informação e paciência auxiliam integração

A conscientização sobre a Síndrome de Down aumentou, e a expectativa de vida, por conta do avanço da medicina, se aproxima dos 60 anos, mas as pessoas com a condição ainda buscam uma integração maior na sociedade. Conseguir trabalho remunerado ou espaço para desenvolver suas potencialidades ainda impõe desafios ao meio milhão de brasileiros que sofrem com alteração genética provocada pela presença de um cromossomo a mais (o par 21) no organismo.

A Semana de Conscientização sobre a Síndrome de Down, que se inicia nesta quinta-feira (21), aposta em uma programação que envolve a comunidade de forma direta. "As atividades que estão acontecendo partiram da comunidade, como almoço de confraternização, palestra, caminhada e até uma padaria oferecendo produtos especiais", afirma a psicóloga Tania Rocha, presidente da Comunidade Down de Caxias do Sul.

Um dos objetivos centrais da Semana, além da integração, é ampliar as informações sobre a condição. As pessoas com Síndrome de Down, por exemplo, têm uma dificuldade mental em lidar com situações que podem ser consideradas triviais no dia a dia. "Dentre as dificuldades está a de lidar com a ironia. Brincadeiras muitas vezes são difíceis de serem entendidas, compreendidas", explica Tânia.

Essa limitação não é o único desafio. Pessoas com a condição também estão mais sujeitas a terem problemas cardíacos, renais e no desenvolvimento de órgãos, além de autismo associado à síndrome. Os avanços da medicina, no entanto, vêm garantindo uma qualidade de vida maior e um aumento da expectativa de vida.

A integração das pessoas com Síndrome de Down por parte da sociedade depende do conhecimento sobre a condição. "Por isso, a gente prima tanto pela informação, ela ajuda nesse sentido", destaca a psicóloga.  "A inclusão é importante em todas as situações, na família, na escola, em atividades esportivas. Mas, para isso, as pessoas precisam ter mais paciência. Isso é fundamental. Com paciência, se consegue muita coisa".

Nesse contexto, incluir as portadoras da síndrome em situações do dia a dia é considerado importante, por valorizar o papel delas, assim como dar oportunidades para eles se expressarem ou desenvolverem suas potencialidades. "É importante elas poderem se destacar e fazer algo que todo mundo faz".

 

O mascote

 

A Comunidade Down de Caxias do Sul ganhou um mascote, apresentado à população em uma sessão da Câmara de Vereadores na semana passada. O Super XXI, a reprodução de um menino com uma capa nas costas, foi criado pelo ilustrador Fredy Varela e passa a ser uma das marcas de identificação da comunidade, segundo a psicóloga Tania Rocha. Quem tem interesse em adquirir a miniatura do mascote ao custo de R$ 40 pode encomendar com a própria Tania, pelo fone (54) 99971.3913.

 

Programação – Destaques

 

Quinta (21)

Vitrines decoradas com as cores azul e amarelo

Projeto Lola Antenada (10h, no Colégio Murialdo)

 

Sexta (22)

Sessão Solene na Câmara de Vereadores (8h30)

Abertura da exposição fotográfica "Amor não Conta Cromossomos", na Câmara e no Shopping São Pelegrino

 

Sábado (23)

Palestra com o escritor Cristiano Refosco, às 14h, no auditório da Secretaria da Educação

Desfile inclusivo, a partir das 19h, na Casa Magnabosco

 

Segunda (25)

Distribuição de material informativo em diversos pontos da cidade

 

Terça (26)

Caminhada "Inclusão Já", com saída às 15h, em frente à FSG

 

Lei obriga informar sobre a condição

 

Entre as iniciativas relacionadas à Semana de Conscientização sobre a Síndrome de Down está a entrada em vigor de uma nova legislação, que determina aos hospitais da cidade a registrarem e comunicarem o nascimento de bebês com a condição a instituições, entidades e associações especializadas no atendimento a pessoas com deficiência. O projeto, de autoria do vereador Adriano Bressan (MDB), foi sancionado pelo prefeito Daniel Guerra.

O texto prevê advertência por escrito, em caso de descumprimento, pagamento de multa no valor de 200 Valores de Referência Municipal (VRMs) e, em caso de reincidência, no valor de 400 VRMs. Atualmente, cada VRM custa R$ 33,64. Os hospitais terão o prazo de 90 dias para se adequar à nova legislação.

