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Restaurante Maria Bonita completa 16 anos

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CANELA – O restaurante Maria Bonita irá completar, em novembro, 16 anos de qualidade, ousadia e culinária 100% caseira. A proprietária do estabelecimento, a paraibana Eliane de Lima de Medeiros, concedeu entrevista à Rádio Integração Digital e contou um pouco sobre sua trajetória.

Natural de São José do Sabugi, ela começou a trabalhar muito cedo. Aos 12 anos de idade se mudou para João Pessoa, capital da Paraíba, para buscar estudo e trabalho. Após viver experiências em diversas áreas de atuação, aos 25 anos de idade, Eliane decidiu buscar novos desafios e se mudou para o Rio Grande do Sul. “Eu cheguei em meados de junho (em Canela), e em novembro abri o restaurante. Para muitos a minha história parece loucura, eu jamais havia trabalhado no ramo. E vim para Canela e Gramado para conhecer, é uma região que se destaca, e eu já ideia de me mudar e ter um negócio. Cheguei, gostei e decidi. Vou vir embora. Voltei para lá (Paraíba), só pedi demissão no emprego que trabalhava, eu era consultora de vendas em uma operadora. Fazia tempo que eu trabalhava lá, fiz um acordo com o patrão e, com este dinheiro, voltei para Canela. A região, por ser um interior, despertou em mim uma coisa que eu não via nos meus interiores no nordeste. Aqui é uma região próspera. Se vive no interior, com trânsito de interior, mas com projeção de poder crescer, avançar, progredir. Essa visão que eu tive”, relatou ela.

Surgimento

“Um dia, me lembro como se fosse hoje, era temporada e eu fui amoçar em um lugar. Estava muito cheio. Pensei: todo mundo precisa comer, então vou colocar um restaurante. Ali surgiu a ideia. Vou montar um restaurante e deu, não sei como, mas vou montar. Comecei a buscar por pontos, eu comecei na galeria, via catedral e estou lá até hoje. Passei lá, vi que estava em obras e perguntei sobre. Perguntei quem era o proprietário e fui falar com ele. Acho que quando a coisa é pra dar certo, ela dá certo. O próprio Ubiratã (proprietário) foi meu fiador na imobiliária. Conversamos, falei da intenção e ele me perguntou se eu tinha capital para isso. Falei: olha, não sei se tenho tudo. Eu vim para cá com R$ 14 mil e entreguei tudo para ele. Ele me disponibilizou uma sala de 60 lugares e a cozinha, e começamos. Atualmente, o restaurante atua com 240 lugares”, contou.

Confira a entrevista completa por meio da página do Jornal Integração ou no site leiafacil.com.br na aba Podcasts.

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