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IMPOSTO DO PECADO

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Recentemente o Ministro da Economia Paulo Guedes ensaiou uma proposta para aumentar ainda mais o imposto sobre produtos que não fazem bem a saúde. Derivados de álcool, açúcar e fumo seriam os objetivos. Saiba que esses produtos já pagam em média mais de 50% de tributos ao governo.

 

MERCADO INFORMAL

Naturalmente, com uma proposta que aumente os impostos, seja em qualquer área, o mercado se torna menos atrativo. Favorece com essa medida a migração a informalidade. Deixamos de consumir pelo preço excessivo e compramos mais barato, mesmo não sabendo a procedência. Especula-se que 50% dos negócios no Brasil são da informalidade.

 

CERCADO POR IMPOSTOS COMO UMA ILHA

Além dos inúmeros impostos embutidos que pagamos aos produtos, somos contemplados com o famigerado Imposto de Renda, que todos os meses recolhe sua parte sem dó de nossos salários.

 

MENOS BRASÍLIA E MAIS BRASIL

Qualquer governo precisa de impostos para desenvolver um país. O que questionamos é o pouco retorno em serviços que temos. Vivemos em um mundo globalizado e, portanto, sem fronteiras comerciais. Ou facilitamos os negócios, com incentivos a quem produz, ou fatalmente nossas empresas serão apenas revendedoras de produtos estrangeiros que têm uma carga tributária bem menor.

 

O QUINTO DOS INFERNOS

Quando nosso país ainda pertencia a Coroa Portuguesa, os cobradores de impostos eram odiados pela população porque cobravam cerca de 20% de tudo aquilo que era produzido. Ou seja, um quinto do nosso trabalho. Hoje somos um país livre, mas não dos impostos. Pagamos dois quintos de nossa produção, ou seja, 40% de impostos.

 

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