O propósito é garantir apoio, acompanhamento e intervenção com profissionais capacitados, com vistas à estimulação precoce; permitir o amparo aos pais; garantir atendimento por intermédio de aconselhamento genético, para ajudar a criança com Down e sua família; impedir diagnóstico tardio; afastar o estímulo tardio, assegurando mais influências positivas no desempenho e no potencial dos primeiros anos de vida; garantir condições reais de socialização, inclusão, inserção social e geração de oportunidades. "O comunicado do nascimento deve ser imediato. O número de nascimentos de crianças com a síndrome vai possibilitar que se execute na cidade uma política de atendimento mais justa. Por isso, aos pais, digo para ficarem felizes, pois continuarão tendo poder de decisão, mas essas informações vão permitir que as pessoas com síndrome de down sejam tratadas como cidadãs", ressaltou Tania Rocha, durante manifestação na tribuna, no Legislativo caxiense.

 

Discriminação Racial

O Dia Internacional Contra a Discriminação Racial, celebrado nesta quinta-feira (21), será lembrado em um evento gratuito no auditório da prefeitura, no terceiro piso do Centro Administrativo Municipal. A partir das 18h, a palestrante Marília Conforto, professora graduada em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), trará debates sobre o assunto. A ação é promovida pela Coordenadoria de Promoção de Igualdade Racial, vinculada à Secretaria de Segurança Pública e Proteção Social.

A convidada, autora dos livros "O Escravo de Papel" e "Faces da Personagem Escrava", sobre escravidão na literatura, é especialista em história do Brasil Colônia e Império. Ela conversará com os participantes sobre discriminação racial e as ações que ocorrem no dia 21 no mundo todo.

A data reconhecida pela Organização das Nações Unidas foi escolhida em memória às vítimas do "Massacre de Sharpeville", ocorrido na África do Sul em 1966. Na época, vigorava o regime de segregação racial apartheid. Além de homenagear as vidas perdidas na ocasião, o dia marca a luta da população negra no combate ao racismo estrutural e à discriminação.

 

Marcopolo ingressa no segmento ferroviário

Alinhada com a sua estratégia de atuar para prover soluções de mobilidade de forma sustentável, a Marcopolo lança, na NTExpo 2019, a Marcopolo Rail, sua nova marca para atuação no segmento metroferroviário. O objetivo é agregar o know-how adquirido nas soluções para o transporte de massa, como os sistemas BRT, aos modais de vias elevadas (People Movers) e veículos leves sobre trilhos (VLTs).

Segundo Petras Amaral, head de Inovação da empresa, a criação da Marcopolo Rail teve como base o desenvolvimento, desde 2015, de soluções para People Movers (Parceria com a Aeromovel Brasil no segmento), tanto para o mercado nacional como internacional. “Nosso foco nos últimos anos tem sido inovar em diferentes segmentos de transporte e mobilidade nos quais o know-how da fabricante possa agregar valor ao produto, a chamada diversificação relacionada”, explica o executivo.

Essa experiência foi fundamental para o desenvolvimento das soluções e tecnologias para as cabines, o que incluiu inovações em sistemas de aberturas, climatização, layout, assentos, materiais e design relacionado ao setor. “O foco inicial da Marcopolo Rail inclui o fornecimento de soluções para modais ferroviários de até 25 mil passageiros/hora/sentido, que operem com velocidade máxima de 70 km/hora e possam atender tanto o segmento urbano, como intermunicipal, mostrando-se ótimas soluções aos atuais problemas de mobilidade em cidades acima de 300 mil habitantes”, comenta.

A Marcopolo tem investido de forma relevante no desenvolvimento de parcerias e produtos para esses segmentos, sendo que a criação da Marcopolo Rail teria como objetivo posicionar a marca de forma mais forte no segmento metroferroviário, não somente por intermédio de projetos isolados ou pontuais, mas com visão de negócio. Entre as principais vantagens competitivas estariam a utilização de alto conteúdo local, a capacidade de escala e sinergia com as atuais plantas fabris, além da presença global e de ampla rede de pós-vendas no Brasil e América Latina.

A Marcopolo Rail tem, como universo de atuação, segmentos que são essenciais para a mobilidade dos brasileiros e grande potencial de expansão. O setor metroferroviário brasileiro transporta cerca de 10 milhões de pessoas/dia e tem registrado crescimento ao redor de 10% ao ano no número de passageiros.

