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Deputado denuncia aposentadoria especial de Eduardo Leite

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O deputado federal Marcel van Hattem (Novo) postou em sua rede social na tarde desta quarta-feira (15), o recebimento de aposentadoria especial de quase R$ 40 mil por parte do ex-governador do Estado, Eduardo Leite (PSDB), mesmo após o benefício ter sido extinto no Rio Grande do Sul.

“Que vergonha! Eduardo Leite está recebendo quase 40 MIL REAIS de aposentadoria especial como ex-governador, aos 37 anos de idade. Este benefício imoral foi extinto por Lei aprovada na Assembleia Legislativa e sancionada pelo próprio Eduardo Leite quando governador e, mesmo assim, ele preferiu aderir à mamata. A situação fica ainda mais escandalosa porque o ato que autorizou o pagamento desse privilégio não foi publicado no Diário Oficial do Rio Grande do Sul, tudo por debaixo dos panos”, escreveu o parlamentar.

Marcel também afirma que ingressará na justiça com uma ação para impedir o recebimento. “Entrarei, juntamente, com a bancada do Novo na Assembleia, com uma ação na Justiça contra esse pedido de aposentadoria de Eduardo Leite”, prometeu.

O deputado federal Fábio Ostermann, (Novo), também usou as redes sociais para denunciar o recebimento ilegal do benefício. “Não tem como não ficar indignado: o ex-governador Eduardo Leite embolsou 40 MIL REAIS de aposentadoria especial, mesmo após esse privilégio imoral e ilegal ter sido EXTINTO no ano passado”, publicou.

LEI SANCIONADA PELO PRÓPRIO EDUARDO LEITE – Eduardo Leite (PSDB) sancionou em agosto do ano passado, o projeto de lei de autoria do deputado estadual Pedro Pereira, também do PSDB. O projeto havia sido aprovado pela Assembleia Legislativa por 49 votos a 1. A lei extingue a pensão vitalícia para todos os ex-governadores e viúvas herdeiras. O repasse deste benefício aos ex-chefes do executivo estadual vigorava desde 1979.

3 COMENTÁRIOS

  1. Perfeito e irretocavel teu posicionamento Bruno. A propósito esta mais do que na hora de exigirmos uma alteração constitucional que permita em nome da Democracia que o povo possa eleger também os membros da Suprema Corte. Afinal somos ou não somos iguais frente a Constituição? Gostaria que alguém me convencese que a nomeação para ocupar um cargo no STF não se trata de um privilégio.

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