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Escola do Pompéia chega aos 30 anos

Referência na formação e capacitação de profissionais da área da saúde, a Escola de Educação Profissional em Saúde do Hospital Pompéia completou 30 anos neste início de mês. Ao longo destas três décadas atendeu mais de 7,2 mil alunos, além dos atuais 588 matriculados, maior parte mulheres entre 20 e 35 anos. Apenas 10% são homens. “A escola nasceu com o objetivo de suprir as demandas do próprio hospital por auxiliares de enfermagem. A primeira turma tinha 35 alunos. Com os bons resultados obtidos, houve crescente procura por profissionais de outros hospitais da cidade e de toda a Serra Gaúcha”, contou Líbera Stello, diretora da escola.

Localizada nos últimos andares do shopping Prataviera, a escola oferta 11 cursos de qualificação e o Técnico em Enfermagem. “O índice de absorção de nossos alunos pelo mercado é muito grande. Dentre as qualificações que proporcionamos, o curso de Cuidadores de Idosos é um dos mais requisitados”, destacou. “Com a estimativa de vida do brasileiro aumentando, profissionais gabaritados para este tipo de serviço serão e já estão sendo cada vez mais requisitados”.

Atendendo todas as determinações que contribuem para a prestação de um serviço educacional com qualidade, a escola oferece soluções na promoção da saúde à comunidade, prima pelo cuidado humanizado e pela busca constante por inovação e capacitação. Desde 2007, o Pompéia tem a credencial de ensino pelos ministérios da Educação e da Saúde, além da Certificação da Acreditação Hospitalar. “Estamos sempre atentos ao que o mercado necessita, como as novas tecnologias e ferramentas necessárias para o exercício da atividade. Desta forma, novas modalidades de cursos devem ser inseridas ainda este ano à nossa grade. Para 2020, estamos pensando em trabalhar com modalidades de Ensino a Distância. E quem sabe, ingressar na área da graduação”, contou. Quem tiver interesse em algum curso do Pompéia pode obter mais informações no site www.pompeia.org.br, na aba Ensino & Pesquisa.

 

 

TEMPO: Chuvas marcam vésperas do Outono

A chuva ainda deve continuar na Serra Gaúcha nesta terça-feira, às vésperas do início do Outono (quinta-feira, dia 21). O boletim meteorológico emitido pela Sala de Situação da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) destaca que a semana começa com tempo bastante instável com a atuação de sistemas de baixa pressão.

Nesta segunda-feira, a chuva atingiu todo o estado em forma de pancadas – com variações regionais. A Serra Gaúcha, por exemplo, teve ventos mais fortes em alguns momentos.

Na terça-feira (19), a frente fria se afasta rapidamente devido ao avanço de uma massa de ar seco empurrada pelos ventos do quadrante sul. Com isso, o sol volta a predominar e as temperaturas diminuem. A chuva persiste somente no leste por conta dos ventos úmidos que sopram do mar, mas ainda assim, são pancadas rápidas, isoladas e sem grande intensidade. Os ventos no litoral são moderados com rajadas que podem passar dos 50km/h.

Na quarta-feira (20), ainda haverá nebulosidade e chance de chuva fraca e isolada no leste. Na maior parte do estado o tempo será firme e frio no início e no final do dia, gerando uma grande amplitude térmica, típica de outono, que começa oficialmente na quinta-feira.

Em relação ao outono, os dias chuvosos devem persistir na Região Sul, de acordo com o site Climatempo. Se nas demais regiões, em especial no Sudeste e Centro-Oeste, há o risco de redução da frequência e do volume médio de chuva, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná continuarão com tempo mais úmido, com o frio chegando já no mês de abril.

 

Assurcon faz alerta contra volta de pedágios

“Há realidades e verdades públicas que precisam ser continuamente repetidas, pois, por interesses ou por esquecimento, são deixadas de lado”. Foi com esta frase que David Vicenço, presidente da Associação dos Usuários de Rodovias do Rio Grande do Sul (Assurcon), iniciou ofício endereçado aos deputados do Rio Grande do Sul. O assunto em questão são as possíveis novas concessões rodoviárias do governador Eduardo Leite.

