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Empresários apostam na flexibilização nos setores turístico e gastronômico a partir da próxima semana

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REGIÃO – A esperança para que o setores turístico e gastronômico recebam flexibilizações a partir da sexta-feira (9), por parte do Governo do Estado, está sendo cultivada por algumas autoridades e empresários do trade. O Jornal Integração conversou com o presidente do Sind Tur Serra Gaúcha (Sindicato da Hotelaria, Restaurantes, Bares, Parques, Museus e Similares da Região das Hortênsias) e empresário Mauro Salles, o presidente da Abrasel Hortênsias (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) e empresário Felipe Andreis e com o empresário Beto Tomasini. Os empresários reforçaram que o turismo não é o responsável por disseminar o vírus da Covid-19, comentaram sobre o movimento do feriado de Páscoa e acreditam que o governador Eduardo Leite flexibilizará os setores turístico e gastronômico.

“A expectativa é boa para que, na semana que vem, algumas regiões voltarem a bandeira vermelha, com cogestão na laranja, o que nos permitiria voltar ao trabalho mias tranquilos e com mais liberdade. Estamos trabalhando em várias ações para tentar evoluir com algumas sugestões para o Modelo de Distanciamento Controlado do Estado. Dois colegas, de sindicatos do interior, conseguiram acesso ao governador por meio de uma live e ele sinalizou com a possibilidade de flexibilização dos horários da gastronomia”, revelou Salles, que também falou que isso deve-se confirmar a partir da próxima semana.

Beto Tomasini, empresário da gastronomia, pediu para que o governo dê atenção ao setor e sugeriu ao governador que expanda os horários, afim de evitar o excesso de clientes para que não hajam aglomerações. “O setor do turismo e da gastronomia, principalmente em Gramado, está parado há 40 dias, sem poder trabalhar ou vender. Está na hora do governador olhar melhor para o setor. A responsabilidade que eles estão colocando em cima de nós não é nossa e sim das pessoas que não se cuidam. Nós temos toda a questão da higienização nos restaurantes. A questão do horário, no meu ponto de vista, deveria ser mais distribuído para que não se concentre um número excessivo de pessoas em um único período e que elas tenham liberdade para vir em outros momentos do dia e da noite”, propôs.

Na contramão de Salles e Tomasini, Felipe Andreis pede para que as pessoas, mesmo com o expectativa de flexibilizações e reabertura dos setores, não criem falsas esperanças. “Ontem, segunda (5) estive em uma reunião com o secretário de Articulação e Apoio aos Municípios, Agostinho Meirelles e com o secretário de Turismo, Ronaldo Santini (ambos do Gabinete de Crise do Governo do Estado para o enfrentamento a pandemia). Os dois ficaram de levar os pedidos de flexibilização para o gabinete e entenderam a situação, mas isso sempre chega no Gabinete de Crise e esbarra nas funções técnicas. Então, é importante que gente não crie uma falsa expectativa. Já criamos duas ou três vezes pensando que o governo iria nos atender e não atendeu”, alertou Andreis.

Conforme o presidente do Sindtur, a entidade participará de uma reunião com o governador Eduardo Leite e com o vice-governador, Ranolfo Vieira Júnior, na tarde desta terça (6).

SÁBADO DE PÁSCOA – O governador autorizou a abertura dos comércio não essencial e restaurantes, excepcionalmente, no último sábado (3). Mauro Salles celebrou o movimento que a gastronomia recebeu no Sábado de Páscoa, mas revelou que o setor hoteleiro esteve abaixo da metade de ocupação. “Foi bom (o sábado) porque o pessoal iria ficar fechado e não iria faturar nada e para a gastronomia o sábado de Páscoa é um dos melhores dias do ano, claro, foi bem diferente do que é o normal, mas serviu para dar um alívio para esta turma que pode trabalhar durante o dia. Teve um movimento bom em Gramado em Canela, o que ajudou. Pra hotelaria o final de semana foi muito ruim, comparado com o período de Páscoa normal. Poucos hotéis conseguiram abrir e os que abriram tiveram ocupação baixa, girando em torno de 20% médio. Foi muito fraco, não ajuda a salvar o buraco nas contas que a empresas estão enfrentando para pagar impostos, salário e custos de operação em geral. Não salva”, frisou Salles.

De acordo com Felipe Andreis, o final de semana deixou um gosto amargo, por conta do pensamento de ‘eu podia ter faturado um pouco mais’. “Eu vejo mais deste jeito, embora ninguém deixaria de abrir sabendo que faturaria pouco, eu vi como todos ficaram incomodados por poder abrir em um dia e não no outro. Começa surgir aquele papo, ‘será que o vírus só circula em um dia ou só no próximo’, e assim por diante”, frisou ele.

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