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Coluna Livre Expressão

A Associação Mobilização por Caxias do Sul (MobiCaxias) está frente do movimento Todos pela Serra Gaúcha. A meta da ação é captar 25 milhões de reais para auxiliar em reformas de equipamentos de logística, 15 deles para o Aeroporto Hugo Cantergiani.
Este aeroporto até um ano atrás era municipal, e recebia atenção pífia de toda a Caxias e região. Era algo subjugado e desprezado. Já o de Vila Oliva era o brinco da princesa. Que sirva de lição para todos nós. Até porque o de Canela também dormia em berço esplêndido, e só voltou ser assunto agora na emergência. Ainda assim, desde a reunião aquela da superlotação, nenhum pio mais…

É nos pequenos frascos

Em homenagem ao Dia do Meio Ambiente (05/06), ocupou a Tribuna do Povo na sessão de ontem, a secretaria do Meio Ambiente, de Gramado, Cristiane Bandeira. Ela destacou algumas das principais ações da secretaria que visam a preservação ambiental. Claro que o maio mais fatídico de todos os tempos norteou sua fala. Chamou a atenção sua indignação sobre o que classificou como “palpiteiros”, que fazem os mais diversos comentários e conclusões sobre o clima, sem ter a mínima noção da realidade. Ela que parece tão pequenininha e frágil, demonstrou que não é der ser enrolada. Estava brava ela.

Sem projeto

Não teve projeto para ser votado na sessão de ontem da Câmara de Gramado. Sobre a sessão de Canela tem uma matéria do Nicolas Felipetti, nesta edição.
O debate entre os vereadores de Gramado também foi menos intenso na sessão de ontem. Basicamente é elogios e apontamentos da oposição e da parte da situação só elogios ao executivo. Aí o Paim disse que a Prefeitura faz as coisas, mas apenas após os apontamentos da oposição.

Indigesto

O Governo Federal anulou a famigerada compra do arroz indigesto, que nem sabemos de onde virá. Digo virá, porque não vai abrir mão de fazer outra licitação. Só vai mudar um pouco as regras, para que sorveterias não possam maios se habilitar. “A partir da anulação, os mecanismos para a realização de leilão serão revistos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com apoio da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Controladoria-Geral da União (CGU). Com isso, o governo busca assegurar que as empresas participantes tenham a solidez que uma operação deste porte exige”. Só vai mudar a m… mas as moscas continuarão sendo as mesmas.

Reunião

Esta acontecendo neste momento a reunião da prefeitura com os moradores do Piratini, afetados com os deslizamentos e que que tiveram que deixar usas casas. Que se tenha um bom encaminhamento a tudo isso.

Bem-vindo ao futuro

Alguns leitores devem conhecer um dos jornais mais antigos e até relevantes do Estado, o Diário Popular, de Pelotas, que circulava em toda a metade Sul do Estado, Há 133 anos.

Forçado

Amanhã não escrevo. Vou fazer um procedimento na mão esquerda, pouca coisa, mas passarei o dia envolvido com isso. Por isso também o Chimarrão e Atualidades, das sete às oito será com dois outros profissionais: Fernando Gusen e Leonardo Santos.
Abraços e até quita!

FOTOS: A história da dança folclórica contada em documentário estreia nesta quarta-feira

REGIÃO – O documentário ‘Nos Passos da Tradição – A história da dança folclórica em Nova Petrópolis’ terá sua exibição de estreia nesta quarta-feira (24), às 19h30, no Auditório do Centro de Eventos de Nova Petrópolis. A apresentação é gratuita e integra a programação do 51º Festival Internacional de Folclore. Esta será a primeira exibição pública do filme, que após o evento estará disponível para assistir pelo YouTube, no canal youtube.com/@passosdatradicao.

“Nos Passos da Tradição” resgata a história da dança folclórica em Nova Petrópolis, reunindo depoimentos de onze grupos de dança atuantes. O jornalista Gian Wagner Baum, que tem passagens pelo Jornal Integração, conversou com cada um destes grupos, abordando o início dos grupos, a origem dos trajes e as danças apresentadas no palco, além de ressaltar a importância das categorias infantis para a preservação do folclore em Nova Petrópolis.

Foto: Divulgação – Jornalista Gian Wagner Baum, com passagens pelo Jornal Integração é o diretor do documentário

Participa ainda a professora Irmgard Schuch, hoje com 94 anos, que foi uma das pioneiras na dança no município. O coordenador Beno Heumann também conta sobre sua chegada a Nova Petrópolis e a expansão das danças para o interior. Outra participação especial é de Junara Hansen, secretária de Turismo nos anos 1970, quando o movimento folclórico ganhou impulso e deu início a Feira de Inverno que viria a se tornar o Festival Internacional de Folclore.

