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Acompanhe o Jornal Integração, modo rádio, pelo site leiafacil.com. Hoje, às 8h, ao vivo, entrevista com o pré-candidato do MDB, Evandro Moschem e seu vice, Alexandre Meneguzzo. Este colunista apresenta todos os dias, de segunda a sexta-feira, das 7h às 8h.

Cartas na mesa

Até o dia 26 ainda podem surgir pequenas mudanças nas candidaturas, mas, a partir das convenções partidárias que terminaram na quarta à noite, dá para ter uma ideia de como será a eleição de 15 de novembro. Nesta edição temos todos os nomes dos concorrentes. Mas, o último dia para os partidos apresentarem os nomes ao Cartório Eleitoral é 26 de setembro e até lá podem ocorrer pequenas mudanças. Há partidos que deixam a ata aberta para isso, embora não seja o recomendado.

Nestor tem maioria

O candidato do Progressistas, Nestor Tissot, conseguiu o maior número de candidatos a vereador a lhe apoiar, 42: são 14 do PP; 14 do PSC; 9 do PSL e 5 do PTB. Evandro Moschem vem em segundo com 37: 14 do MDB; 12 do Republicanos; 6 do PCdoB e 5 do PT. Beto Tomasini tem 11 do próprio partido, o PSDB.  Os seis do PDT não declaram apoio à majoritária. O quanto isso é decisivo em uma eleição é difícil saber. Na eleição municipal passada o Pedro Bala fez menos votos do que os candidatos a vereador. E, em Caxias do Sul, o ganhador do pleito passado não tinha nenhuma coligação, enquanto o segundo colocado tinha 22 partidos na cola.

Eleições tri

Como escrevi na edição passada temos, desta vez, três bons candidatos a prefeito de Gramado. Nestor Tissot (11) já é conhecido pelos seus dois mandatos de 2009 a 2017, que dispensam apresentações. Beto Tomasini (45) também é muito conhecido em Gramado e o Evandro Moschem (15) é o atual vice-prefeito. Os três vices, Luia, Márcio Barth e Alexandre Meneguzzo também são boas pessoas que querem o melhor para Gramado. Então é só decidir: 11, 15 ou 45.

Vai ter muita decepção

Todo o candidato acha que vai se eleger. A cada eleição é assim. Mas, de imediato, o candidato deve fazer a conta: se são 96 candidatos e só tem 9 vagas, 87 se frustrarão. Tem 10,6 candidatos para cada cadeira. São mais partidos concorrendo, 10, do que vagas na câmara, 9.

Os guerreiros do PDT

Pelo fim, seis cidadãos filiados ao PDT colocaram seus nomes à disposição para vereador. Elogiável! Por outra banda, para o líder, o tudo do partido, o prefeito, não conseguir fazer uma chapa maior e tentar sua reeleição, ou pelo menos sucessão, é apenas reflexo do que ele é politicamente falando. Não fosse o MDB o ter carregado estes anos todos, seu sonho de fazer parte da galeria de ex-prefeitos nunca se realizaria.

Quem não fizer 2.800 está fora

Na eleição passada eram 30.235 eleitores aptos e a eleição para vereador rendeu 25.641 votos válidos. Assim, este tanto dividido pelo número de cadeiras na Câmara (9)o quociente ficou em 2.849. Este ano tem 31.892 eleitores aptos. Portanto o quociente poderá aumentar um pouco. Mas como tem a pandemia, teme-se uma evasão, ou não comparecimento, maior. Logo, é razoável imaginar que fique mesmo ao redor dos 2.800 votos. Partido que fizer menos, está fora, não elege ninguém. E 2.800 dividido por 14, são 200 votos por cabeça. Imagina os que têm menos… Mas, nesta eleição, pode entrar um vereador de partido que não tenha atingido o quociente, pela sobra. É a primeira vez que isso pode ocorrer, mas também é só um, se ocorrer isso, só o que está mais próximo do coeficiente elegerá.

As cores da Câmara

MDB e PP certamente farão vereador, mais de um cada, inclusive. Todos os demais terão de se puxar muito. O PSDB que tem 11 concorrentes, na eleição passada com 12, fez 3.094, mas seu mais votado daquela eleição, Celso Fioreze, não concorre novamente (atualmente o partido não tem cadeira na Câmara porque estava coligado com o PRB, e a Manu da Costa fez mais votos, 799, do que Fioreze, 606).

Outro exemplo é o PT. Na eleição passada os sete candidatos juntos somaram 1.641 votos. O Professor Daniel se elegeu pela coligação com outros sete partidos, entre eles o PDT e o PCdoB, que agora tem nominata própria. Nesta eleição o PT está sozinho, como todos, e só tem cinco candidatos. E, como o PCdoB e o PDT terão concorrentes, os votos de esquerda não migram. A aposta do PT é no ex-vereador Gilnei Benetti, que aceitou concorrer na tentativa de salvar a cadeira na Câmara. É muita gente e partidos para tão poucas vagas, só lamento…

Campanha plural

Temos o Beto e o Barth, o Nestor e o Luia e o Evandro e o Meneguzzo. São apenas três candidaturas que trazem as mais diversificadas cores partidárias para esta eleição. Embora a majoritária dos três seja composta apenas por um partido, o que é chamado de chapa pura, só Beto e Barth não tem coligação. O Progressistas (11) vem com PSL, PTB e PSC (todos de centro). Já o MDB tem uma mistura mais complexa, que, se vista de Brasília para cá, poderia causar. MDB/ centro/esquerda, PT e PCdoB/esquerda e Republicanos/centro/direita – conservador liberal). O deputado Sérgio Pérez (Republicanos) chegou a causar constrangimento na convenção do MDB quando disse que não usa a palavra “companheiro”. Gilnei Benetti(PT), que também estava no palco, não descruzou os braços quando foi a hora de bater palmas.

Empreendimento

A Ecotecenergy, empresa de energia solar que atua na região há 2 anos, estará abrindo sua nova loja física em Canela, no início do próximo mês. Homologada como integradora da Sicredi, é pioneira e conta com mais de 100 instalações na região, entre indústrias e residências. Serão gerados cerca de 20 empregos na região e já estão sendo cadastrados comercial e eletricistas para instalações.

Imagens da pré-campanha

Pedro Bala foi levar seu apoio a Nestor Tissot na convenção do Progressistas, sexta à noite, dia 11.

Nas convenções do MDB e do Republicanos, a troca de afagos do casal político, vereadora e líder partidária Manu da Costa e do vice-prefeito e pré-candidato a prefeito, Evandro Moschem.

Coordenadores de campanhas diferentes, Jorge Drumm (PSDB) e Jaime Schaumlöffel (Progressistas), não se tratam como inimigos, como todos querem o melhor para sua cidade, a cordialidade deve estar sempre presente.

Na convenção do antigo parceiro de coligação que o elegeu duas vezes prefeito de Gramado, Nestor Tissot leva seu prestígio ao agora concorrente PSDB, de Beto Tomasini.

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