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Retratos da colônia de Gramado foram exibidos em exposição virtual no dia 26 - Leia Fácil
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Retratos da colônia de Gramado foram exibidos em exposição virtual no dia 26

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GRAMADO – Durante os meses de novembro e dezembro o artista plástico Alessandro Müller percorreu as áreas rurais da cidade, buscando registrar e divulgar as belezas coloniais através da ótica do desenho. O projeto cultural “Retraturas do cotidiano: Um resgate do tempo” retratou em traços as características das paisagens e das pessoas que vivem nas localidades da Linha 28, Linha Bonita, Linha Nova, Serra Grande e Nova Renânia.

“Existe um significado para cada local ou pessoa desenhada”, revela o artista.

Na Linha 28 o cenário escolhido foi a Igreja de São Valentim, uma construção que data de 1897 e que já foi responsável por incontáveis momentos de amor.

Já na Linha Bonita foram desenhados dois locais: a Casa Centenária, propriedade construída em 1900 pelos imigrantes italianos Benedito e Elisabetha Ferrari e a família Foss, representada pelos patriarcas Pedro e Zulmira Foss, que muito contribuíram para o desenvolvimento da história do turismo rural da cidade.

O artista também retratou o Cânion da Pedra Branca, conhecido pelo pôr do sol de tirar o fôlego, vista marcante da Linha Nova. Já na Nova Renânia a paisagem escolhida foi a vegetação e as araucárias, tão presentes no cenário da região.

E, para fechar com chave de ouro, a última saída de campo para desenho aconteceu na Serra Grande, onde Alessandro visitou o ateliê de Gilmar Stahl, artista plástico gramadense reconhecido pelo seu trabalho expressivo e marcante. Antes de ser batizado como ateliê de arte, o prédio foi sede de um matadouro, pois a família Stahl possuía um negócio no ramo de carnes na cidade. O que antes era um matadouro, agora é conhecido como nascedouro de arte.

Para Alessandro, existe um subtexto em cada retrato feito neste projeto: “eu quero recordar a história onde a cidade começou, valorizando aqueles que contribuíram para a sua construção histórica e cultural”, comenta.

Para Luana, produtora do projeto, o respeito está em valorizar as crenças e a tradição dos colonos, “como gramadense sinto que nossa riqueza cultural ancestral está sendo deixada de lado, o que não pode acontecer. Precisamos fazer um forte resgate do tempo e das verdadeiras heranças da nossa história”.

No último dia 26 (sábado), às 20h ocorreu a exposição virtual das obras produzidas no projeto, contando com a monitoria guiada pela estudante de artes visuais Daniele do Amaral, e foi transmitido pelo canal do Youtube e página do Facebook do artista. Para quem quiser assistir, está disponível, de forma permanente e gratuita.

No final deste projeto, o artista doou algumas das obras produzidas a acervos públicos do município, para que estes registros contribuam com a manutenção do patrimônio histórico cultural imaterial da cidade, proporcionando conhecimento a todos que buscarem saber mais da nossa gente e da nossa terra. Receberão as doações o Arquivo Público Municipal João Leopoldo Lied (Bairro Planalto), o Centro de Cultura da Várzea Grande e a Capela Nossa Senhora Imaculada Conceição (Bairro Dutra).

É possível acompanhar nas redes sociais os fatos e histórias das famílias e colônias visitadas, onde vídeos e fotos foram compartilhados diariamente.

Para mais informações contate: (54) 99903-3263 ou procure o artista no site www.alessandromullerart.com.

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