LEI PAULO GUSTAVO – O projeto é financiado pela Lei Paulo Gustavo (LC 195/2022), intermediado pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Educação de Nova Petrópolis. Contou ainda com apoio da organização do Festival Internacional de Folclore, integrando sua programação oficial, e é alusivo aos 200 anos da Imigração Alemã no Rio Grande do Sul.

Diário

Hoje, completa-se a primeira semana do nosso Integração diário. É a quinta edição da semana. Claro que estamos em estado experimental, testando a melhor e mais agradável forma de entregar o nosso trabalho aos estimados leitores, muitos deles que nos acompanham desde 2003, quando começamos. Após a era do impresso em papel, acreditamos que nos comunicar diariamente pode compensar um pouco a ausência daquele meio que tradicionalmente usávamos.
Recebemos diariamente mensagens de apoio e de muitos que estão sentindo falta do impresso, tentando se adaptar. Claro que isso nos move e comove, mas é preciso seguir em frente. O impresso não é futuro, iria ficar para trás, mais cedo ou mais tarde. Logo, façamos um esforcinho para nos adaptarmos. Suplico aos mais novos, filhos e netos, que ajudem nosso queridos vovôs e vovós a se adaptar.
Do lado de cá, faremos de tudo para compensar o esforço. Por ora estamos, inclusive, deixando o acesso a todo o conteúdo livre, sem pagamento, para que todos tenham uns dias para se adaptar e decidir o que fazer. Seguimos na força e na coragem e estaremos sempre dispostos a nos torcer aos interesses e necessidades dos leitores.

Arroz desconhecido

O Governo Federal, através da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB, presidida por um gaúcho, que foi candidato a Governador do Estado na última eleição, Edgar Preto, comprou em leilão 363 mil toneladas de arroz estrangeiro, na quarta-feira desta semana. A Federação das Associações de produtores do cereal até tentou melar o leilão judicialmente, mas a decisão do TRF-4, de Porto Alegre, foi derrubada em Brasília.
De onde virá esse produto ainda não se sabe. Foram definidas no leilão apenas as empresas que farão a importação. Além de toda a discussão sobre a legalidade do leilão, com vencedores estranhos ao setor e com capital social minúsculo, para compra em valores de centenas de milhões, quase um bi, tem a questão da necessidade disso. O Brasil, especialmente o RS, é grande produtor deste cereal, de forma que somos autossuficientes. Logo, se fosse necessário estender a mão para equilibrar os preços no mercado, que se fizesse isso, ao invés de comprar arroz estranho para o povo por no prato, sem conhecer a procedência. Além de ser contramão, quando todo o Brasil faz um esforço em apoio ao RS, a União faz o contrário.
Algo semelhante ao que ocorreu durante o Governo Saney (1985/1990), quando resolveu importar carne da França. Na época, para protestar e incentivar o consumo do produto local, Os Três Xirus, de Bruno Neher, gravaram a música Carne Francesa não dá Churrasco. Uma bela letra que compartilho com os amigos leitores. Quem tiver como ouvir, vale muito a pena, pois a interpretação é maravilhosa:
Fui comprar carne pra fazer um bom churrasco
Mas fiz um baita fiasco quase me desacorçoa –
Como não tinha a nossa carne brasileira
Me deram uma estrangeira, uma francesa atoa.
E a francesa que eu comprei para comer
Se querem mesmo saber eu não fui com a cara dela
Me acostumei a comer só brasileira
Que não é por estrangeira que eu deixo de comer ela.
A tal francesa não tem gosto, é gelada
Para mim não tá com nada me desculpe a franqueza
Que me perdoa seu Sarney e seu Funaro
Prefiro pagar mais caro mas não como essa francesa.
Eu não como essa francesa, eu não como essa francesa
Eu não como essa francesa, eu só como brasileira
Carne de primeira, eu não como essa francesa.
Eu sou um gaúcho, gosto muito de churrasco
Mas nunca fiz um fiasco, como agora aconteceu –
Quando botei a francesa no espeto
Escorreu um caldo preto e apagou o fogo meu.
Pensei comigo, mas que carne mais atoa
No espeto não é boa muito menos pra panela –
Eu já comi Argentina, Uruguaia
Até mesmo a Paraguaia, e achei melhor que ela.

Ajuda às empresas

Lula veio na quarta-feira ao RS, com seis ministros, mas foi só para fazer fotos e discursos bonitos. Prometeu bancar dois salários mínimos para cada empregado, mas, apenas para as empresas afetadas fisicamente, com dano material. Se a água cercou, mas não atingiu, não ganha nada. Em resumo, nenhum movimento sério, até agora, para reparar as perdas de faturamento.

