Vereador de 2017 a 2021, reeleito na eleição de 2020, mas que naquela gestão preferiu atuar com Secretário de Saúde, está de volta à iniciativa privada e sem interesse em militar novamente, nem no seu MDB e nem em outro partido qualquer. Mas, segue sendo a mesma figura simpática de sempre. Ele está feliz no time comercial da Acarmax Espumas e Colchões, empreendimento novo do empresário Valmor Cardoso, conhecido como fundador da Avi Móveis.
O futuro do MDB
Assim, sem João Teixeira, sem Evandro Moschem, que também garante não voltar mais à política e sem a família Luz, que sempre o patrocinou, o que será do MDB no pleito que está no horizonte? É possível que dos atuais 3 vereadores não reeleja mais de um para a próxima legislatura. Mas o que os atuais três precisam justificar é se a comunidade sentirá falta. Isso é o que está com o Renan o Cícero e o Paim.
Aproximação

O prefeito Nestor Tissot já foi visitar o novo secretário do Turismo, Vilson Covatti, que é do seu partido, PP. Já o Governador virá nos próximos dias para uma solenidade de inauguração do acesso ao Olivas, na Linha Nova, pavimento com recurso estadual. O jeito é esquecer o passado e mirar ‘adelante’.
Tá ruim, mas tá bom
Petezada está agarrada igual carrapato no saco do boi. Tá uma alegria só! A lei Rouanet já teve um bi, liberado para pagamentos de ‘projetos’ de artistas, que estavam só aguardando a porca deitar. Numa dessas, isso pode até ser bom pra uma e outra região…
Mínimo forte HAHAHA
“Nós vamos ter um mínimo forte, com aumento acima da inflação, e vamo volta a comê um churrasquinho no fim de semana (Sic)”, dizia um velho sábio em outubro passado. Só que não! Nem os 1.320, no momento, prezados aposentados, é 1.302 só que tem. Daqui a pouco, lá para o meio do ano, podemos ver isso daí…
CPI nem pensar
O velho sábio não quer saber de CPI para investigar a invasão aos três poderes. Isso só dá confusão, disse. Mesmo! Pois CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito-, é algo pluripartidário, composto por eleitos pelo voto direto, não subordinados, de poder independente (o legislativo) e aí, a confusão é certa. Poderia se chegar aos verdadeiros culpados e isso seria uma catástrofe. Lembrando que todo o sistema de segurança, que falhou de ponta a ponta, já estava sob comando do referido sábio.
A saga dos patriotas presos
Moraes libera apenas 220 dos 1.500
presos políticos da Papuda e Colmeia
Apenas 220 presos políticos serão liberados nos próximos dias, conforme listagem dos nomes divulgados ontem, dia 18 de janeiro. Outros 354 tiveram seus casos convertidos em prisão preventiva. Todos eles passaram pela audiência de custódia e a expectativa é de que novas análises dessas audiências realizadas nos presídios ocorram nos próximos dias.
As informações foram repassadas pela advogada Ana Caroline Sibut Stern, do Paraná, que integra um grupo de voluntários sensibilizados com as condições pelas quais os manifestantes acabaram sendo levados para os presídios. São em torno de 100 advogados, 20 deles diretamente no atendimento, todos com atuação pro bono. O grupo de voluntários também é integrado por médicos, psicólogos e jornalistas. Dos 95 cidadãos brasileiros assistidos pelo grupo, apenas 13 poderão ir para casa conforme a listagem publicada e, ainda, com uma série de restrições durante todo o período em que responderão o processo.
A advogada Ana Caroline explica que, entre as medidas cautelares dos presos políticos que responderão o processo em liberdade, estão a proibição de ausentar-se da comarca, recolhimento domiciliar no período noturno e nos finais de semana com uso de tornozeleira eletrônica a ser instalada pela Polícia Federal de Brasília, proibição de uso de redes sociais e de comunicar-se com os demais envolvidos, cancelamento de passaporte, comparecimento no Juízo de Execução da Comarca de origem no prazo de 24 horas e comparecimento semanal, suspensão de porte de armas (se forem CACs). Caso descumpram, voltam para o cárcere. A decisão é do ministro do Alexandre de Moraes, STF.
“A maioria dos presos, após a audiência de custódia e decisão do ministro Moraes, tiveram a conversão para prisão preventiva, por ele entender que há fortes indícios de ataque, ou seja, que possam ter tido envolvimento com a depredação dos prédios públicos, e resolveu mantê-las em cárcere por tempo indeterminado”, relata a advogada.
“Os nossos assistidos sequer têm antecedentes, nunca entraram em uma delegacia a não ser para fazer RG. Muitos deles choram”, lamenta a advogada Ana Carolina, com visível preocupação com o estado emocional das pessoas presas após os atos ocorridos em Brasília, no dia 8 de janeiro. “A maioria nos relatou que recuaram quando visualizaram a depredação, sendo que muitos ainda estavam a caminho da Praça dos Três Poderes quando tudo aconteceu”, relata. São as histórias narradas pelos assistidos e que farão parte da defesa deles, uma vez que esses processos seguirão por um bom tempo até o assunto ser encerrado.
“O processo está tramitando em sigilo e o teor das decisões do voto do ministro somente foi conhecido no dia 18 de janeiro, data em que o STF liberou o acesso para os advogados iniciarem a fazer a juntada de documentos na forma eletrônica, informa a advogada Thais Regina Souza Costa Fregolente, de Jundiaí, SP, outra integrante do grupo de voluntários.
As audiências de custódia, no caso destes presos políticos estão ocorrendo de forma diferente do que prevê a lei, ou seja, pela legislação o juiz que preside o ato deve decidir se libera ou se converte em prisão preventiva ou temporária. Porém, os juízes não estão decidindo, mas, sim, devolvendo o processo para o ministro Alexandre de Moraes decidir. A maioria dos membros do Ministério Público presente nas audiências têm se manifestado pela liberdade provisória, mediante cautelares.
Jornalista Responsável: Ana Cemin