Vicenço está preocupado com o provável retorno da cobrança de pedágios, com possibilidade de implantação de 40 praças. Segundo ele, desde o final de 2015, o governo estadual já articulava para reinstalar o sistema. “Governo e empreiteiras agiam em conjunto. As empreiteiras possuem tal força que praticamente exigem que lhes sejam entregues as rodovias para que possam cobrar pedágios. Construir novas estradas em melhores condições, ampliando a malha rodoviária? Nem pensar. O grande negócio é ganhar estradas prontas e cobrar pedágios durante décadas, sem vias alternativas para os usuários”, alertou.

De acordo com Vicenço, o regulamento que está para ser aprovado prevê a concessão das praças de pedágio por um período de 30 anos. Muito semelhante aos moldes do sistema implantado pelo ex-governador Antônio Britto, na gestão 1995/1999. Só que naquele período o prazo firmado foi de 15 anos. “Já, na época, o Banco Mundial avaliou como um dos piores modelos de pedagiamento do mundo. E, agora, se implantado, será uma decisão totalmente palaciana, com a ausência de audiências públicas. O ex-governador José Ivo Sartori deixou o Cavalo de Troia como presente para o Estado. Nenhuma prefeitura, vereador ou deputado levantou essa questão. Isso mostra o nivelamento por baixo, pífio, das pessoas que ocupam estes cargos. Todos ficam bem quietinhos. Porque, com certeza, isso os trará benefícios”, criticou.


 

Entidade defende modelo comunitário

 

Conforme David Vicenço, durante os 15 anos dos polos de pedágios, a Assurcon fez análises dos contratos, aditivos, relatórios técnicos, das ações na justiça, da CPI na Assembleia Legislativa e das análises da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado. Todos, garante o vice-presidente da entidade, mostram que os governos teimam em fazer concessões rodoviárias às empreiteiras, mesmo provando-se que há duas soluções que atendem ao interesse público gaúcho.

Como solução, Vicenço sugere o pedágio comunitário e o modelo adotado pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR). “Durante o período que o pedágio comunitário vigorou, com o dinheiro arrecadado, foi duplicada a rodovia RS-122 da Vila Scharlau até São Vendelino. O custo do pedágio comunitário fica em 20%, e 80% do valor arrecadado é destinado para fazer obras. Com a EGR isto está em 30% e 70%. Nas concessões rodoviárias para as empreiteiras 70% são custos e somente 30% dos valores arrecadados  são destinados para “manutenção”, assegurou.

Também no governo Sartori, Vicenço disse que a EGR, por meio de decreto passado pelo Palácio Piratini à Assembleia Legislativa, teve a retirada dos conselheiros que defendiam a sociedade. Além disso, a EGR paga por projetos de estradas, de responsabilidade do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer). “É destinando 15% da arrecadação da EGR para emergências em estradas que são de competência do Daer. Pelo fato de o Conselho da EGR visar somente ao interesse das empreiteiras, continuaremos tendo os mais diversos problemas nas rodovias. A sociedade precisa se mobilizar”, convocou.

 

Controle online

 

O presidente da Assurcon, David Vicenço, também cobra do governo do Estado o controle online da arrecadação dos pedágios. “Não temos sequer uma noção do que é arrecadado nas praças. Não existe controle online. Eles não fazem, porque há indícios fortes da existência de sonegação. E ninguém fala nada”, criticou.

Outra reivindicação de Vicenço é que o governo do Estado monitore o peso dos veículos que circulam pelas rodovias gaúchas, principalmente de caminhões de cargas que impactam nas estradas. “Mas isso as empreiteiras não querem, justamente para que as estradas continuem sucateadas, e assim, eles possam superfaturar os recapeamentos”, disse.

 

As principais críticas

Se o modelo proposto pelo governador Eduardo Leite for aprovado, a população sairá perdendo, de acordo com a Assurcon. A entidade fez, inclusive, uma lista dos malefícios. Confira alguns itens.

 

– Contratos leoninos por 30 anos e certamente prorrogáveis;

– Divisão das comunidades com praças de pedágios;

– Engessamento do Estado e dos municípios, que estarão nas mãos das concessionárias;

– Prejuízos aos usuários, que passarão a pagar pedágios cumulativos;

– Superfaturamento dos insumos, como ocorreu no modelo com polos de pedágios;

– Aumento do custo RS, que já é muito alto, com a adoção de um modelo que vigorará por 30 anos ou mais.

