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UCS e HCC

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A Fundação Universidade de Caxias do Sul (FUCS) é a mantenedora do Hospital Geral em Caxias do Sul e também da UCS, que possui um núcleo em Canela. O HG, como todos sabem, é referência regional em saúde para mais de meio milhão de pessoas de 49 cidades da região. Sendo, inclusive, referência em casos de oncologia.

Já o Hospital de Caridade de Canela, que há anos vive afundado em dificuldades, se mostra em notável evolução desde que a Prefeitura assumiu a direção com a intervenção. Mas essa intervenção não pode durar para sempre. Algo precisa ser planejado e colocado em prática pensando a longo prazo.

Mas o que uma coisa tem a ver com outra? Bueno, a FUCS sempre esteve atenta ao que acontece nas cidades onde possui raízes. Então, já pensou se a Fundação viesse a assumir o HCC? Seria glorioso para Canela. Pois este assunto já foi tema de reuniões… Bem que podia, né?

Volta às aulas

Depois de ultrapassar a linha do absurdo com essa discussão sobre a volta das aulas presenciais, os alunos, enfim, poderão regressar ao convício social e de aprendizagem. As instituições defensoras dos professores, embora transpareçam que não dão a mínima para os estudantes e suas famílias, atuam de forma legítima. É o seu papel. Mas lugar de criança é na escola e já passou da hora de retorno à classe.

Com essa boa notícia, reitera-se a necessidade de zelo e os cuidados inerentes a higienização e possível distanciamento dentro da escola. E mais, que ocorreram as necessárias mobilizações para priorizar a vacinação dos professores para proporcionar a tranquilidade que a vacina tanto inspira. Especialmente que,uma vez retomada a atividade, não se suspenda nunca mais.

Por fim, reitero o que sempre afirmei aqui nesta coluna: quem quer, pode ou precisa ficar em casa, que fique. Respeite-se isso. E que haja recíproca nesse respeito. Professores e famílias que querem o retorno, e estes são maioria, merecem o direito ao retorno.

Atraso na aprendizagem

Ali nas páginas 6 e 7 temos uma ampla reportagem sobre o atraso na aprendizagem das crianças e também as datas do retorno das atividades. Recomendo a leitura. O estudo remoto durante a pandemia pode ter amenizado o déficit para quem tem condições financeiras melhores, mas o atraso é gigante para maioria da famílias.

Ilustro o que digo com um exemplo local desta diferença, citando o caso de um aluninho de seis anos que está no 1º ano do fundamental na escola particular comparando com a escolapública. Conversei com uma profe que atende às duas redes de ensino. Na particular, essa criança, que está desde o início do ano com aulas on-line durante três horas diárias, já aprendeu as vogais, já faz continhas e está iniciando a leitura com a junção de sílabas simples. No caso da rede pública, as crianças ainda estão nas vogais e iniciando agora as continhas com números até 9.

Na particular, a frequência chega a 95%, enquanto que na pública a dificuldade de fazer a lição chegar aos pequenos é abismal. Depois que o Município conseguiu derrubar uma liminar que impedia inclusive a entrega de tarefas para os pais, houve significativa melhora, mas o atraso que ela provocou permanece.

Nos dois casos, embora seja mesma idade e série, o professor precisa fazer planejamentos diferentespara atender ambos, levando em conta o ano passado, já que maioria não teve aquelas atividades didáticas do prézinho. Na particular, a profe consegue tirar as dúvidas dos pequenos durante a aula on-line. Na pública, depende da família em buscar os exercícios na escola e passar a lição para as crianças, além de depender de internet para a criança conseguir assistir a um vídeo explicativo para entender o ensino. Não há outra maneira. A criança precisa estar na escola, pela aprendizagem, convívio social e trocentas outras justificativas…

Vacinação para Covid-19

Canela e Gramado possuem uma preocupação extra para resolver a fila de vacinação contra Covid-19. É a população flutuante. Obviamente que canelenses e gramadenses defendem prioridade local na hora de vacinar e, teoricamente, se as vacinas são destinadas para cá, que se vacine a população local primeiro, certo? Errado.

A vacina não pode ser negada a ninguém. É um bem público. Por mais que a comunidade esbraveje com isso, as Secretarias da Saúde das duas cidades precisam seguir a lei e as determinações estaduais e, neste caso, federais. Canela e Gramado possuem população flutuante bem expressiva e isso, inclusive, está sendo utilizado como argumento junto ao governo do Estado para conseguir o envio de mais doses para cá.

Segunda dose

Outra determinação que Canela e Gramado precisam respeitar é a organização do Estado com relação ao envio das doses. A Secretaria Estadual da Saúde já sabe quantas vacinas são necessárias para zerar a fila de espera pela segunda aplicação. Sobre este tema em específico, Canela deve receber um posicionamento do Estado na próxima segunda-feira. Torcemos por boas notícias…

Galos de rinha

Foi de saltar faísca as discussões em torno da proposta trazida à sessão da Câmara pelo vereador Jonas Bernardo (PDT). O edil, que esteve ocupando a cadeira de Jerônimo Rolim durante duas semanas, fez uma sugestão para que a Prefeitura crie um Projeto de Lei autorizando a criação, manejo e realização de exposições de aves da raça Mura, que são os famosos galos de briga ou combate.

Existem criadores que apreciam a raça. Entretanto, o uso destes animais em rinhas clandestinas gerou revolta de muitas pessoas e críticas à proposta. “Os criadores de galo de briga criam os galos para qual finalidade?”, questionou um internauta. “Criar para preservar a espécie sou favorável, mas para ganhar dinheiro sob a crueldade é crime”, ponderou outro internauta.

O vereador, que também cria animais dessa espécie, explicou: “É só um regramento municipal, nada mais que isso. Existe um manual de criação de como tem que ser o local onde são criados. A intenção é auxiliar na proteção dessesanimais e dos criadores. Muitas pessoas não conhecem a realidade, mas pode ter certeza que os criadores criam, porque amam esses animais. Eles não são bandidos como muitas vezes são taxados”.

Jonastambém sugeriu a criação de uma associação canelense de criadores de Galos Mura e fez um pedido para que a Prefeitura informe o que acontece com os galos apreendidos em situações irregulares, qual a destinação e condição que são levados estes animais.

Abordagens a turistas

Nesta semana, a coluna foi procurada por uma assinante do JI. Ela contou que recebeu a visita de familiares de outro estado e que aproveitaram o final de semana para ir até o Lago Negro passear. Lá foram abordados por vendedores. Ela sugere que o tempo dessas abordagens seja menor. Alguns turistas não deixam a prosa estender-se, as vezes nem a começar, mas muitos, para não ser indelicados, ouvem toda a oferta e perdem parte do passeio.

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