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Cestas básicas – Livre Expressão

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Cestas básicas
Nesta edição estamos atualizando com as autoridades a situação das pastas de assistência aos que estão sendo mais afetados pela perda de recursos. Cidadãos que já estavam mal financeiramente, outros que achavam que nunca enfrentariam uma situação dessas estão passando necessidades. E muitas vezes tem-se a impressão que perdeu-se totalmente a noção do que é prioridade. Às autoridades, de ponta a ponta, quero lembrar que quando mandam alguém ficar sem trabalhar devem assumir o compromisso de colocar à sua mesa o mínimo.
As secretárias Carmen Lúcia e Vera Simão devem ficar mais atentas do que nunca, pois até mesmo pessoas que costumam ajudar perderam esta condição e quem sabe até esteja precisando de uma mão neste momento.


Auxilio emergencial
O governo federal vai voltar a pagar auxílio emergencial aos desempregados pela pandemia. Mas, lamentavelmente não poderá passar de R$ 250 ao mês e quatro parcelas. Ou seja, não vai refrescar nada.

Desgaste grave
Todos já estamos com um grave desgaste nas economias em relação à pandemia. Há um ano todos tínhamos uma gordura para queimar, mas não é o que se repete atualmente. E pior ainda é que agora encontramos o governo, ou os governos, também convalescentes. Quando tudo começou o auxílio foi de R$ 600 e atingiu até os favorecidos do Bolsa Família, que ganhavam 190,00 e passaram a 600,00. Estamos criando dois povos no Brasil e provavelmente a nível mundial: os que recebem em dia e que serão os defensores e defendidos do governo e os demais pobres mortais.


Crise generalizada
A seguir mais uns dias assim, com a produção afetada em razão das restrições, as coisas ficarão muito graves. Assim como as pessoas físicas também as empresas não tem mais folego. Estamos na iminência de um colapso econômico trágico. Em pouco tempo todos, empregadores e empregados estaremos na fila da assistência social. Permanecerão as grandes redes, favorecidas pela sua amplitude diversificada que sempre compreenderá produtos essenciais, pois abrangem de material de construção a roupas, louças, tudo! Eu sempre defendi e sigo defendendo embora seja voto vencido: ´É trabalhando que se resolve os problemas e nunca o contrário”.

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