 

Trevo para Fazendo Souza: Moradores protestam contra atraso nas obras

Um grupo de moradores da região de Fazendo Souza protestou domingo (17) contra a demora da conclusão das obras no trevo da Rota do Sul que dá acesso ao distrito, em um lado, e ao Bairro Ana Rech, no outro. Eles cobram agilidade por parte do Departamento Autônomo de Estradas e Rodagem (Daer), órgão do governo responsável pela obra.

Ao todo, cerca de 80 moradores participaram da manifestação, incluindo líderes dessas comunidades e vereadores com vínculos com a região, como Alceu Thomé (PTB) e Arlindo Bandeira (PP). Além da demora, eles reclamam da falta de sinalização no local, o que amplia o risco de acidentes.

As obras, com orçamento inicial de R$ 925 mil, começaram em setembro de 2017. Desde então, foram paralisadas pelo menos três vezes. Segundo o Daer, a conclusão está prevista para o primeiro semestre deste ano.

 

Edição 1501

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Caxias sedia primeira audiência da campanha Valores que Ficam

Caxias do Sul foi o primeiro município gaúcho a receber uma das 10 audiências públicas para divulgar a campanha Valores que Ficam. A realização é da Assembleia Legislativa e visa incentivar a doação de parte do Imposto de Renda devido por pessoas físicas ao Fundo da Criança e do Adolescente (Funcriança). Além disso, a série de encontros tem por finalidade debater temas que estão em evidência na política gaúcha, como as privatizações, concessões de serviços públicos e parcerias público-privadas.

A audiência pública ocorreu durante a tarde, no Teatro da Universidade de Caxias do Sul (UCS). Na primeira parte, o tema foi o direcionamento de parte do IR devido ao Funcriança. Ele foi desenvolvido pelos delegados da Receita Federal em Santa Cruz do Sul, Leomar Padilha, e, em Caxias do Sul, Nilson Sommavilla Primo, e representantes do Conselho Regional de Contabilidade e de entidades sociais.

A segunda audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa está marcada para dia 29 de março em Pelotas. Estão previstos encontros em Santa Maria, Bagé, Capão da Canoa, Passo Fundo, Santa Cruz do Sul, Uruguaiana, Santa Rosa e Porto Alegre.

 

REPRESENTAÇÃO

 

Conforme o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Luis Augusto Lara/PTB, a proposta é uma forma de descentralizar o debate sobre os grande temas do Estado. “Registramos o engajamento da UCS, da comunidade da Serra Gaúcha, juntamente com os poderes Executivo e Judiciário, a Receita Federal e deputados de todos os partidos. Este é um movimento liderado pela Assembleia, na qual sou apenas o síndico desse prédio. Este projeto nos faz sair da Capital e vir aos polos regionais discutir assuntos como Funcriança e outros temas de interesse do Rio Grande do Sul”, ressaltou.

Os três deputados estaduais eleitos por Caxias do Sul também estiveram presentes na reunião pública. Conforme Neri, O Carteiro/SD, as audiências são importantes porque salientam a representatividade dos parlamentares. “Importante unirmos todas as lideranças políticas do Estado e da região para discutirmos juntos. Prefeitos, vereadores e representantes da sociedade para debatermos e dialogarmos sobre essas pautas de interesse comum”, afirmou.

 

Deputados divergem sobre plebiscito e privatizações

 

Na segunda parte do encontro, os participantes do encontro debateram as privatizações de empresas públicas. Fato que somente poderá ocorrer depois que a Assembleia Legislativa decidir se revoga a necessidade de plebiscito para que elas possam ser privatizadas.

De acordo com o presidente Augusto Lara, os deputados aprovaram a realização da série de audiências porque querem aprofundar a discussão destes temas com toda a sociedade gaúcha. “Por enquanto, existe o projeto que retira a obrigatoriedade do plebiscito para vender as estatais. A perspectiva é de votarmos em até 45 dias essa matéria. Se ele passar em plenário, depois virão os projetos das privatizações. Quando chegar esse momento, precisamos estar conscientes, pois são contratos de 50 anos, que precisam ter respaldo o respaldo técnico e político”, salientou.