Engrenagem Criativa

Esta tarde conversamos com quatro lideranças sobre essa arrancada do turismo, pós catástrofe. Sugiro a cada leitor que vá lá na página do JI no Facebook e assista. Rodrigo Pazetto, presidente da Visão e empresário, proprietário da Gramado Clinica de Olhos, Marcos Gomes, médico e empresário, proprietário do GramdoZoo e Parque do Gaúcho, Ricardo Bertolucci Reginato, secretário de Turismo de Gramado e o gerente Executivo do Convention, Luciano Gonçalves, falam sobre esta retomada com muita propriedade. Misturamos os líderes para que se possa ter a visão mais ampla possível do cenário atual através do debate e do relato que cada um traz do seu dia-a-dia. Bem raro reunir em um debate quatro crânios como estes.
Acompanhe este colunista todos os dias, ao vivo, das sete as oito, com o Programado Chimarrão e Atualidades, pela página do Facebook do Jornal, ou pelo site www.leifacil.com.br .

Ponte de Feliz, não a BR-116??

A iniciativa privada está se movimentando para reconstruir a ponte sobre o Rio Caí, em Feliz. Empresários de Nova Petrópolis estão envolvidos. Eles viram que a reconstrução de trechos afetados da BR-116 entre Vila Cristina e Caxias do Sul deu certo e se empolgaram. Só não entendo porque não centralizar essa energia nos pontos críticos da 116 entre Nova e Vila Cristina, que faz tempo que está mal. Produzir um bom desvio é mau sinal…

Onda de esperança

Para ser bem sincero, ou super sincero, de ação prática não vi nenhuma sendo anunciada pelos ministros que aqui estiveram quarta-feira. Só repetiram o que está sendo ouvido desde o primeiro dia e as ações que estão sendo oferecidas ao público, que já conhecemos. Algo específico para o trade do turismo referiram, porque não há. Nem para o turismo, nem para qualquer outro setor.
A vinda do Celso Sabino e do Paulo Pimenta pode ter o sentido que deu o empresário Ronaldo Costa, da Gramado Parks: “uma onda de esperança e novidades boas”. As novidades boas não vieram desta feita, mas a onda de esperança, acredito que sim.

Imediato

Muita gente já foi demitida. Empresários sem confiança no governo já tomaram medidas drásticas. Outros, no entanto, fazem de tudo para manter os times, salvar os empregados é salvar a si próprio, no fim das contas. E é isso que os empregadores precisam ouvir das autoridades: O que vai ser feito em relação a isso. Fluxo de caixa. Veja bem, há casos graves nos nossos empreendimentos, principalmente os hoteleiros, que foi a devolução das reservas. Alguns tem um caixa melhor e guardam os valores referente as reservas, mas a maioria coloca no caixa do dia, para dar a volta mesmo. E agora tiveram que devolver o que não tinham. Na pandemia, em 2020, com um governo liberal, de direita, esta foi a primeira questão resolvida, e protegeu muito bem os empregos. Agora jogam dinheiro para todo o lado e nenhuma ação leva a algo prolongado.

Só na paz

O Ministro Pimenta disse que não há nenhuma divergência ou mal-estar entre os governos Federal e Estadual. Disse que não tem “futrica” nenhuma, só união. Mas, o governador Leite passou o dia de quarta lá em Brasília e não teve 5min de reunião com Lula, conforme desejava. Ontem, Lula veio, Leite estava de carona no avião, mas estava um monte de ministros junto e mais uma vez o nosso governador ficou igual um piazinho, só observado.

Tubarão

A página do Jornal Integração no Facebook transmitiu ao vivo a cerimônia com os ministros, quarta. Foi menos de uma hora, bem objetiva. Super sugiro a todos irem lá e assistir. Observem se o Pimenta não ‘engoliu’ o Sabino. Ou só eu tive a impressão de que o ministro do Turismo estava pianinho.

Nas nuvens

Também, para dizer a verdade, Sabino se mostrou completamente desatento e por fora. Um discurso completamente fora do tom e durante todo o tempo falando ao celular e se mostrando desinteressado. Espero que faça valer a pena, mas não pareceu.

Caranguejo

A crise atrasa nosso desenvolvimento turístico, isso é certo. Não há solução para isso. Há coisas que só o tempo corrige. Na melhor das hipóteses andaremos igual o caranguejo, de ladinho, até maio de 2025. O adiamento do Salão Internacional do Couro e do Calçado, para maio de 2025, anunciado ontem pela realizadora, manda um recado bem claro.

Sinais vitais

“Tem pulso. Logo poderemos até sair da UTI”. A exemplificação é do empresário e político gramadense, Celso Fioreze. Há reservas, alguns hotéis da cidade devem lotar a quase todos os finais de semana, até o fim do ano, mas são, uma, duas diárias, apenas. Assim, a cidade fica deserta de segunda à sexta. Serve para nos mantermos vivos, mas para voltar a jogar bola, vai pelo menos um ano.

A parte triste

Muitos, no entanto, com seus estabelecimentos mais nas beiradas, morrerão. Esta parte é triste, mas fato. Como o fluxo mesmo parecendo bom, não será lotação, os mais centrais serão privilegiados. Serão meses complicados os próximos.

