ESTADO – Na manhã deste domingo (26), um grave acidente envolvendo uma viatura do Corpo de Bombeiros Militar de Caxias do Sul chocou transeuntes e mobilizou diversas autoridades e equipes de emergência. O incidente aconteceu em um trecho da Rota do Sol, nas proximidades dos túneis, e resultou na morte de dois bombeiros militares e três ocupantes de um veículo civil, incluindo uma criança.
O trânsito na região foi parcialmente interrompido, exigindo precauções redobradas dos motoristas que passavam pelo local.
Ainda não foram divulgadas informações detalhadas sobre as circunstâncias que levaram à colisão. As autoridades estão trabalhando para determinar as causas do acidente e os fatores que contribuíram para essa tragédia.
Motoristas que planejam subir ou descer a Serra devem transitar com cuidado pela localidade, já que o trânsito ainda é lento.
Informações preliminares davam conta que a viatura era de Gramado. A reportagem apurou que ela pertenceu, mas não pertence mais e estava sendo utilizada na Operação Rota do Sol.












Nunca morreram tantos militares estaduais em serviço no RS do que no governo Leite.
Como diria William Shakespeare, em Hamlet, “há algo de podre no reino da Dinamarca.”
A falta de efetivo tem obrigado os militares a cumprirem jornadas estenuantes de trabalho e a ação governamental que deveria repor as perdas de homens e mulheres na instituição são absolutamente pífias, decorrente de um (des)governador que, de bom gestor, “não tem nem as penas”.
Para se ter ideia, a Brigada Militar (nome histórico da PM gaúcha), pela lei de 1997, deveria ter 35 mil PMs, mas hoje conta com cerca de 17 mil, incluindo os inativos que retornaram à atividade. Ou seja, a PM tem menos da metade do efetivo previsto há quase 30 anos. Logo, se esse número fosse atualizado, o claro seria muito melhor.
Por isso, não basta lamentar a morte dos militares e dos integrantes da família atingida. É preciso consciência para varrer da política os aproveitadores e os suportados pelo “é dando que se recebe” da mídia.