REGIÃO – A segurança turística da Serra Gaúcha ganhou destaque internacional durante o 3º Simpósio Internacional de Segurança no Atendimento ao Turista (SISAT 2026), realizado entre os dias 27 e 30 de abril, em Foz do Iguaçu (PR). Representando a Região das Hortênsias, a major PM Cláudia N. Maldaner, chefe do Estado-Maior do CRPM Hortênsias (Comando Regional de Policiamento Militar), levou ao evento a experiência local na gestão da segurança em destinos turísticos, especialmente a vivida durante a catástrofe climática de maio de 2024, em que esteve envolvida ativamente.
O simpósio reuniu 23 delegações nacionais e 21 internacionais, com participantes de países como Japão, China e Portugal, debatendo estratégias e desafios relacionados à segurança no turismo. Durante sua participação, a major destacou temas como o impacto de desastres naturais — como enchentes — e eventos críticos na reputação dos destinos turísticos, além da importância da preparação e resposta integrada nesses cenários.
Cláudia Maldaner ressaltou que a segurança é um dos principais diferenciais competitivos da região, ainda pouco explorado como ativo turístico. “A Região das Hortênsias recebe milhões de turistas anualmente e demonstra, na prática, que não existe destino forte sem segurança pública eficiente, qualificada e integrada à hospitalidade”, afirmou.
A oficial também chamou atenção para exemplos internacionais, como o Japão, referência em organização e preparação para desastres, reforçando a necessidade de planejamento contínuo e qualificação das forças de segurança.
A participação da major no evento projeta o modelo adotado na Serra Gaúcha como referência, consolidando o Rio Grande do Sul — e especialmente a Região das Hortênsias — como um destino seguro, organizado e preparado para os desafios contemporâneos do turismo. “O que eu defendo, o que eu vejo quando a gente sai, é que um dos principais atrativos que nós temos aqui é a questão da segurança e talvez a gente use pouco Isso, poderíamos usar mais. Claro que é um desafio a gente manter, mas a gente tem indicadores bons e que a gente poderia utilizar”, comenta, Cláudia.