Desfiliação

Como os leitores sabem, me filiei ao PL em 04 de abril passado. Fiz isso porque como também é do conhecimento geral, sou um liberal assumido e ativista. Achei que lá encontraria um grupo com o qual me identificaria. Mas não, prefiro me desfilhar.

Experiência e tanto

Foi uma baita experiência que eu jamais imaginei. Soma muito para a minha profissão. Conhecer os trâmites internos de um partido, na prática, certamente me ajudará muito na atividade jornalística que exerço, desde 1996. Gosto da cobertura política, acompanhei muita coisa nestes anos todos, mas nunca tinha sentido o que é ser um filiado, um apto a concorrer a um cargo.

Cometa

Chegue lá despretensiosamente, achando que fosse como uma outra agremiação qualquer, mas não é. Como se iniciaram as conversas de pré-candidato a prefeito, a pressão pegou. Fumaça grande. Também isso foi muito bom para a minha vida profissional.
Porém, como foi rápido decidir para me filiar, também decido logo que saio do PL. Não digo para nunca mais, entendo que TUDO acontece pela política, mas nesta eleição estarei novamente cuidando apenas do Integração.

Sessão Ordinária

A Câmara de Vereadores de Gramado tem sessão neste momento, início 18 horas, mas não há nenhum projeto de lei na Ordem do Dia. Portanto deve ser sessão rápida. Já em Canela, a sessão inicia logo mais às 19 horas. Tem pelo menos um projeto a ser votado, adiado na sessão passada. Ademais a pauta é definida muito próximo da sessão.

Eleições 2024

PL apresentou seus pré-candidatos a prefeito e vice na sexta passada. O presidente da sigla, TC Carvalho e a ex-vereadora Iria de Sou Pinto são os pretendentes. Foram também apresentados 14 nomes como pré-candidatos a vereadores, de onde 10 deverão ser selecionados.

Xadrez

A esta altura nada é definitivo. Os movimentos são ensaios, alguns se confirmam nas convenções, outros não. Mas por ora temos então o Nestor, indo a reeleição, com o Luia de vice e essa outra dupla.

Decisões

Ainda tem alguns dias, mas é preciso ir definindo. O MDB que é a segunda maior força partidária de Gramado, ainda estuda o que fazer. Após perder seu predileto, Professor Daniel, que foi para o PSDB, ensaia uma união com o PL, mas até agora não fechou a negociação. O sonho dos emedebistas seria a volta de Evandro Moschem.

Tucano empreendedor

De outra parte, tem o PSDB. O Professor Daniel, ao que a coluna levantou, com sua filiação ali, neste partido, aceita a ideia de concorrer à reeleição de vereador, se for para o bem geral da nação. Aí surge o nome de Celso Fioreze. Político experiente, empreendedor, com as contas em dia, e pouca rejeição.
Poderia ser ele o nome da oposição? Todos sabemos que quanto mais candidatos, mais aumenta o favoritismo de Nestor Tissot. Mas, é possível reunir toda a oposição em uma única candidatura?

Estrada nova

Muita coisa só recebe nosso valor quando não temos. Pode ser a bicicleta véia. Lembro da primeira que consegui adquirir, em 1989. Enquanto a tinha, descuidei tanto até que me roubaram, aí descobri o quanto era importante. Acho bem difícil que até mesmo os moradores do Bairro Dutra imaginavam a valia da Estrada Velha. Poderíamos até mudar seu apelido, não acham?

Não decola

A notícia de que o Salgado Filho só volta a operar em dezembro “Se os impactos forem menores do que os previstos inicialmente, vamos torcer para que o aeroporto esteja disponível para o final do ano”, como disse a CEO da concessionária Fraport, Andreea Pal, segunda-feira, é um baldão (túnel) de água fria nos planos do trade turístico. Em que pese pipoqueiem alternativas aqui e acolá, todas são insuficientes para a demanda. Em tempo: Do aeroporto de Canela, depois daquela frequentada reunião, não se ouviu mais uma única palavra.

Insuperável

Como percebemos o fluxo de visitantes vai lotando os espaços de dentro para fora. Do Centrão aos arredores. Sendo assim, restaurantes e outros empreendimentos um pouquinho mais deslocados terão dificuldades imensas até meados de 2025. Imagine, 12 meses de sofrimento. Muitos não resistirão. Com estes dados, a renovação/transformação, vai ser gigante.
Lembremos que escassez de empregos também significa empregos piores, menos remunerados etc. e etc. e tal.

Fora das linhas

Os vereadores Renan Sartori e Rafael Ronsoni, de Gramado, se arrumaram uma briga que vai além das quatro linhas da Câmara de Vereadores. A coisa estremeceu quando Ronsoni, para defender o Governo das críticas da oposição, disse que Renan lê os discursos escritos pelo pai, cujos só parecem bonitos, e que ele é chacota na cidade por isso. Foi forte, Ronsoni, com o vereador emedebista. Aparentando bom de briga, Renan foi lá e respondeu com ainda mais contundência. Disse que iria expor o progressista, trazendo seus processos à tribuna e que o marcou na paleta.

