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Restaurantes seguem sem poder abrir à noite nos finais de semana

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ESTADO – O governador Eduardo Leite (PSDB) fez um pronunciamento oficial no início da tarde desta sexta-feira (9), para informar a atualização dos protocolos do Modelo de Distanciamento Controlado. E um dos principais itens de interesse da economia da Região das Hortênsias foi a flexibilização dos horários de atendimento dos restaurantes, lojas e parques que dependem de movimentação turística.

No caso dos restaurantes o atendimento durante os dias uteis poderá ocorrer até às 23h, com entrada permitida até às 22h. Entretanto, para os finais de semana o atendimento segue limitado, podendo atender clientes até às 16h, com entrada no local até às 15h. Até às 20h pague e leve e após somente delivery.

“Buscamos reduzir o risco de contágio, reduzindo a duração dos encontros sociais para as pessoas ficarem menos expostas. Por isso limitamos, neste momento, o atendimento nos finais de semana até esse horário. Depois disso somente pegue e leve até às 20h e à noite somente o delivery”, disse o governador.

“Saúde, farmácia, construção e serviços de veterinária já estava liberados e permanecem. A novidade vem para os mercados com a retirada de qualquer restrição de horários. Nos dias de semana, os restaurantes e lanchonetes tinham restrição até às 20h e nós colocamos as restrições até às 23h com a última entrada até às 22h”, informou.

No caso do comércio considerado pelo Estado como não essencial, permanece com atendimento presencial restrito até às 20h. Academias e serviços religiosos estamos estendendo até às 22h.

FISCALIZAÇÃO – Durante seu pronunciamento, o governador incentivou a sociedade a denunciar aglomerações e atividades comerciais que estiverem descumprindo as normas estabelecidas, exemplificando com festas clandestinas e restaurantes que excederem os limites dos protocolos.

O Governo do Estado, para garantir o cumprimento, impôs aos municípios que construíssem planos de ações para reforçar as estruturas fiscalizatórias. Estado vai, inclusive, dedicar auxílio financeiro para que os municípios sem condições contratem mais fiscais. “Não é uma volta ao normal, nem de longe isso pode acontecer, como o retorno das festas e dos restaurantes lotados”, disse Eduardo Leite.

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