Atualmente, os sistemas metroferroviários brasileiros estão restritos a apenas 12 regiões metropolitanas, respondendo por um percentual de viagens muito baixo, com exceção dos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, que assumem maior participação na matriz modal. A malha metroferroviária das cinco principais operadoras do país, se somadas, não atinge 750 km, sendo que 330 km estão instaladas no estado de São Paulo. Segundo estudos da ANPTrilhos, os déficits atuais e futuros de mobilidade urbana no Brasil sob trilhos apresentam oportunidades para novos produtos, além da criação de infraestrutura adequada.

 

CONSUMO: Cesta básica tem alta de 0,37%

O custo da Cesta Básica observado em Caxias do Sul passou para R$ 846,35 em fevereiro. O resultado representa aumento de 0,37% em relação ao mês anterior, quando custava R$ 843,24. Em valores absolutos, são R$ 3,12, inferior à variação verificada em janeiro, de R$ 4,05. A alta verificada se deve, em parte, a uma elevação nos preços dos produtos não alimentares.

Em fevereiro, observou-se que, dos 47 produtos que compõem a Cesta Básica, 24 aumentaram de preço, 19 tiveram redução e quatro permaneceram com seus preços inalterados. Os cinco produtos que mais contribuíram para o aumento são o açúcar cristal, pão de forma, xampu, absorvente externo e pão caseiro. Destacaram-se, pela redução de preços, detergente líquido, leite condensado, costela de suíno, óleo de soja e presuntados.

 

IPC tem recuo

 

O Índice de Preços ao Consumidor de Caxias do Sul, no entanto, indica redução nos preços de 0,45% no mês de fevereiro contra um aumento de 0,40% do mês anterior. Com esse resultado, a variação percentual acumulada do IPC-IPES, medido pelo Instituto de Pesquisas Econômicas e Sociais da Universidade de Caxias do Sul, nos últimos 12 meses alcançou 6,48%, correspondendo a um aumento médio mensal no período de 0,52%. Esse resultado é superior ao mês anterior, que registrou índice acumulado de 6,35%. Do total de 320 subitens que compõem a estrutura do IPC, 128 aumentaram de preços, 82 tiveram redução e 110 permaneceram estáveis.

 

 

Livre Iniciativa 8

A Tonin Imóveis, empresa do segmento de construção civil do Grupo Tonin, faz o pré-lançamento do empreendimento residencial de alto padrão mais alto de Farroupilha. Localizado no Centro, o Himalaia fica entre as principais ruas da cidade: Júlio de Castilhos, República e Pinheiro Machado. A obra terá área de aproximadamente 15 mil metros quadrados, possuirá 20 andares, três subsolos e 30 apartamentos, dois por andar, duas coberturas e sete lojas térreas. Com previsão de entrega em abril de 2022, o Himalaia contará com apartamentos com vista privilegiada desde o primeiro andar, sem nenhuma barreira visual pela frente. Metade dos apartamentos possuirá ambientes com pé direito duplo, com cerca de 200m² e três ou quatro vagas de garagem, sendo as duas coberturas duplex de 386m² com quatro suítes e piscina. O Himalaia contará com mais de 200 metros de circuito de caminhada, quadra de esportes, academia, lounge externo com lareiras, salão de festas e de jogos, brinquedoteca, playground e piscinas adulto e infantil aquecidas.

 

Famílias empresárias

 

A primeira edição de 2019 do ciclo de palestras Liderança com Valores, promoção da ADCE (Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresas) de Caxias do Sul, será no dia 28 de março, a partir das 19h, na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços. Com o tema “Famílias empresárias e a sucessão nas empresas familiares”, esta edição trará a professora Hana Witt, especialista em governança familiar, compliance e gestão de projetos. Entre os assuntos abordados estarão os desafios das famílias em planejar a sucessão nas empresas familiares, com abordagem da influência das mulheres neste processo. O investimento para participar do evento é de R$ 25 e a doação de um quilo de alimento não perecível, que será doado ao Banco de Alimentos. As inscrições podem ser feitas até segunda (25), no turno da manhã, pelo telefone (54) 3211-0131, e-mail [email protected] ou link https://bit.ly/2UbsKqi

 

Lote especial

 

O Ponto Nero Enjoy Sauvignon Blanc é o mais novo produto da Ponto Nero, empresa pertencente ao grupo Famiglia Valduga, de Bento Gonçalves. O novo rótulo faz parte da linha Enjoy, que engloba espumantes de edições limitadas, com algum diferencial. No caso deste espumante, o que o torna especial são as uvas Sauvignon Blanc utilizadas em sua elaboração, algo que não é comum no segmento. O rótulo terá tiragem exclusiva de 8 mil garrafas.