Marcado com minhas letras

Todo gaúcho sabe o que significa “marcado na paleta”. Trazido aos tempos de IA seria equivalente a pôr um GPS no falcatrua para vigiar seus passos. Não sei se o Renan se atrapalhou, se sua ameaça não rendeu, se as acusações contra Rafael não deram frutos ou o que de fato houve, mas na sessão de ontem à noite me pareceu meio pálido. Voltou a chamar o progressista de sujo, de tudo que coisa ruim, mas se fez de vítima. Como se estivesse sendo ameaçado e tal. Mas, quem prometeu colocar o GPS foi ele. No fim das contas não me pareceu tão brigador.

Natimorto

O vereador Alberi Dias, de Canela, fez uma denúncia grave na sessão de ontem à noite. Segundo ele já tem gente fazendo ‘brique’ com terrenos em loteamento (público) que ainda nem foi aprovado no município, o Renascer. “Tem dois ou três que já venderam, trocaram por carro velho e foram morar de aluguel. Nem foi assinado o contrato do Renascer ainda, acreditem na prefeitura, e já foram negociados os terrenos”, disse. Clamando por fiscalização neste sentido, destacou que quem realmente precisa destes terrenos, não consegue.

Seu Barriga

Antes de chegar ao natimorto, Alberi relembrou como foi com o surgimento do Distrito Industrial, onde a ocupação também foi desvirtuada. A ideia era cada empresa ter o seu terreno para sair do aluguel e gerar empregos. Quando na constatação do vereador muitos compraram vários terrenos, na época por um valor bem em conta devido à finalidade, e construíram galpões para a especulação imobiliária. “Tem gente que tem bastante terrenos lá, fez as construções e está milionário”, ululou. “E muito pessoal de Gramado comprou ali”, emendou.

Coluna Livre Expressão

Inauguramos hoje uma nova forma de repassar um compilado de notícias aos nossos leitores, diariamente. Este formato estará contigo todos os dias de segundas às sextas-feiras, sempre no entardecer, por volta de 18 horas. Quem acompanha o Integração sabe que desde a primeira edição, em 06 de 2003, nunca nos acomodamos. Quando fizemos um pouco mais de um ano já passamos a fazer edições bissemanais, em 2008 fizemos três por semana e assim, a cada desafio, cada inovação, fomos nos adaptando ao interesse e necessidade do leitor. E assim vai ser sempre. Não ficaremos tateando no escuro! É verdade, no entanto, que cada mudança exige um esforço extra de cada um de nós, no caso do Jornal, tanto da equipe de produção, quanto do leitor. Óbvio que quem tinha assinatura do impresso gostava dele. Quem já tinha se acostumado a ler as notícias de outra forma tudo bem, se anteciparam, mas todos sabemos que o papel, o impresso, não tem futuro. Mais cedo ou mais tarde essa adaptação precisa acontecer, então que seja o quanto antes, não é?
Em termos de comunicação ficaremos muito mais eficientes, acreditem.

Eleições 2024

A coisa ficou tão estranha que parece até pecado falar em eleições. Mas o fato é que outubro cada vez fica mais perto. E mês que vem, julho, já teremos de escolher nossos candidatos a prefeito, vice e vereadores. Em 19 de agosto inicia a campanha aberta.

Oposição se fortalece

Em momentos críticos, como os atuais, a oposição leva vantagem. A situação fica na obrigação de fazer, e muita coisa acaba demorando ou saindo mal. Outras tantas nem tem solução imediata. Mais uns tantos parecem má vontade e não são. Outras tantas, de fato, poderiam andar mais rápido do que andam, e assim vai desgastando o governo. Enquanto isso, a oposição fica na cara do gol. O que está bom, ajudou, o que não está, tentou, mas não teve resposta do Governo, mas se fosse Governo, faria isso, com certeza.

Assuntos indigestos

Aí há temas complicados trazidos à Câmara em ano eleitoral. O mais indigesto é do aumento dos subsídios dos próprios edis, dos secretários e prefeito e vice. O projeto está ali, em banho maria, mas logo-logo terá de ser discutido e votado. Imagine a complexidade de um tema destes, em um momento como este que vivemos. O prazo para essa votação é fim de junho, 180 dias antes de mudar a legislatura.

Normalidade maquiada

O fato é que temos que seguir em frente. Alguns com prejuízo maior, outros menor, mais triste, menos triste, o fato é que temos de superar as dores e remar. Neste contexto se inclui a política. No mês que vem, já serão definidos os candidatos e dia 19 de agosto inicia a campanha, com pleito de 90 candidatos a vereador em cada município, Gramado e Canela.

