Início Variedades Gramado e Canela Zero Grau se torna modelo no setor calçadista em meio à pandemia

Zero Grau se torna modelo no setor calçadista em meio à pandemia

Tempo de leitura: < 1 minuto

GRAMADO – É latente a retomada da economia. Os negócios setoriais do calçado comprovam esta afirmação. O rescaldo desta edição presencial da Zero Grau – Feira de Calçados e Acessórios, que encerrou nesta quarta-feira (18), em Gramado (RS), é de um incremento importante para os próximos meses, tanto com saldo positivo para o final deste ano como para um início aquecido de 2021. Os expositores são unanimes em afirmar a disposição de compras por parte do lojista que, em muitos casos, questionaram muito pouco os preços dos sapatos e mesmo alguns reajustes em função da escassez de matérias primas. Os volumes de negócios e a quantidade de pedidos surpreenderam os fabricantes que vieram preparados para vender, mas estavam cautelosos. “Realmente ocorreu muitos pedidos que acabou ecoando aqui na administração da feira. Foram muitos depoimentos de industriais dizendo que atenderam lojistas ávidos por comprar e por novidades. Todos querem movimentar seus negócios e nada como lançamentos para deixar uma vitrine mais atrativa”, diz Frederico Pletsch, diretor da Merkator Feiras e Eventos. A Zero Grau – Feira de Calçados e Acessórios lançou as coleções outono/inverno 2021 para o mercado brasileiro e países da América Latina.

O empresário Renato Barboza, diretor da marca feminina La Femme, relata que o seu estande teve uma visitação expressiva. “Nós vendemos muito bem, os lojistas foram chegando de forma organizada e tudo foi funcionado de maneira adequada e surpreendeu a nossa expetativa em questão de venda. Nós viemos para observar como o mercado reagiria a este evento presencial, mas tornou-se uma oportunidade de bons negócios, de conhecer novo clientes, enfatiza Barboza. Também Adriano Pires, diretor Comercial, Industrial e Técnico da marca infantil Kidy diz que foi uma importante decisão da empresa em participar desta feira. “Principalmente porque a nossa empresa é situada em São Paulo temos deslocamento de pessoas, com custos maiores, mas sempre acreditamos que tudo iria correr bem. E agora temos certeza que a decisão foi assertiva, pois além da venda, teve o aspecto de estar em um dos quatro eventos importantes que o Brasil tem, de apresentação dos produtos da estação, neste caso da estação inverno. Então, foi uma decisão certa”, diz ele.

Os dois grupos de micro e pequenas empresas que estiveram em estandes coletivos dentro da feira sentiram o reflexo positivo desta disposição do lojista de efetivamente fazer compras. Assim diz Maria Lúcia Chaves de Almeida, gerente comercial da ACI Novo Hamburgo/CB/EV do grupo Estação Moda RS que ficou surpresa com a visitação qualificada. “Não ouvi aquela expressão: ah! estava só olhando. Vieram para efetuar negócios, pois as lojas estão vazias, sem estoques”, diz ela. Ela acrescenta que Zero Grau virou modelo no Brasil, pois é a primeira feira depois da chegada do Coronavírus ao país. Também Juliano Mapelli, executivo comercial do Sindicato das Indústrias de Calçados de Três Coroas, do Grupo Três Coroas Shoes, afirma que o balanço geral da feira realmente está muito positivo. “Muitas de nossas empresas apontaram um resultado superior da Zero do ano passado. Foi uma feira bem profissional com muita objetividade nas negociações.

Mas a importância da Zero Grau vai além. Depois desta feira, tudo que vier para a frente vai ser mais fácil. A Zero Grau mostrou que é possível fazer um evento com segurança seguindo as restrições de rígidos protocolos sanitários. A feira foi um sucesso e encerramos felizes estes três dias”, finaliza Mapelli.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

error: Conteúdo protegido