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OS AMIGOS FAMOSOS E O PEDREIRO

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A história é interessante, merecendo ser repassada. Foi publicada no Jornal Evangélico e teria acontecido durante o sepultamento de um homem famoso.

Enquanto humildes pedreiros fechavam à sepultura, os amigos importantes do morto famoso teciam grandes elogios ao falecido, já que, no rito religioso a sua fama não havia sido considerada. Seria uma compensação de amigos.

Um deles falava a respeito das obras de caridade do falecido. Outro contava sobre a importância política da sua atuação. Um terceiro se pronunciou dizendo que o falecido tinha sido um bom pai e um excelente marido. A lista foi longa… não faltaram elogios!

Um dos amigos viu que os pedreiros estavam com o ouvido nos discursos e as mãos no trabalho. Sem nada mais o que dizer, curioso, ele perguntou ao pedreiro, homem simples, mas sábio: No dia do seu sepultamento,o que o senhor gostaria de ouvir? O pedreiro olhou para cima, já que estava agachado, e disse sem pestanejar:

– Gostaria que alguém dissesse o seguinte: Olhem, ele está se mexendo!

Esta história ou anedota faz lembrar de uma frase dita, certa vez, pelo Papa Francisco, a um grupo de cardeais no Vaticano, dias depois de sua escolha: “O cemitério está cheio de gente insubstituível.”  Em outra oportunidade, disse a Bispos da sua terra natal: Pastor precisa ter cheiro de ovelha, não de aeroporto”.

As frases do Papa e, aquela do pedreiro, mostram que o caminho para o céu não passa pela fama das nossas obras.

 

RÁPIDAS E SELECIONADAS

 

·         Desejo externar ter vibrado quando soube do aproveitamento do CarlosFrozi para trabalhar na Secretaria do Meio Ambiente da Prefeitura. Junto com o secretário Jackson Müller, com o qual tem afinidade técnica, formará uma dupla de alto rendimento, principalmente nestas viciadas questões do lixo. Vamos combinar, uma cidade carente como a nossa nesta área e não é só nesta, não pode liberar o talento de um técnico como o Frozi. Uma fera que fará diferença. Antes tarde do que nunca, diriam os mais vividos.

·         Sem dúvida a nossa praça central revitalizada ficou muito bonita com o novo desenho. Esta remodelação, porém deixou a área com pouco espaço com sombra, sombra de árvores, afinal é uma praça. O sol escaldante dos últimos dias permitiu esta observação. Penso haver a necessidade do plantio de algumas árvores em locais estratégicos. Árvores destas chamadas caducas, que deixam cair as folhas no inverno, tipo os plátanos, AcerPalmatum, ou assemelhados.

·         O “Café de Homens” da Comunidade Evangélica, realiza neste sábado dia 21 seu último encontro do ano. O convidado especial é o capitão Ubirajara Dill, novo comandante da Brigada Militar em Canela. O tema deverá girar em torno da segurança pública. Os encontros são abertos e iniciam às 8h.

·         Havia me proposto a montar uma lista de fatos interessantes que aconteceram durante o ano, assim como aqueles classificados como negativos ou desnecessários, considerando a nossa aldeia somente. Seria uma espécie de retrospectiva. Relaxei nas anotações, o fim de ano chegou e ficou impossível montar a dita lista, segundo minhas observações. Um fato,todavia, talvez por ser recente, tenho certeza que entraria na lista dos negativos: Esta estátua do Ramsés II na praça central. Um equívoco monumental.

·         Na companhia dos amigos Egon, Giacomim, Machado e Nelson, compareci à festa no Caconde, interior de São Chico no último sábado, onde o também amigão OsmarBonetto é o grande festeiro. Lá, ouvi do prefeito de São Chico Marcos Aguzzoli que o projeto do trem Maria Fumaça sai do papel e que existe outro grande projeto de um parque temático a ser implantado entre São Francisco e Canela. Uma área de 50 hectares foi adquirida recentemente com esta finalidade. Senhoras e senhores, isto se tornando realidade São Chico decola de vez.

·         Nesta quinta-feira, dia 19, completam-se 52 anos da conquista do 1° Campeonato Estadual de Amadores pelo E.C.Serrano, em Bento Gonçalves. Venceu o jogo final contra o União Serrano por 2×1, gols do Netinho e do Ratão.

 

“O cérebro é como um paraquedas. Só funciona quando está aberto”.

Sir James Dewar

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