Turismo

Não adianta esperar algo dos governos. Vale para todos nós. Se estes, os governos, nos derem a infraestrutura de estradas já é muito. O exemplo da 235, trecho perto da Fiat é um exemplo. Se não duplicar logo, verão o problema, assim que o turismo voltar. Não devemos esquecer que são cerca de 8 mil canelenses que vem todos os dias trabalhar em Gramado…

Um mês da tragédia

Domingo, 02 de junho, completa-se um mês da maior tragédia climática de Gramado e Canela e do RS. Para amanhecer aquele dia perdemos 09 vidas humanas, dois dos falecidos ainda eram praticamente crianças, com toda a vida pela frente.
Terras produtivas, cultivadas e cultiváveis se transformaram em rios de lama, que carregavam tudo o que tinha pela frente, árvores, casas, e a própria vida. Foi o caos generalizado, todos estavam sob ameaça, sob forte risco. Não havia uma característica de terreno ou algo assim que definisse onde é que estava o perigo. Com seiscentos milímetros de chuva em quatro dias, tudo estava sob forte ameaça. Bombeiros, civis voluntários, Defesa Civil, era um corre-corre atrás das prioridades, que era difícil de definir, pois mudava a cada minuto. E os dias que se sucederam, até esta semana ainda, foram realmente muito complicados. Quando aqui na Serra as coisas melhoraram um pouco, não parava de chegar notícias da ampliação da tragédia para mais e mais locais que jamais teriam imaginado serem afetados. Quem estava nas encostas temia o deslocamento de terras, os deslizamentos, e quem estava no plano, a inundação. O RS restou em trapos! Só em Gramado foram levantados 190 pontos de atenção. Casas centenárias foram arrancadas como fossem de papel. Famílias que investiram cada real conquistado durante uma vida toda para construir um lar maravilhoso para seu conforto, estão desalojadas. E será necessária muita força, muita perseverança, muita fé, para reconstruir. Mas, mesmo com toda a perda patrimonial, nada fácil de superar, eis que para muitos sequer há tempo de vida, há aqueles que perderam seus familiares, e certamente é a estes que devemos nos mostrar ainda mais fortes, para, além de fazer a nossa parte, encontrarmos forças para ajuda-los a também superarem suas perdas, com esperança e aceitação.

Reflexão

E ficam as mais diversas reflexões. Alguns encontram explicações, sempre atribuindo a culpa aos outros, mas a maioria de nós sabe que existe um Deus, e que nada poderíamos ter feito para evitar o que aconteceu. Tanto que, como dito acima, não houve uma característica de terrenos ou algo assim, que definisse onde seriam os deslizamentos. Eles ocorreram em todo o lugar, e é bem notório, a maioria, no mato. Matas virgens, em locais jamais habitados, foram arrancadas e misturadas à terra, muitas vezes onde nem é tão ladeira, íngreme.

Sonhos e realizações

Para não piorar, e para melhorar, temos de trabalhar. Trabalhando dá! Sem trabalhar, não dá! Isso vale para todos, exceto aposentados, que já fizeram sua parte.
Também nos negócios será preciso muita renovação e perseverança. Desde 2014, com a reeleição da Dilma para Presidente o País não é mais o mesmo e empilha crises que nos desafiam ano a ano. Com sua queda, algumas reformas importantes com Temer, depois em 2018 já veio a greve dos motoristas, que paralisou o país por um período, 2019 Bolsonaro se instalou e 2020 veio a pandemia. Portanto, estamos há exatos 10 anos remando contra a maré. Nos reinventamos várias vezes de lá para cá e teremos de fazer isso mais uma vez, para depois, gozar de uma década de conquistas, sonhos realizados e muita alegria e paz: Rezemos ao Senhor!

Com o próprio braço

O Governo, ou os governos, estão prometendo uma diversidade de ajuda. Merecida e necessária. Mas não será assim para todos. Os financiamentos a juro zero restringem-se aos que tiveram as empresas afetadas diretamente, fisicamente, e que estejam em municípios com Estado de Calamidade Pública reconhecida pelo Governo Federal, que são apenas cerca de 40. Canela e Gramado não estão nesta lista. Para nós aqui, quase nada. O que os bancos (do Brasil e Caixa) estão autorizados a fazer é furar o teto do endividamento, financiando até 60% do faturamento de 2023, ainda que tenha empréstimos em andamento. Estas parcelas anteriores podem ser adiadas por alguns meses. Nada mais!

Desafios

O Jornal Integração está inserido neste contexto de crise e renovação (crie), tal qual as demais empresas da região. Cada setor com os seus desafios, que em algum ponto se parecem. O meio de comunicação é diretamente afetado em momentos como estes. Até mais forte do que a maioria, pois precisa trabalhar mais e o faturamento fica, obviamente, afetado.

Tudo ao seu tempo

Como qualquer outra empresa, portanto, o Jornal Integração vai se ajustando. Assim como investiu alto em um parque gráfico em 2009, investe agora em tecnologias, ou, ferramentas, atualmente utilizadas para o dia a dia dos trabalhadores da comunicação.

