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Oposição contesta alegação de queda de braço com o Executivo

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O líder de governo, Elisandro Fiuza/Republicanos, utilizou a tribuna da Câmara, na sessão desta quinta-feira (13), para alegar que os partidos de oposição obstaculizam o governo do prefeito Daniel Guerra/Republicanos. Fato que, segundo ele, prejudica o desenvolvimento do Município. “O que eu vejo hoje na Câmara de Vereadores e no Poder Executivo? Uma queda de braço, de relações, de construções, que me parece que cada qual se justifica, se defende. Cada qual: eu fiz mais, o outro fez menos. O que os outros fizeram não foi feito”, avaliou.

Conforme Fiuza, Executivo e Legislativo precisam trabalhar juntos para alcançar os objetivos em favor de Caxias. “Parece que mais é nada mais, nada menos que uma guerra de ego e de vaidade. Por que não trabalharmos juntos para construir, para discutir?”, questionou.

Durante o pronunciamento, Fiuza conclamou os colegas vereadores para se unirem em torno dos projetos para o desenvolvimento de Caxias do Sul. Ele citou os debates sobre o Plano Diretor, por exemplo, promovido pela comissão de Desenvolvimento Urbano, Transporte habitação. “Quantas coisas podemos juntos construir e mobilizar e fazer com que a nossa cidade, Caxias do Sul, possa crescer? Eu gostaria, neste momento, de poder abrir uma frente parlamentar da construção. É um desafio”, lançou.

 

AS RESPOSTAS

 

ALBERTO MENEGUZZI/PSB: “O discurso do vereador Fiuza é emocionante. Comoveu-me, a frente parlamentar de conciliação. Provavelmente, estará nas manchetes”.

 

KIKO GIRARDI/PSD: “Já viu que dá um silêncio total pelo respeito que a gente tem pelo senhor e pela sua postura, mas dá a impressão que nós aqui somos todos os bandidos e o senhor é o santo. O senhor estava se queixando de quem, se o diálogo não vem de lá. Tem veto todo dia”.

 

GLADIS FRIZZO/MDB: “Quando o senhor vem falar em queda de braço é uma queda de braço mesmo que temos que fazer para que o gestor tome as providências que são obrigatórias a tomar. Esse seu discurso pode servir muito bem lá na sua igreja, agora, aqui não”.

 

RODRIGO BELTRÃO/PT: “Foi uma fala para apaziguar, mas que incendiou aqui o debate. Até porque esta Casa não obstaculiza o prefeito jamais. Foram cinco pedidos de impeachment, caso fosse de fato uma queda de braços da nossa parte, o prefeito já era ex-prefeito”.

 

PAULA IORIS/PSDB: “Acho que o vereador Fiuza nos abre uma oportunidade para conversar com toda a comunidade de Caxias, para ver de fato onde é que está essa queda de braços. Porque não é só com a Câmara. O problema não é aqui. Todas as entidades se queixam da falta de diálogo”.

 

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