O deputado Carlos Búrigo/MDB lembrou que a intenção de privatizar a Sulgás, a Companhia Riograndense de Mineração (CRM) e a Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica (CEEE) vem do governo anterior. O parlamentar disse que foi o ex-governador José Ivo Sartori/MDB que propôs a modernização do Estado. “O Rio Grande do Sul precisa mudar, se modernizar, ficar mais leve. Com isso, atender às necessidades das áreas prioritárias, como saúde, educação e segurança. Elas [estatais] foram importantes no passado, mas hoje não têm mais função pública e pesam nos cofres do Estado”, enfatizou.

Já o deputado Pepe Vargas/PT é contrário às privatizações e a favor do plebiscito. Segundo ele, o serviço privado custa caro para o usuário. Conforme o petista, os gaúchos têm experiência negativa em privatizações. “Pergunta para um agricultor que fica cinco dias sem energia elétrica da RGE se ele está contente com a privatização do setor. E para o cliente da telefonia, que dá um passo para dentro do centro e já não pega o sinal. Defendemos a necessidade do plebiscito para que haja um debate efetivo, para ver se, realmente, a CEEE é deficitária ou não. Privatizando os serviços, vamos estar nos enganando”, retrucou.

 

 

PREVIDÊNCIA: Reforma é debatida no Planalto

O presidente Jair Bolsonaro se reuniu nesta sexta (15) com o deputado federal Felipe Francischini (PSL-PR), que comandará a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Em pauta, a tramitação da reforma da Previdência. Participaram do encontro o líder do governo na Câmara, deputado Major Victor Hugo (PSL-GO), e o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

À Agência Brasil, o líder do governo disse que cinco nomes são considerados para relatar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que altera as regras da aposentadoria, cuja primeira fase de tramitação é justamente na CCJ. Cabe ao colegiado analisar a admissibilidade da PEC. Vencida esta etapa, o mérito da proposta é debatido no âmbito de uma comissão especial criada especificamente para este fim. “A gente tem cinco nomes no radar e vamos construir juntos com o Rodrigo Maia [presidente da Câmara], para que seja um nome de consenso e com apoio dentro da Casa", afirmou o Major Victor Hugo. Sem adiantar nomes, para não gerar "ansiedades", o deputado disse que os candidatos ao posto pertencem a partidos variados e são todos favoráveis à admissibilidade da PEC.

A escolha do relator é uma atribuição do presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini. Segundo ele, será adotado um critério técnico nessa definição. "Tem que ser uma pessoa com ampla capacidade jurídica e, de preferência, que tenha uma experiência já na Casa", afirmou. A expectativa do governo é que a admissibilidade possa ser votada na CCJ até o fim deste mês ou, no máximo, até a primeira semana de abril.

 

APARTE 6

Não se pode afirmar categoricamente se a escolha de Caxias do Sul para abrir a campanha Valores que Ficam tem a ver com o fato de o Município ter três representantes na Assembleia Legislativa. Entretanto, a realização da primeira da série de 10 audiências públicas da campanha, em Caxias, já denota que o Parlamento voltou a valorizar a importância política do segundo maior município do Estado na discussão dos grandes temas do Rio Grande do Sul. Também merece destaque as presenças dos deputados Carlos Búrigo/MDB, Neri, O Carteiro/SD e Pepe Vargas/PT. Cada um defendeu posicionamento, principalmente, com relação à intenção do governo de Eduardo Leite/PSDB em dar sequência à política de privatizações de estatais, herdada da gestão do antecessor, José Ivo Sartori/MDB.

 

EM BUSCA DE SOLUÇÕES

 

A vereadora Tatiane Frizzo/SD se reuniu, nesta sexta (15), com o chefe de gabinete da prefeitura, Chico Guerra/PRB. A parlamentar foi ao Executivo cobrar recursos prometidos para a Apae Caxias, solicitar a redução no valor da tarifa do transporte coletivo e manifestar preocupação com relação ao Caso Magnabosco. Entre as sugestões apresentadas, para baixar o valor da passagem de ônibus, disse que o Executivo poderia voltar a isentar a Visate do ISSQN e da taxa de gerenciamento. Sobre a Apae, o valor cobrado foi de R$ 200 mil. Tatiane também questionou Chico sobre a falta de interesse do governo em participar da força-tarefa, em Brasília, que tenta reverter as decisões contra o Município.

