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Apadrinhar Afetivo inicia processo de captação das famílias

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CANELA – O Projeto Apadrinhar, uma iniciativa do Ministério Público, em parceria com a Prefeitura de Canela teve o Termo de Cooperação assinado em outubro do ano passado que objetiva incentivar que as pessoas efetuem apadrinhamento para adolescentes que estão abrigados na Casa Lar.

Após a fase de implantação e conhecimento por parte de quem colocará em prática que são as equipes da Assistência Social, Casa Lar e Grupo de Apoio à Adoção Construindo Amor, segue para o cronograma de captação de famílias para o apadrinhamento afetivo.

Este núcleo do projeto, estabelece vínculo estável e duradouro com o adolescente, visitando-o regularmente [Casa Lar] e proporcionando assim sua convivência familiar e comunitária.

Também consta, que um dos processos de escolha é por meio de um vídeo onde o padrinho interessado se apresenta e quem aceitará ou não será o próprio adolescente. Este modelo do projeto, é permitido via judicial que o adolescente passe um final de semana ou realiza uma viagem com a família que o apadrinhou.

A Casa Lar conta atualmente com cinco adolescentes, sendo que três estão inseridos no processo de apadrinhamento de forma afetiva. O primeiro cronograma de entrevistas com as famílias iniciou em fevereiro. Para a assistente Social Carina Pereira, já se observa progresso neste início de vínculo entre os apadrinhados.

“Já observamos bastante pontos positivos, pois auxilia na autonomia do abrigado e de trabalhar no ‘desabrigamento’ [aprender a conviver fora da Casa Lar] de forma gradativa. Importante destacar que não tem laço de sangue, mas afetivo e sim um aconselhamento. É apadrinhamento não adoção”, pontuou.

Tatiane Cavallin, coordenadora do Grupo de Apoio a Adoção de Canela, mencionou que as crianças e adolescentes abrigados na Casa Lar vivenciaram momentos negativos em suas vidas e com o apadrinhamento terão um vínculo de mais afeto e carinho. “Eles tiveram vivências negativas, isso reflete na vida deles. As crianças e adolescentes precisam de muito amor e carinho e tendo uma família que possa acolher com orientações, algos que muitos não tiveram será muito importante na vida deles”, comentou.

A segunda fase do Projeto Apadrinhar já está com as inscrições abertas e segue até 7 de agosto. Uma semana depois, está programada para iniciar as oficinas com as famílias proponentes a realizar o apadrinhamento.

O cadastramento será feito por meio do endereço eletrônico [email protected] com o preenchimento da respectiva ficha de cadastro e termo de compromisso, bem como a apresentação dos seguintes documentos: Comprovante de residência; certidão negativa criminal/folha corrida judicial (próprio e de demais membros maiores de 18 anos do núcleo familiar); cópia do RG ou CNH (próprio e de demais membros maiores de 18 anos do núcleo familiar); declaração de concordância do (a) cônjuge/companheiro (a)/para casais.

Outros modelos de apadrinhamentos

Prestador de serviços – Destinado ao padrinho ou empresa que, por meio de ações de responsabilidade social, se cadastrem, apresentando plano de atividades, para atender as demandas dos acolhidos. Ou seja, apoiar financeiramente para que pratique alguma atividade como academia, nutrição, escolinha esportivas, cursos, entre outras opções.

Financeiro – Aquele que dá suporte material ao adolescente seja com doação de material escolar, vestuário, brinquedos, cursos profissionalizantes, reforço escolar, práticas esportivas, idiomas ou contribuição financeira para demanda específica dos participantes do programa como forma de dar apoio a jovens acolhidos que se preparam para os desafios da vida autônoma.

Neste modelo com contribuição financeira, cada jovem que participa do projeto recebe o bolsa-auxílio durante um ano, a fim de que aprenda a lidar de forma responsável e consciente com o dinheiro, planejando seu projeto de vida. O padrinho contribui com R$ 50 (jovem de 15 anos); R$ 100 (jovem de 16 anos) e R$ 150 (jovem de 17 anos).

Acompanhe abaixo como foi a criação do Projeto Apadrinhar

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