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Estado nega flexibilização para parques e restaurantes

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REGIÃO – Permitir a abertura dos parques de turismo, atendimento dos restaurantes durante a noite e abertura do comércio não essencial em finais de semana são algumas das principais demandas das cidades da região junto ao Governo do Estado. O prefeito de Canela e presidente da Associação dos Municípios de Turismo da Serra (Amserra), Constantino Orsolin, se reuniu na manhã desta quarta-feira (21) com representantes do Governo do Estado para solicitar as flexibilizações impostas pelos protocolos de bandeira preta no Modelo de Distanciamento Controlado. A demanda dos parques e dos restaurantes foi negada.

Foram realizadas duas reuniões. Na primeira o encontro virtual ocorreu com o secretário-chefe da Casa Civil, Arthur Lemos. Ele disse que compreende o pleito, mas defende a preocupação do Governo Estadual com a saúde já que os números de hospitalizações ainda são críticos e podem levar em um futuro próximo em um novo colapso no sistema.

No segundo encontro virtual participaram o prefeito de Farroupilha e presidente da Associação dos Municípios da Encosta Superior do Nordeste (Amesne), Fabiano Feltrin, que ponderou que as atuais restrições afetam severamente o comércio de toda a região da Serra. Com dados técnicos do Observatório Regional de Saúde, Marijane Paese, apresentou a queda nos números de hospitalizações em leitos de UTI e leitos clínicos na região da Amesne e argumentou que o comércio não precisaria estar fechado, e que poderia aumentar a fiscalização dos protocolos.

No encontro também estavam presentes o secretário de Articulação e Apoio aos Municípios, Luiz Carlos Busatto, o secretário Extraodinário de Apoio à Gestão Administrativa e Política, Agostinho Meirelles, além do chefe de gabinete, Marcelo Soares.

DEMANDAS SERÃO DISCUTIDAS NO COMITÊ DE CRISE

Nesta quinta-feira (1º) acontece, pela manhã, a reunião geral do Comitê de Gestão de Crise do Governo do Estado, onde os secretários apresentarão as demandas e darão respostas sobre os pleitos.

O secretário Agostinho salientou que vai lutar pela possibilidade de se liberar o sábado de Páscoa para o comércio não essencial, mas a sexta e o domingo ficariam fechados, conforme decreto. “Tudo isso são possibilidades que apresentaremos ao comitê, mas mais possibilidade de flexibilizações, principalmente para os parques, só vamos rever a partir da próxima semana” completou.

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