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Rua Coberta

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Empresários instalados ali ficaram chateados com o meu comentário na edição passada sobre suas responsabilidades e ajudar a manutenção da estrutura. Eis que são eles que faturam com a presença dos turistas, sendo o local mais preferido e visitado do município. Relataram em contato com o colunista pagarem altos aluguéis, tanto à Prefeitura, pelo espaço público, quanto aos proprietários dos imóveis. Logo, obviamente, o meu comentário foi e é direcionado a estes proprietários que, independentemente de qualquer tempestade, recebem seus altos aluguéis.

Arco-íris

É muito aguardado o novo bandeiraço do Leite para hoje. A palhinha dada para o sábado de Aleluia não refresca um ano de prejuízos. Ademais, um dia só, no meio, não permite um planejamento por parte dos possíveis turistas. Fique atento ao site do Jornal Integração, www.leiafacil.com, que é um verdadeiro parque de notícias e informações.

Dias melhores

Todos aguardamos há mais de um ano por dias melhores. Essas idas e vindas não são boas para ninguém. Mas, com certeza, há setores terrivelmente prejudicados com o atual sistema adotado pelo governo estadual. Alguma coisa real e efetiva precisa ser feita por aqueles que tiveram que fechar durante todo este tempo. Esperar que os donos dos imóveis decidam como lidar com o seu inquilino em relação ao aluguel é uma loucura. Os descontos em alguns casos, provavelmente na grande maioria, não são significativos.

Pandemia x Aluguéis

Como sabemos, os aluguéis na nossa região seguem a máxima de que por aqui tudo é mais caro. Assim, em momentos como os atuais também há dificuldade dos pequenos negócios se manterem, um elemento a mais para complicar. Falei ontem com dois importantes corretores, um de cada município, e pude observar que em Gramado houve maior sensibilidade por parte dos proprietários nas negociações. Como não há qualquer previsão para casos de pandemia, a coisa tem que se resolver na conversa. Na média, no município, segundo a fonte da coluna, que tem cerca de 300 aluguéis contratados, a negociação fica próxima dos 50%. Da parte dos hotéis e pousadas, a maioria conseguiu negociar o aluguel ao patamar permitido de ocupação. Tipo, se pode ocupar 25% dos apartamentos, paga percentual semelhante do aluguel. Em Canela, a negociação não atingiu os mesmos níveis de descontos e sensibilidade por parte dos proprietários. É bem verdade que os aluguéis são um pouco mais baratos, na comparação com Gramado, mas, mesmo assim, os donos de imóveis se mostraram um pouco truculentos e gananciosos.

No entanto, nos dois casos, Canela e Gramado, a primeira frase dita é: “cada caso é um caso”.

Fé e esperança

Falei com dois empresários do setor do chocolate ontem sobre a crise que se estabeleceu em razão da pandemia. É a segunda “safra” que perderam totalmente. Duas Páscoas seguidas sem faturar praticamente nada. Ambos juntaram as palavras fé e esperança nos seus depoimentos. E é o que precisamos muito. Há ameaças de novas cepas, novas variantes, que poderão estender em muito a pandemia. Mas, com fé e esperança superamos em breve esta peste. Acredito que até metade de maio teremos perto de 40% da população vacinada e isso dará uma tranquilidade.

Privatizações

Nesta edição, o assunto dá mais um passo. São dois temas relevantes para a região. Quanto à concessão das estradas, é preciso muita atenção. Necessário o envolvimento de toda a sociedade. É o nosso ir e vir. Nosso no sentido bem amplo: Gramado, Canela, Santa Maria do Herval, Nova Petrópolis, São Chico, Três Coroas, Igrejinha e arredores estão neste imbróglio. Importante destacar que o contrato será de 30 anos. Ou seja, quem tem cinquenta anos, como eu (51), possivelmente passará o resto da vida pagando o tal pedágio. Amarrar em contrato os compromissos certos para todo este tempo é um desafio. Há 30 anos, o Fiat 147 era um carrão!

Caracol

O Parque do Caracol é caso mais especialmente de Canela. Como estava se desenhando nos últimos anos, está se perdendo a galinha dos ovos de ouro de Canela. O próprio prefeito reconhece que a luta está perdida e ele deverá mesmo ir para a iniciativa privada, a exemplos dos cânions Itaimbezinho e Fortaleza em Cambará do Sul.

Turvo

Quando a coisa é estadual, a coisa fica turva. Aqui em Canela, o Estado só precisa autorizar o município fazer a manutenção, já que o recurso vinha do próprio Caracol. E não o fez! Nestes dias, fui conhecer o Salto do Yucumã, lá em Derrubadas, onde fica o Parque Estadual do Turvo. Depois de quinhentos quilômetros rodados, descobri que não iria dar para vê-lo, pois como choveu muito na cabeceira do Rio Uruguai, estava submerso. De todo modo, percorrida a principal distância, decidimos fazer mais os 15 quilômetros mata à dentro para chegar na barranca. Foi uma decepção. Não há a mínima estrutura, como uma torre, para subir alguns metros. Terceirizado aquilo seria uma mina de outro.

100 dias

Já se passaram 100 dias dos novos governos municipais. E o que em outros tempos seria motivo de coquetéis e discursos, quase passa batido no atual momento. Os prefeitos estão focados no principal, que é a pandemia. Infelizmente, resume-se a isso. Mas o prefeito de Nova Petrópolis marcou uma coletiva de imprensa, virtual, para logo mais às 14 horas. Jorge Darlei Wolf é principiante na função, diferentemente dos outros três prefeitos da região. Nestor, Constantino e Marcos Aguzoli já são carimbados.

Vacinação

Não se assuste. Infelizmente o ritmo é esse no mundo todo. As exceções são alguns países muito ricos como os EUA. Há um tempo necessário para a fabricação e países que não conseguiram desenvolver a sua própria, como é o caso do Brasil, dependem da velocidade que os outros, como a China e Índia, conseguem dar. O que acontece é que a briga entre Dória e Bolsonaro fez parecer, em algum momento e para alguns menos informados ou mal interessados, que seria possível acelerar isso, quando na verdade não é. Pois mesmo a do Dória não consegue andar. De novo, falta insumos vindos da China e a fabricação da Coronavac parou por alguns dias.

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