 

Nova tecnologia ortodôntica

 

Ortodontista caxiense Christiane Crestani participará, em São Paulo, nos dias 29 e 30 de março, do Invisalign Forum, promovido pela empresa americana Align. O Invisalign é um aparelho ortodôntico que faz uso de alinhadores invisíveis para correção do sorriso em menos tempo e com recursos tecnológicos que permitem acompanhar cada etapa do tratamento prevendo o movimento dos dentes.

 

Empresas Randon elevam receita líquida em 45%

O desempenho geral das Empresas Randon em 2018, apresentado ao mercado nesta quarta (20), superou até mesmo as metas estabelecidas para o ano e anunciadas em fevereiro. A fabricante de implementos rodoviários, veículos fora de estrada e autopeças, além de prestadora de serviços financeiros, atingiu receita bruta de R$ 6 bilhões e líquida de R$ 4,3 bilhões, altas respectivas de 43,4% e 45% sobre 2017. Em relação aos valores inicialmente estimados para o ano, de R$ 5 bilhões brutos e R$ 3,6 bilhões líquidos, os incrementos são de 20% e 18%. O PIB de 2018, recentemente anunciado pelo governo, foi de apenas 1,1%.

Dentre os principais fatores para este crescimento, que se estendeu ao mercado automotivo pesado de forma geral, a diretoria do conglomerado citou o envelhecimento da frota no período da crise, juros em taxas mínimas históricas e a safra agrícola positiva. Ainda é listada a expectativa de retomada econômica mais vigorosa, refletida nos atuais índices de confiança do mercado, e o reposicionamento dos preços dos fretes após a greve dos caminhoneiros em maio do ano passado.

Segundo a empresa, o movimento liderado pelo setor de transportes gerou uma mudança na dinâmica da demanda de caminhões e semirreboques, com formação de frotas próprias pelos geradores de cargas e incremento pelas transportadoras, repercutindo na redução da atividade para os motoristas autônomos. No entanto, o entendimento é de ser prematuro afirmar que se trata de uma nova tendência no mercado.

O conglomerado apresentou lucro líquido consolidado de R$ 151,7 milhões, expansão de 224,8% sobre o ano anterior. A margem líquida atingiu 3,6%, em alta de dois pontos na comparação com 2017. Mas ficou abaixo de registros de outros anos, quando alcançou perto de 8%.

A empresa consolidou ebitda de R$ 559,8 milhões, crescimento de 82%, equivalente a 13% da receita líquida, e avanço de três pontos em relação ao registrado no ano anterior. Segundo a diretoria, este resultado foi possível pelas condições mais favoráveis do mercado, recuperação de preços e contenção da pressão de custos.

Os investimentos somaram R$ 335 milhões, crescimento de 55% sobre 2017. Do valor total, R$ 137 milhões foram aplicados em manutenção e expansão fabril e R$ 197 milhões em aquisições. O principal aporte foi na Fremax, fabricante de freios com sede em Joinville, de R$ 162 milhões. Ao longo do ano, a empresa aumentou em 37% o seu quadro funcional, passando de 7.821 no final de 2017 para 10.714 em dezembro passado.

 

Implementos e veículos aumentam participação

 

Na composição da receita do ano passado, a divisão autopeças participou com 50,8%, com total acima de R$ 2,2 bilhões, em alta de 43%. A divisão montadoras superou R$ 1,9 bilhão, crescimento de 51%, e participação de 45%, alta de quase dois pontos em relação ao ano anterior. Segundo Alexandre Gazzi, diretor da divisão, a marca consolidou 38,6% de participação no mercado nacional. Para 2019, a meta é alcançar 40% num universo estimado entre 50 mil a 55 mil veículos rebocados. Entre 40% a 45% dos implementos estão vinculados ao agronegócio por meio de modelos graneleiros e basculantes. Em relação ao segmento ferroviário, Gazzi avaliou que a retomada depende, exclusivamente, da definição em torno das concessões.

As vendas para o exterior totalizaram US$ 182,3 milhões, aumento de 17%. A principal expansão ocorreu na venda de veículos rebocados, com alta de 50%, com destaque para o mercado chileno. Em volumes, a Fras-le se destacou, aproveitando o bom momento da economia dos Estados Unidos, responsável por 47% das exportações da controlada.

