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Felicitações

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Na edição de hoje, recebemos com muito carinho as mensagens dos nossos amigos e anunciantes em relação ao 18º aniversário do JI, transcorrido dia 6 passado. Edição que tradicionalmente leva uma atenção muito especial por parte da nossa equipe, mas que, este ano, por causa da pandemia que nos levou há mais de 30 dias de portas fechadas no comércio, obviamente também ficou prejudicado. Até por respeito a estes parceiros que sofrem, muitos já sem terem o mínimo para manter suas empresas e seus guerreiros trabalhadores. Por isso, nesta edição, recebemos este carinho e ratificamos o nosso compromisso de estar sempre ombro a ombro em cada luta coletiva. Por aqui, vamos fazendo o nosso melhor, trabalhando muito mais com menos, mas sem reclamar e sem esmorecer. Estamos cientes da nossa condição desde que sentamos nesta cadeira e jamais buscamos sermos diferentes, vivemos e sentimos o que está ao nosso redor. Não somos, direção e equipe,e nem queremos ser exceção. Queremos sim estar aqui para contar, no mínimo detalhe, tudo o que envolve as nossas queridas comunidades de Canela e Gramado. Somos ajudados quando precisamos e ajudamos quando podemos. Um forte abraço e muitíssimo obrigado a vocês que mantém investimento conosco e também tenham a certeza de que cuidaremos bem de vossas marcas, valorizando-as e colocando seus produtos na vitrine, ao alcance do mais criterioso consumidor.

Mobilização

Foi bonito ver na terça a mobilização pelo retorno das atividades do turismo. Jovens, velhos, empresários, trabalhadores, gordos, magros, pretos, brancos, ricos e pobres, todos juntos. Mostrou força, mostrou capacidade. Mas, o prometido de que no outro dia voltariam ao trabalho, pelo fim, foi adiado para hoje. Até achei sensato já que todas as lideranças da região, políticas e empresariais, foram até o Governo pedir que tratasse a região turística como uma fábrica, permitindo um funcionamento mais amplo e o Governo garantiu que dará atenção ao pleito. E estes dois dias também não teriam mesmo clientes, pois dependemos que estes venham, o que correrá apenas após a divulgação de que serão atendidos por aqui.

Bandeirada

Portanto a “bandeirada” de hoje do Governador é mais aguardada do que nunca. Se renovar a preta e não permitir que os restaurantes atuem até mais tarde do que 20h, será desobedecido. Parques querem abrir e por aí vai. A engrenagem econômica da região estará de olho no Eduardo Leite hoje à tarde. 

Inédito

E olhem do que uma pandemia é capaz. Jamais poderíamos imaginar ver um dia uma manifestação exigindo a volta ao trabalho. O que vimos historicamente é o contrário, movimentos de paralização de atividades. Isso sim virou rotina, mas assim, pedindo para trabalhar, nunca tinha visto. O coro, a cantiga era: “queremos trabalhar, queremos trabalhar”!

Destaques

Não é bom em um movimento, em que prevalece e é necessária a união de todos, escolher destaques. Por isso, não vou me referir às lideranças dos setores produtivos, apenas às políticas. O Secretário de Turismo de Canela, Ângelo Sanches, encabeçou a campanha Turismo não é o Vilão e participou de ponta a ponta do protesto. Da parte de Gramado, o prefeito Nestor e o vice Luia não se separaram dos manifestantes. Foram a todos os pontos de reunião e prestaram solidariedade. Subiram no conceito de muitos, os grupos de WhatsApp destacaram isso.  Teve um momento que ficará na memória de todos os participantes. Do nada, sem aviso, trovões, relâmpagos, bem quando iniciariam os manifestos das lideranças, veio uma pancada de chuva. E não tinha para onde correr. Mesmo assim, o povo se dissipou para debaixo de árvores e improvisando do jeito que deu. A foto mostra (da Esq. p/ Dir.), Nestor, Luia, Ângelo Sanches, Diego Cardoso e, de costas, Beto Tomasini, junto ao monumento da Integração. 

Trabalhando dá!

Temo que a pandemia esteja longe do fim. Passamos este primeiro ano acreditando que com a chegada da vacina estaríamos com o bicho dominado. Mas já nem isso é mais uma certeza. O mundo está às voltas com uma nova ‘cepa’ a cada instante surgindo nos mais diversos lugares do planeta. Aí já não se sabe se a vacina segue sendo eficaz. Por isso, é tão importante que o trabalho, todo, seja liberado. Se ficarmos nessas de paralisar o setor produtivo, em pouco tempo seremos um país de miseráveis. Enfrentaremos o que for preciso se mantivermos os empregos e a renda das famílias. Do contrário, a coisa desanda de forma generalizada e logo logo ninguém segura mais o povo. É imperativo que lembremos que somos uma nação pobre, que não tem condições de alcançar o mínimo para o seu povo em uma eventual crise de fome, se ainda não chegou neste ponto.

Integração 18 anos

Temos recebido elogios ao nosso trabalho ao longo de todos estes anos. Mais recentemente fomos muito elogiados pela cobertura do pleito eleitoral municipal e agora, terça-feira, quando dos manifestos pelavolta ao trabalho. Não trabalhamos para receber elogios, pois entendemos que é nossa missão e compromisso, mas claro que é agradável e nos renova. Desde os dois anos do impresso, aparecemos sempre na liderança, chegamos a ter 80% da preferência na pesquisa da ACIC. Nas redes sociais, também estamos sempre muito à frente dos demais, com duas outrês vezes mais envolvimentos que os outros. Digo isso não para prosear, mas para garantir que estamos vendo isso e prontos para dar as respostas que os leitores esperam de nós, em todas as plataformas.

Tivemos nesta última semana quase duzentos mil pessoas que se engajaram na nossa página do Face. Veja no quadro a comparação com os demais:

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