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Controle da natalidade

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Falando da volta às aulas, na sessão de segunda-feira, o vereador do PDT Jerônimo Terra Rolim, defendeu a vacinação prioritária dos professores, para depois retomarem as aulas. Ele declarou que as escolas não devem ser depósitos de crianças e que os pais tem de fazer um planejamento antes de terem filhos. E chegou a defender um controle de natalidade pelo estado. “Como eu disse na semana passada, não é que eu sou contra a volta às aulas, eu sou contra um sistema que não prioriza um sistema de vacinação aos professores, orientadores e educadores. Querem voltar às aulas? Vacinem os professores com tranquilidade”, comentou.

“É melhor não ter filho”

“Algumas pessoas dizem: ah, os pais não tem onde deixar os filhos! Só um pouquinho, escola não é deposito de filhos, filho exige uma programação! Filho exige, em uma época de pandemia, tu te dedicar ao filho. O Estado, a Prefeitura, tem obrigação constitucional de fornecer a vaga na escola sim, mas não obrigação de tratar o teu filho como obrigação de receber em depósito. Se o cara não consegue sobreviver porque tem que trabalhar, trabalhar, trabalhar e não pode ficar com os filhos, é melhor não ter filho. Está na hora de tratar também a questão do controle de natalidade, que nós não temos na cidade de Canela”. O vereador também classificou como um caos o tratamento à saúde inicial, com alto número de mortalidade infantil. Relatou haver alto número de mulheres com doenças sexualmente transmissíveis no município, como sífilis, o que teria visto em alguma apresentação de slides, a qual não identificou a origem. “Ter filhos é muito bom, na hora é muito bom, mas depois para largar ao estado é muito fácil.”

Amigo Bicho

Sem julgamentos ao edil. Só quero lembrar aos leitores que é o mesmo vereador que briga declaradamente com o executivo por repasses à ONG que cuida de cachorros, da qual participa. Também lembraria ao vereador que já faz um ano (a completar dia 17 próximo) que vivemos o achatamento dos ganhos dos menos favorecidos. Quem está pagando alto pela pandemia são os trabalhadores, os pais. Também quero lembrar ao amigo Jerônimo que, sem crianças, não há vida. São elas (as crianças) que fazem valer a pena seguir lutando. Também é preciso lembrar ao vereador que são esses pais que levantam cedo e vão servir os ricos em hotéis, restaurantes, lojas e fábricas e, para garantir que a produção dos mais diversos setores não pare.

Visão

Na minha visão, teríamos sim que dar um jeito de estender a mão para quem tem crianças em casa. Ir lá ver como estão se virando depois de um ano de miséria. Pois, haja planejamento prévio para perceber que em 21 anos não haverá algo tão grave como esta sendo a pandemia. Sim, da gravidez até entregar um cidadão à sociedade são, no mínimo, 21 anos. E, Jerônimo, em termos de educação, de o Estado fazer a sua parte, lembre que 2019 terminou muito mal, com pelo menos três meses de greve dos professores. 2020 nem se fala. E 2021 começa como todos estamos vendo. Ou seja, da parte do Estado, vereador, a coisa está muito mal para aqueles que são o nosso futuro, o nosso motivo de seguir lutando e acreditando.

Só quem tem

Sempre dissemos: só quem tem filhos sabe o que isso representa. Até o respeito e a consideração aos pais muda quando se tem filhos. Eu desejo isso a cada humano que tenha a dádiva de ser pai/mãe, mesmo que por adoção, ou melhor ainda se por adoção. Ainda assim, respeito quem decidiu não ter e lamento por tantos casais que gostariam porém não conseguem ser pais. Pode até ser que haja pais que mereçam um puxão de orelha, mas não é esse o discurso que deve prevalecer quando o assunto é a perpetuação humana.

Vacinação

Se os prefeitos e governadores alinhassem seu discurso no apoio ao Ministério da Saúde, facilitaria. Pois, cada vez que um desses fala em comprar vacina, passa a impressão de que existe disponibilidade, quando na verdade todos sabemos que não há doses prontas para serem adquiridas. O mundo todo está em ritmo bem mais lento do que o desejado por todos nós. Até os vadios, os preguiçosos que gostam de depender do governo já estão de saco cheio de ficar em casa e gostariam que tudo voltasse a ser como era antes, ainda que tenham de voltar a trabalhar. Sim, porque tem um monte de gente recebendo em dia sem produzir que estava achando tudo muito bonito.

Cestas básicas

Nesta edição, estamos atualizando com as autoridades a situação das pastas de assistência aos que estão sendo mais afetados pela perda de recursos. Cidadãos que já estavam mal financeiramente, outros que achavam que nunca enfrentariam uma situação dessas, estão passando necessidades. E, muitas vezes, tem-se a impressão que perdeu-se totalmente a noção do que é prioridade. Às autoridades, de ponta a ponta, quero lembrar que quando mandam alguém ficar sem trabalhar devem assumir o compromisso de colocar à sua mesa o mínimo.

As secretárias Carmen Lúcia e Vera Simão devem ficar mais atentas do que nunca, pois até mesmo pessoas que costumam ajudar perderam esta condição e quem sabe até estejam precisando de uma mão neste momento.

Auxílio emergencial

O governo federal vai voltar a pagar auxílio emergencial aos desempregados pela pandemia. Mas, lamentavelmente, não poderá passar de R$ 250 ao mês e quatro parcelas. Ou seja, não vai refrescar nada.

Desgaste grave

Todos já estamos com um grave desgaste nas economias em relação à pandemia. Há um ano, todos tínhamos uma gordura para queimar, mas não é o que se repete atualmente. E, pior ainda, é que agora encontramos o governo ou os governos também convalescentes. Quando tudo começou, o auxílio foi de R$ 600 e atingiu até os favorecidos do Bolsa Família, que ganhavam R$ 190 e passaram a R$ 600. Estamos criando dois povos no Brasil e provavelmente a nível mundial: os que recebem em dia, que serão os defensores e defendidos do governo, e os demais pobres mortais.

Crise generalizada

A seguir mais uns dias assim, com a produção afetada em razão das restrições, as coisas ficarão muito graves. Assim como as pessoas físicas, também as empresas não têm mais folego. Estamos na iminência de um colapso econômico trágico. Em pouco tempo, todos, empregadores e empregados, estaremos na fila da assistência social. Eu sempre defendi e sigo defendendo, embora seja voto vencido: ´É trabalhando que se resolve os problemas e nunca o contrário”.

Ninguém aguenta mais

Lembro que há 14 dias  quando Canela decidiu que não flexibilizaria a bandeira preta, só deu “parabéns” ao prefeito. Já ontem, quando postamos a matéria do empresário que foi levado à delegacia por ser flagrado com a porta da loja aberta, a realidade não foi a mesma. Com mais de 70 comentários, só tinha mais dois ou três defendendo a ação. Veja dois comentários: Mirela Ermel:  “Todos os que ‘Decretam’ alguma coisa, tem os salários em dia….Estou errada?”,  Nadi Costa: “As pessoas q aprovam esse tipo de ditadura deveriam se colocar no lugar dos proprietários quando seus filhos estiverem chorando por ter fome a prefeitura deveria ter vergonha desse tipo de a ação, vão nos matar de fome”.

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