 

Projeção de 18% para este ano

 

A projeção do grupo para este o ano é de crescer na ordem de 18%, totalizando receita bruta de R$ 7 bilhões e líquida de R$ 5 bilhões. As receitas com origem externa estão estimadas em US$ 300 milhões e as importações em R$ 75 milhões. Os investimentos deverão somar R$ 220 milhões.

De acordo com o presidente da diretoria executiva, David Randon, o mercado tem dado sinais positivos, principalmente pelo encaminhamento das reformas propostas pelo governo, em especial da Previdência. Ponderou, no entanto, que a empresa se mantém cuidadosa. Relatou que as empresas estão operando muito perto de suas capacidades totais. Em relação a aquisições, o diretor da divisão de autopeças, Sérgio Carvalho, explicou que o foco segue em duas linhas: expansão de portfólio e globalização da empresa. Mas não antecipou nenhuma negociação, apenas prospecções.

 

VINICULTURA: ProWein gera US$ 2 milhões em vendas

Os mais de 500 atendimentos feitos pelas 11 vinícolas brasileiras com compradores de 20 países, no estande coletivo do Wines of Brasil, durante os três dias de ProWein, encerrada na terça (19), em Düsseldorf, na Alemanha, podem resultar em US$ 2 milhões em negócios nos próximos 12 meses. A projeção é 25% superior à edição anterior, realizada em 2018. A presença brasileira na principal feira de vinhos do mundo foi viabilizada pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, com o apoio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Turismo do Rio Grande do Sul.

Na 15ª participação consecutiva do Wines of Brasil no evento, o país apresentou o novo posicionamento setorial, “A Sparkling New World” (Espumantes do Novo Mundo, em tradução livre), apostando na promoção exclusiva das borbulhas verde-amarelas. Neste ano, no estande coletivo, estavam presentes as vinícolas Aurora, Bueno Wines, Casa Perini, Casa Valduga, Garibaldi, Lidio Carraro, Miolo, Peterlongo, Pizzato, Salton e Zanlorenzi.

Diego Bertolini, gerente de Promoção do Ibravin, acredita que, além de auxiliar na prospecção de negócios, a feira validou a nova estratégia setorial, percebida na procura maior dos importadores da Europa, Ásia e Américas. O interesse também foi observado com a presença de duas Master of Wine e das principais revistas especializadas internacionais, que estavam buscando mais informações sobre o setor e querendo conhecer mais rótulos.

Nesta quarta-feira (20), um grupo de 12 pessoas viajou para uma missão técnica na Itália, na região Franciacorta. Até sábado (23), integrantes do Wines of Brasil e das empresas Aurora, Casa Perini, Casa Valduga, Pizzato e Salton farão visitas em vinícolas e empreendimentos turísticos. O objetivo é aprimorar os métodos de elaboração dos espumantes pelo método champenoise e ampliar o conhecimento do mercado local.

 

LAZER: Acqua Lokos amplia opções para a temporada de inverno

A 3ª edição da Temporada Inverno do Acqua Lokos Parque Hotel teve início no dia 15 de março em ritmo acelerado, com aproximadamente 40 atrações para os mais variados públicos. Uma das novidades no mix de opções é o funcionamento de alguns brinquedos na área aquática, até o final de março, como a piscina com ondas, o kamikaze 22 metros e free fall. Na área de diversão 12 brinquedos estão à disposição.

Para os que gostam do contato mais próximo à natureza estão confirmadas as atrações na área fazenda: passeios a cavalo e de charrete, galpão dos animais, campo de futebol, quadra de vôlei, horta, trilhas na mata, chimarródromo, cancha de bocha e playground. O visitante agora tem duas novas opções dentro das top funs (atrações opcionais não inclusas no passaporte e pagas à parte): uma Casa do Terror totalmente remodelada e uma parede de escalada radical, que se juntam ao desafio noturno, quadriciclos, tiro ao alvo, arvorismo, tirolesa e paintball.
De acordo com o diretor do Acqua Lokos Parque Hotel, Fabiano Brogni, o interesse pela “estação seca” aumenta a cada ano. “Estamos trabalhando para que a temporada de Inverno se consolide cada vez mais como alternativa de entretenimento para as pessoas que moram no litoral e turistas”, explica. As áreas diversão e fazenda funcionam de sexta a domingo e nos feriados, das 10h às 17h. O hotel funciona atende todo o ano. O encerramento da temporada está marcada para 24 de novembro.