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Será que vão ser 10?

O pedido de impeachment do prefeito Daniel Guerra, protocolado ontem,parece que veio em má hora. Pelo menos, é o que pensam alguns vereadores da oposição. Havia a expectativa de que uma decisão contra o executivo, na Justiça local, no caso da migração para a Região das Hortênsias, pudesse supor crime de responsabilidade do gestor. Entretanto, o ex-CC dele, Jefferson Côrtes Torres, resolveu propor ao Legislativo, que investigue se a utilização de área particular para ampliar o estacionamento do Aeroporto Hugo Cantergiani constitui motivo de impedimento do prefeito.

Este é o sexto pedido de impeachment, em 32 meses de governo. Uma média de mais de uma denúncia a cada cinco meses de gestão. Se na campanha eleitoral, Guerra dizia que era ‘10”, espera-se que o número não signifique o total de pedidos de impedimento, que ele vai sofrer até o final deste governo. Nada impossível, se mantida a atual média de representações.

 

Articulação

O vereador AdilóDidomenico/PTB se reuniu com o chefe de gabinete do Ministério da Saúde, Alex Campos Machado, na manhã de ontem (29), em Brasília. A finalidade foi tratar sobre os reajustes dos planos de saúde e a atuação da Agência Nacional de Saúde – ANS. Acompanhado de assessores do senador Luis Carlos Heinze/PP e do deputado federal Ronaldo Santini/PTB, o parlamentar entregou um documento, demonstrando a inconformidade com os reajustes dos planos.

Segundo Adiló, o fato reflete no aumento da procura pelo SUS, sobrecarregando o atendimento na rede pública. Adiló esteve na capital federal, desde quarta-feira (28), para acompanhar o julgamento do Caso Magnabosco, que foi transferido para 11 de setembro.

 

A VEZ DA VERDADE

O Legislativo aprovou, ontem, um pedido de informações da vereadora Denise Pessôa/PT, sobre a prova para o cargo de Turismólogo. A finalidade é esclarecer a polêmica gerada pela participação da secretária de Turismo, Renata Carraro, no concurso. Na sessão do dia 22 de agosto, Denise questionou a suposta omissão dela com relação a uma questão da prova escrita, cuja nenhuma das alternativas de respostas estava correta. O agravante foi que Renata sabia que as opções estavam todas erradas e não pediu a anulação da questão. A intenção é verificar se a postura da secretária tem alguma ligação com aprovação dela em segundo lugar no concurso.

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