 

VERBA PARA O HOSPITAL POMPÉIA

 

O Hospital Pompéia recebeu uma emenda parlamentar de R$ 500 mil do deputado federal Danrlei de Deus/PSD. A verba foi encaminhada por meio do gabinete do vereador Kiko Girardi/PSD. Na manhã desta sexta-feira (15), Kiko entregou o documento ao diretor de planejamento, Gilberto Uebel, e à superintendente administrativa, Daniele Meneguzzi.

 

QUEM MANDOU MATAR O PRESIDENTE?

 

O deputado federal Bibo Nunes/PSL-RS lançou na quinta-feira (14) a campanha “Eu quero saber quem mandou matar Bolsonaro”. Disse ele: “Quero saber quem matou todas as vítimas de assassinato no Brasil. E cada vez que algum parlamentar levantar essa bandeira estarei aqui nesse plenário para levantar a minha bandeira: quem mandou matar Bolsonaro?”.

O parlamentar lembrou que muitas mulheres são assassinadas todos os anos no Brasil. “A justiça não tem que ser de direita ou esquerda. Ela está acima de todos. Inclusive as investigações devem avançar para esclarecer quem matou Jair Bolsonaro”.

 

Salão de Franquias reunirá 20 marcas

O sistema de franchising é uma das boas oportunidades para quem está disposto a investir ou pretende empreender, mas quer começar com o respaldo de alguma marca ou serviço. Para esse público, o Sebrae RS preparou a segunda edição do Salão de Franquias, em Caxias do Sul. O evento está programado para o dia 21 de março, das 10h às 21h, na Unidade Sebrae de Negócios Caxias do Sul (Rua Sinimbu, 816 – Nossa Senhora de Lourdes). A visitação é gratuita e a inscrição pode ser feita pelo link http://bit.ly/SalaodeFranquias.

De acordo com os dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), até o fim do ano, o número de franquias deve crescer entre 5% e 6% e o de novas redes, 1%. Com a tendência de retomada do crescimento econômico, a ABF projeta alta do faturamento de até 10%. O setor registra receita anual de aproximadamente R$ 160 bilhões, reunindo mais de 140 mil unidades e em torno de 2,8 mil marcas de franquias. 

O gestor de projetos do Sebrae RS, Rodrigo Baierle Silva, afirma que 20 franquias estarão presentes no evento e à disposição para apresentar todos os detalhes do negócio. São empresas com modelos e propostas de negócio diferenciadas e com potencial de atuação na Serra Gaúcha. “Durante o evento, também faremos palestras sobre os cuidados na hora de escolher uma franquia e também como se tornar uma franquia”, complementa. O salão reunirá franquias de diversos setores como alimentação, moda, serviços educacionais, entretenimento e outros.

 

FIMMA BRASIL: Projeto Comprador terá 51 importadores

As manhãs dos dias 27 e 28 de março, na Feira Internacional de Máquinas, Matérias-Primas e Acessórios para a Indústria Moveleira (FIMMA Brasil) 2019, serão dedicadas exclusivamente ao projeto Comprador. Serão 51 importadores, de 10 países, que participarão de rodadas de negócios, 20 minutos cada, com 86 expositores. Com o fechamento do prazo de inscrições, o próximo passo é a organização das agendas de acordo com o perfil do importador e a área de interesse do expositor da feira.

Neste ano, a grande novidade será o limite de crédito pré-aprovado de US$ 2,5 milhões por meio do grupo Exicon, com matriz na Holanda e correspondente no Brasil do Grupo FCI, dedicado a avaliações de risco comercial, para operações a prazo nos segmentos de exportação e importação. “A FIMMA Brasil 2019 está focada em aumentar o volume de negócios de seus expositores e essa será mais uma ferramenta que auxiliará no momento da negociação com os importadores do Projeto Comprador”, explica Marcelo Haefliger, diretor internacional da feira.

Na 10ª edição do projeto estarão presentes importadores da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Estados Unidos, Guatemala, México, Peru, República Dominicana e Uruguai. O maior número, 14, virá da Colômbia, seguido da Argentina, com 11. A seleção foi feita a partir da análise de inúmeros indicadores, entre eles volume de importação, taxa de crescimento, concorrência e barreiras, em comparação entre o potencial dos países. Haefliger, explica que o projeto Orchestra Brasil, juntamente com a área de inteligência de mercado da Apex Brasil, realiza anualmente revisão dos países alvo. A FIMMA Brasil ocorrerá de 26 a 29 de março, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves.

 

 

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