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Mulheres do Coletivo Valentinas lideram ação sustentável e social no Festival de Gastronomia

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GRAMADO – O Coletivo Valentinas, um grupo de mulheres de Gramado, será responsável pela confecção de produtos e reciclagem para o 17º Festival de Cultura e Gastronomia. A ação, focada em cooperação e sustentabilidade, conta com o apoio do Sicredi e integra a estrutura do evento, realizado pela Abrasel Hortênsias.

Para a edição do festival, que acontece de 9 a 19 de outubro de 2025, as integrantes do coletivo produzirão bolsas de feira, ecobags e aventais. A matéria-prima para as bolsas e ecobags será o material usado na última edição do evento, especificamente as lonas de cobertura e sinalização, que serão transformadas em novos produtos. Esta abordagem de reutilização aplica diretamente os princípios da economia circular no ciclo do próprio festival. Outra iniciativa do coletivo será fazer a coleta da gordura produzida pelas operações gastronômicas do evento e produzir, com o material recolhido, sabão que será doado para Secretaria de Assistência Social de Gramado.

O Coletivo Valentinas foi formado em 2018 com o suporte dos CRAS Vila Verde e Várzea Grande, com o objetivo de gerar renda para mulheres em situação de vulnerabilidade. O grupo utiliza técnicas de costura, crochê e bordado e está em processo de formalização como cooperativa para ampliar suas oportunidades de comercialização. A participação no festival é viabilizada através do AceleraCoop, um programa do Sicredi que oferece mentoria e apoio a cooperativas associadas da Sicredi Pioneira para o desenvolvimento de projetos com impacto social.

Segundo Gabriele Grespan, executiva da Abrasel Hortênsias, a parceria tem um papel definido. “Esta colaboração com o Coletivo Valentinas e o Sicredi une frentes de trabalho: o empreendedorismo feminino, a sustentabilidade e a cultura local. A ação posiciona a ABRASEL como agente de inclusão e transformação comunitária“, afirma.

Os resultados da parceria se desdobram em diversas frentes. No aspecto ambiental, a iniciativa transforma um resíduo do evento, as lonas, em novos produtos, aplicando na prática a economia circular com protagonismo feminino. Socialmente, a ação gera renda direta e visibilidade para as empreendedoras do coletivo, apoiando sua estruturação como um negócio formal. Os produtos artesanais resultantes também possuem um valor cultural, conectando os visitantes à identidade de Gramado. Toda a ação se fundamenta em um modelo cooperativo, estabelecendo uma colaboração funcional entre o coletivo de produtoras, uma instituição financeira e a associação organizadora do festival, o que fortalece o ecossistema local.

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