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Sonho Olímpico comemora resultados dentro e fora das pistas

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REGIÃO –Fundado em 2013 por Moisés Reis, o projeto Sonho Olímpicotrabalha com atletas de diversas modalidades e consiste em aplicar um plano de gestão administrativa para torná-lo auto-sustentável realizando parcerias no setor público e iniciativa privada.

Com muitas competições no rol da entidade, 2020, devido pandemia que ainda segue, foi sem a festividade de poder subir em um pódio ou simplesmente de estar participando de um campeonato, voltando a ter aquela sensação de adrenalina que todo atleta gosta.

No domingo (17), integrantes da equipe participaram da Meia Maratona de Gramado e além de avaliarem seus desempenhos, contaram o que os fizeram praticar esporte e os momentos de superação.

Brincadeira a competição

Natural de Parobé, mas morador de Gramado, Alex Fão, 21 anos, fez o percurso de 21km e terminou a prova conquistando a terceira colocação. Sobre a modalidade que participa, ele mencionou que a corrida sempre esteve presente em sua vida, pois desde a infância brincava com os amigos, jogava futebol na rua e o ingresso em uma equipe de competitividade partiu de pessoas que já atuavam, quando ele veio morar em Gramado.

“Foi de um simples hábito por saúde que descobri uma paixão pelo esporte da corrida.Sempre tive o costume de fazer caminhadas e corridas. Acabei vindo morar em Gramado a trabalho, onde conheci atletas, aprendi mais sobre o assunto e acabei entrando no mundo das competições”, disse.

Sobre a competição, foi desafiador. Conforme o atleta, habituado em estar competindo no asfalto, nesta prova teve que se adaptar a circuitos em meio a mata. “Para mim, que sempre fui corredor de asfalto, a Meia Maratona de Gramado mostrou-se um grande desafio por ter a maior parte do percurso composto por trilhas e estradas de terra. Por um lado foi bom, pois me instigou a explorar mais esse tipo de percurso e tornar o meu esporte ainda mais completo”, avaliou.

O jovem de 60 anos

Exemplo de que a idade não é empecilho para ser atleta de alto rendimento é de Paulo Rogério. Terceiro colocado na sua categoria em um percurso de 6km, ele que tem 60 anos, ingressou na equipe do Sonho Olímpico em 2015, vindo de um período parado, pois anteriormente praticava futebol.

Apesar dos obstáculos do percurso, o atleta minimizou que o ambiente em meio a natureza é compensador. “Em relação as corridas em trilhas é a terceira vez que participo, sendo uma em Três Coroas e a X-Treme de Gramado. Achei desafiador e sofrido para mim, mas a proposta da Meia Maratona em meio a natureza é compensada pela energia do lugar e a satisfação pessoal.Estou feliz pelo meu resultado e a classificação”, citou.

Do sedentarismo ao atletismo

Taís Cristina Lüdke, 34 anos, fez sua estreia nas pistas e obteve uma excelente performance conquistando a quinta colocação no trajeto de 6km.“Em relação a Meia Maratona, eu adorei participar. Gostei muito do trajeto em trilhas, foi a minha estreia, nunca havia feito e muito menos participado de uma corrida. Achei que jamais conseguiria me manter no ritmo, mas foi bem tranquilo. Passou muito rápido, foi uma prova de superação pra mim. Pretendo participar de mais corridas”, relatou.

Além desta paixão recente pelo atletismo, outro esporte que nutri uma paixão é o ciclismo. Integrante há dois anos do grupo Krepps 66 Cycling,com quem o Sonho Olímpico mantêm parceria, lembrou que o ingresso no esporte foi, segundo Taís, pela necessidade de sair do sedentarismo. Iniciou as primeiras pedaladas por meio de uma amiga e do Danilo Torres, vice-presidente do Sonho Olímpico.

“Foi paixão à primeira pedalada (risos). Ele deixou uma bike comigo por uns dias, para utilizar diariamente. Logo em seguida comprei uma e nunca mais parei de pedalar. Fazem dois anos desde então. Aí ele começou a puxar corridas e me interessei. Sempre bom manter o corpo em movimento, é incrível”, ressaltou.

O jovem experiente

Com centenas de troféus e medalhas no currículo, Edimilson Cruz, 21 anos, encerrou a prova da Meia Maratona de Gramado na quinta colocação em um percurso de 6km. Morador de Canela, iniciou ainda na adolescência no projeto HemítriasSalagil, em 2013. Dois anos depois, ingressou no Sonho Olímpico. Também pratica ciclismo desde 2017. “Pedalar está somando para mim grande experiência no último pedal com 15h de viagem a praia de Curumin, com aproximadamente 300km ida e volta. Só tenho a agradecer aos amigos”, enalteceu.

Da administração para a pista

O vice-presidente do Sonho Olímpico, Danilo Torres, 34 anos, é natural de São Paulo e residente de Canela. Encerrou a Meia Maratona na nona colocação no trajeto de 21km e junto com o atletismo, pratica ciclismo há 12 anos e se destacou pela primeira vez nesta prova da parceria entre Krepp’s 66 Cycling e Sonho Olímpico.

“Foi à primeira prova realizada em participação das equipescom sucesso. Provas bem puxadas que nos trouxeram bastante evolução, experiência e dois troféus conquistados pelos integrantes Edimilson e Alex, em suas respectivas categorias. Valeu a pena pela nossa superação. Independentemente dos resultados de cada um, estamos juntos e o evento foi bem organizado”, finalizou.

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