Tudo novo

A partir da semana que vem vamos mudar bastante nossa forma de comunicar com a audiência, tanto das redes sociais, quanto do site leifacil.com.br. A edição no formato impresso, faremos diariamente, ou pelo menos 04 edições semanais, entregues aos assinantes. As intervenções ao vivo irão se multiplicar, vamos nos aproximar muito da população, atualizando tudo, no ato!

Duas mil casas

Somos todos digitais

Esta é a primeira edição do Jornal Integração totalmente digital. Fizemos a despedida do impresso na sexta passada. É um misto de sentimentos, assim como as mensagens que chegam diariamente dos amigos, assinantes, anunciantes e admiradores. Muitos relatando o prazer de folhear o impresso, mas reconhecendo que é chegada a hora de fazer a virada de chave, pelo bem de todos, inclusive do planeta.

Eu acredito muito que cada um de nós tem uma missão na Terra. E acabamos sendo direcionados a ela, mesmo que de forma imperceptível. Num exemplo simples: por que você acha que existe uma pessoa capaz de abrir a cabeça de outra para curá-la e a outra só ao ver uma gota de sangue desmaia? No entanto, o médico não foi missionado a abrir a cabeça de ninguém, mas a curar. Se para curar tem de abrir a cabeça, o faz. Assim é a missão do jornalista. Não somos missionados a fazer impressão em papel, mas de informar a sociedade. A medicina evolui, e a forma de levar a notícia também. E sempre devemos, pelo bem do paciente, usar as ferramentas menos invasivas para a cirurgia, proporcionando uma cura mais rápida e atendendo o maior número de doentes.

Um exemplo do alcance do Integração hoje em dia é um post sobre o trânsito, que fizemos quarta ao anoitecer, com uma foto enviada por um seguidor denotando a lentidão do trajeto Canela/Gramado, que teve 64 mil visualizações. Durante a pandemia e agora durante a catástrofe, tentamos ser muito relevantes, com o foco totalmente redirecionado a manter todos bem informados. O JI vai ser cada vez mais relevante para Canela e Gramado, com condições plenas de ampliar a abrangência.

O exemplo da Ilka

Dona Ilka Tomazi mora na Linha Bonita, tem 75 anos e todos os anos vem à Linha Carazal catar pinhões para o consumo da família, que mora na Linha Bonita. Ela fica na casa de uma amiga para o pernoite e aproveita o dia para encher o saco, literalmente. Na quarta-feira de manhã, a encontrei e me chamou a atenção uma pessoa com um saco nas costas, pois visivelmente não se tratava de um nômade; percebia-se que eram pinhões. Como achei que ela viria até o Centro, distante quatro quilômetros, fiz o retorno para oferecer carona. No entanto, ela já estava chegando ao destino. Como filmei a abordagem à ela, com autorização, publicamos nas redes sociais do JI. Menos de 24 horas depois, o vídeo já tinha mais de 200 mil reproduções. Seus esforços físicos, apesar da idade, e sua simpatia, chamaram muito a atenção dos internautas. De fato, ela é uma pessoa inspiradora. Vale muito a pena assistir e se inspirar nela, além de ler os comentários. O conjunto da obra nos faz crescer como seres humanos independentes, como precisamos ser.

Aeroporto Internacional das Hortênsias

Nunca tinha visto tantos empresários em uma reunião como a de terça-feira sobre o projeto do aeroporto em Canela. É uma fotografia do momento desesperador. A torcida é para que “agora vai”, mas a história força o ceticismo. Quanto ao turismo, todos temos certeza do bem que faria. Quanto ao interesse, já há divisões. Até mesmo o transfer de Porto Alegre é melhor do que o de Canela será. Além disso, imaginemos um avião com 150 toneladas de carga decolando ou aterrissando em uma cidade do tamanho de Canela. Enfim, segundo Paulo Tomasini, um dos grandes entusiastas deste projeto, há fundos interessados em fazer o investimento, além de condições técnicas para a operação e no terreno. Também, segundo Tomasini, o aeroporto de Vila Oliva “é uma farsa” e nunca será viabilizado. Além disso, muitos acreditam que os dois aeroportos, o de Vila Oliva e o de Canela, podem ser viabilizados concomitantemente, pois “um não atrapalha o outro”, dizem.

No entanto, temo que, após esta crise causada pelo fechamento do Aeroporto Salgado Filho, o assunto caia mais uma vez no esquecimento. Afinal de contas, é fácil fazer um cálculo: se 50% dos passageiros do Salgado Filho têm como destino final a Região das Hortênsias, é evidente o potencial de interferência da operação em Canela na gestão daquele aeroporto. Vamos imaginar os interesses, e as interferências…

Desafios

Os reflexos do que ocorreu nesta catástrofe seguirão se apresentando por muito tempo. Toda ordem de desajustes virá, decorrente desses fatos. Além das vidas humanas que perdemos, muito patrimônio precisa ser reconstruído, muitas vezes por pessoas que nem têm mais tempo de vida suficiente. O Governo Federal promete comprar e dar casas aos que perderam as suas, até o valor de R$ 200 mil. Os municípios também estudam possibilidades de aliviar, de ajudar. Mas o certo é que cada um destes não terá reposto o prejuízo de forma integral. Cada casa destas continha muito amor, muita paixão, muito suor e estava bem do jeitinho certo; cada canto foi planejado e tinha uma ocupação que preenchia o peito, massageava o coração. Os mais jovens construirão um novo lugar que vai substituir tudo isso que está dentro do peito, mas os mais velhos talvez terão de simplesmente aceitar a nova realidade e ali mesmo, absolutamente fora do cantinho que construíram para si, viver seus últimos anos, contando com a bondade de outros.

