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Só com os 600 pila o Brasil vai investir quase R$ 100 bilhões. Mas serão mais de R$ 500 bilhões ao todo, por enquanto, que o Brasil vai investir com o vírus. Logo, se não tivesse parado tudo, esse dinheiro todo poderia estar sendo investido em estrutura do sistema de saúde, o que remanesceria após guerra, pois esses barracos que estão montando de improviso, logo logo desaparecerão do mapa.

 

Já sacou teus 600?

Depender do Governo é viver na miséria. Ou seja, estamos todos na miséria. Eu penso como disse aquela professora particular ao presidente Bolsonaro na saída do Palácio semana passada, vídeo que viralizou na internet: "Eu não quero dinheiro do governo, eu quero trabalhar". De todo o modo é o que nos resta no momento e que bom que o Governo consegue pelo menos minimizar as necessidades de quem não tem nada porque está proibido de produzir.

 

Tempos difíceis

Tempos difíceis se avizinham. Se com nenhum caso na região estamos todos parados, imagine quando eles começarem a surgir. E surgirão. Ao que os técnicos, a favor e contra a paralisação da economia dizem, 60% de nós pegaremos a maldita doença até que ela comece a encolher e sumir. Sabemos que esse ‘adiamento’ para a chegada do Corona é para que tenham, as autoridades, tempo para equipar e ampliar os hospitais. Mas, em Gramado, ao que sei são 101 leitos e 18 respiradores, sem previsão de mudar isso em curto prazo.

 

Isolamento/desolamento

Até rimar as duas palavras rimam. E fazem par, com certeza nestes tempos. Estamos desolados pelas perdas, dos empregos, das empresas que estão quebrando, da miséria que se avizinha. A se confirmarem as previsões de que mais da metade de nós seremos infectados e que a proliferação é mais alta em temperatura abaixo dos 20 graus, o inverno promete.

 

Sem flexibilização

Não há nenhum indicativo que leve a acreditar que o governador Eduardo Leitelevante ou flexibilize o decreto de isolamento que vence dia 15, quarta que vem. Dizem que os nossos leitos do RS estão 60% ocupados e só serão liberados os estados com menos de 50% de ocupação da estrutura de saúde. Mais uma vez, como estamos ainda com bem poucos casos e à frente do inverno…

 

Néspolo e Paulo Sá ficam

A boa notícia é que o presidente da Gramadotur, Edson Néspolo, não se licenciou para participar do pleito eleitoral de Caxias do Sul. O prazo para a troca de domicílio eleitoral, de Gramado para Caxias do Sul, neste caso, de seis meses antes da eleição, encerrou sábado passado. Para atuar na presidência da autarquia precisa ter o domicílio em Gramado. Logo, se for candidato a prefeito ou vice, será aqui. O mesmo se repete com o secretário da Fazenda, Paulo Sá de Oliveira, de Estância Velha.

 

Festa da Colônia

Livre de outros pensamentos,Néspolo pode agora pensar somente em Gramado. Como primeira medida, decurso o prazo para sua transferência a Caxias do Sul, prometeu fazer a Festa da Colônia assim que esse quadro do coronavírus mudar, mesmo que por período menor, dez dias. Isso é ótimo!

 

Plano econômico

Aliás, Gramado tem andado atrás de Canela nas principais decisões. Fedoca e seu time tem sido lento, tardio, ineficiente e dúbio (vide sucessivas emendas aos projetos de lei sobre o coronavírus). A gente entende que ninguém espera por um momento desses, mas a reação é para quem está no mato para qualquer bicho. Na campanha o Fedoca disse que seria o primeiro a chegar e o último a sair, mas não pode dormir na cadeira. Bic na mão e operários em ação.

 

Raro lampejo

Aí puxa daqui e puxa dali, em um raro lampejo de criatividade, seguindo, mais uma vez, exemplos de outros municípios, Fedoca autorizou a abertura das lojas de chocolate. E ninguém morreu, acreditam?

 

Solidariedade

Quero deixar registrado o meu carinho e reconhecimento, meu e de todos os que me leem e compartilham das minhas ideias, para com os profissionais da saúde. Todos dos serviços essenciais são importantes neste pedaço de engrenagem que sobrou, mas os desse setor enfrentam o risco de frente, com garra, fé, entusiasmo pela vitória e honra à profissão. A todos os profissionais da saúde, um fortíssimo abraço!

 

Flávio Souza se afastou

O secretário de Obras, Flávio Souza, se liberou e está apto a concorrer mesmo que para vereador. Para a Câmara o prazo encerrou sábado, para quem concorrer a majoritária o prazo é 4 de junho. Como provavelmente não registrou férias durantes os três anos e pouco em que atuou como secretário, sua rescisão custou ao Município R$ 60.461,23, líquido. Chamou atenção que o secretário de Esporte e Lazer, Jacó Schaumloeffel, não se liberou. Parecia ser o nome mais forte do PDT.

 

Secretários da Saúde permanecem

Os secretários da Saúde dos dois municípios preferiram não se afastar das funções até sábado passado. Assim, João Teixeira e Vilmar Santos não poderão concorrer a vereador em Gramado e Canela, respectivamente. Já os que pretendem concorrer a prefeito ou vice, têm até 4 de junho para se afastarem.

 

Racionamento

Assim como tudo no mundo por causa do coronavírus, também o JI está racionando os recursos. As edições de terças-feiras, por enquanto, não serão impressas. Os assinantes serão compensados com o alongamento do período. Vamos acompanhando e atualizando as coisas na medida que surgem novidades e sempre sendo transparentes com os nossos leitores.  Enquanto isso, vamos treinando o uso do digital. Acompanhe a rádio do Jornal Integração, estamos 11 horas diárias ao vivo, com as notícias da região e música. Das sete às oito este colunista apresenta o Chimarrão e Atualidades, junto com Daniel Santos. É fácil, só acessar o site www.leiafacil.com e dar o play no ícone da rádio. Desejo a todos os leitores uma Feliz Páscoa!

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