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“Nosso desafio hoje é bem maior”

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Foto: Tiago Manique/JIH – Diretoria empossada inúmeros desafios para os próximos anos

CANELA – Com mais de três décadas atuando como sindicalista Enedir Barreto na noite de segunda-feira (1º) foi empossado para a oitava gestão como presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio Hoteleiro e Similares de Canela (S.E.C.H.S.C). E o momento é diferente dos anos anteriores em que ele presidiu a entidade. Com restrições econômicas no País e com cerca de 14 milhões de desempregados, Barreto admite que o desafio para administrar um sindicato a partir de agora é mais desafiador.

“Com certeza é um desafio maior pela economia e criou-se uma imagem negativa dos sindicatos, como existem os bons e maus sindicalistas, assim como trabalhadores e empregadores,enfim em todas as áreas, continuaremos trabalhando o possível para fazer um bom trabalho, são mais de 200 convênios realizados para favorecer o associado e temos sempre a intenção de integrar trabalhador e empresa ninguém contra ninguém, sempre o papel de intermediar”, explicou.

Além do número de convênios citado pelo sindicalista, ele destacou os reajustes salariais conquistado pelo Sindicato em negociação com as empresas com o piso acima do nacional. “Conseguimos sempre um piso acima do nacional, evoluímos 28% acima, também acrescentamos o anuênio um 1% ao ano e em cinco anos 5%, mais um totalizando seis e conquistas estas durante muitos anos de trabalho tudo foi com muito diálogo a cada passo”, pontuou.

Reforma da previdência e a portaria que flexibiliza os trabalhos aos finais de semana e feriados também foi citado por Barreto. Sobre o primeiro tema, ele mencionou da necessidade de ser realizada, mas desta que está sendo apresentada. “Criou-se um ambiente favorável para aprovar, pois temos um número muito grande de desemprego, o trabalhador está preocupado em trabalhar e não na aposentadoria e normalmente quando se faz uma reforma na sua casa é para melhorar e não piorar”, disse.

Sobre a flexibilização ressaltou que “nada muda”. “Na verdade não muda, somos região turística se não trabalhar nestes dias fechamos as portas, para nós nada mudou, nossa economia é 80% turismo se não trabalhar feriados e finais de semana não temos condições de continuar”, finalizou.

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