Generalizados

Teremos desafios generalizados por consequência da catástrofe. Nos preços dos alimentos, nos aluguéis, nos empregos, no faturamento. Ninguém está livre. Claro que surgem oportunidades nestas horas, mas é em cima da desgraça de outro.

Oportunistas de plantão

Em detrimento a tudo o que estamos enfrentando, muitos políticos estão naquela condição de oportunistas da situação. Além da eleição municipal que se avizinha (06/10), tem a para governador, que está mais longe, mas já no radar de muitos. Ou porque será que o Pimenta foi nomeado para conduzir o governo paralelo aqui no RS? É uma lástima o que estamos vendo.

Vereadores perdem a classe

Os xingamentos do vereador Jerônimo contra a Emília Guedes Fulcher, na sessão de segunda-feira e os palavrões do Renan contra o Rafael Ronsoni, são uma pista sobre o que nos espera nos próximos meses.

Ronsoni X Renan

Rafael Ronsoni reclamou do posicionamento da oposição em relação ao caos da catástrofe climática. Se referindo ao Renan, sem, no entanto, citar seu nome, disse que ele lê os seus discursos escritos pelo pai e que é chacota “em toda a cidade”. E o comparou a um papagaio.

Em resposta Renan o chamou de “sujo” e garantiu que o marcou ‘na paleta’ e que vai, em resposta, trazer a público todos os seus processos jurídicos, para que, assim, a comunidade saiba “quem é uma vergonha para a cidade”. 

Plateia

A briga mais contundente entre vereadores na atual legislatura ocorreu justamente na noite em que a comunidade do Piratini, afetada com o deslocamento de massa que atingiu algumas casas, lotava o plenário, clamando por ajuda.

Angustia

Quem teve a casa interditada tem pressa. A angustia da espera sufoca. Foi isso que se percebeu na segunda à noite na Câmara. Por outra banda, tudo o que depende do governo, seja municipal, estadual ou federal, é demorado, lento e burocrático. Infelizmente é isso, mesmo que, e quando, o gestor tem vontade de acelerar.

Aluguel Social

O que a prefeitura de Gramado tem, pronto, é o Aluguel Social, aos que ficaram sem suas casas. Ocorre que o valor é muito baixo. Incrivelmente em Gramado os 1.375,00 não são suficientes. Primeiro que os aluguéis por aqui já são mais altos, segundo porque, alguns, com o aumento da demanda, tiram proveito.

A Prefeitura vai mudar a lei do aluguel para contemplar mais famílias e, quem sabe, aumentar mais um pouco esse valor. Mas até ontem, meio dia, o projeto ainda não tinha sido enviado à Câmara.

Cidica forma primeira turma do Programa RS Qualificação

CANELA – Na noite de segunda feira (22) , o  Centro Integrado de Desenvolvimento e Inovação de Canela (Cidica) realizou a cerimônia de formatura da primeira turma dos cursos do Programa RS Qualificação, programa o qual o município foi contemplado com recursos do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, para investimento na área da educação profissionalizante.

Realizado em abril, ainda antes das enchentes, o curso Arte de Cozinhar, em parceria com o Senai, formou 15 canelenses para atuar no setor gastronômico, contemplando matérias como boas práticas e manipulação de alimentos, à elaboração e montagem dos pratos, uma capacitação que fez a diferença na vida dos alunos que se qualificaram no programa.

A noite foi marcada pela gratidão dos alunos quanto ao curso, ao Cidica e o Senao, mas principalmente nos depoimentos e manifestações  quanto ao trabalho do Chef Professor Lucas, que ministrou o curso e contribuiu para o êxito desta primeira formação.
Após a cerimônia, os formandos puderam confraternizar com os colegas e familiares.

Os próximos cursos do Programa RS Qualificação começam em agosto e ainda existem vagas disponíveis para os cursos de Monitor de Turismo, Camareira e Garçom. Mais informações podem ser obtidas no telefone/watts (54) 3282.5167.

E ainda, no dia 20 de agosto, às 19h, ocorrerá o lançamento dos últimos cursos de 2024 em parceria com o Senai, os quais destacam-se o curso de Robótica ( 4ª turma) , além dos cursos de Corte e Costura e Manutenção de Refrigeradores.