Tchau, querido!

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Hoje põe-se um fim na gestão Fedoca e, naturalmente, na sua carreira política. Passou anos lutando para chegar e quando chegou o que fez? O que fez? Tudo, absolutamente tudo diferente do que tinha prometido em campanha. Empregou companheiros e amigos mesmo sem aptidão, criou uma ‘comunidade’ de parentes entre si só desmanchada pela justiça após atitude dos vereadores. Chamou para os mais altos cargos, partidários que tinham se dado mal nas suas cidades e tornou a Prefeitura um elefante branco, um gigante inoperante. A ‘gastança’ foi tão grande que o cofre secou e nada, quase nada de investimentos. A cada entrevista na imprensa reclamava que Gramado estava se tornando, ou tinha se tornado, a cidade do concreto. Chegou a dizer na Gaúcha que só estava faltando colocar a faixa: “Bem-vindo a cidade do concreto”. E o que fez com os seus terrenos durante os 4 anos? Construiu com papel? Barro? Muitos, muitos mesmo, dos que me achavam exagerado quando dizia que Fedoca não tem nenhuma das dez primeiras e principais características para ser prefeito de Gramado, hoje me pedem desculpas e se mostram amargamente arrependidos do voto que fizeram em 2016, acreditando naquele discurso. Graças a Deus a contagem regressiva chegou ao fim. Hoje é o fim! Tchau, Fedoca!

Bem vindo de volta, Nestor!

Assume a Prefeitura amanhã, Nestor Tissot. Será sua terceira gestão de prefeito. Desejo mais uma dose daquilo que vivemos nos anos 2009 a 2016. Se incluir mais os 8 anos do Pedro Bala, de 2000 a 2016. Puro progresso! E o que vimos desde o dia da eleição até hoje enche os gramadenses de esperança. É incomparável com o atual. Enfim, Nestor, Luia, secretários, vereadores, desejo sorte para acompanhar o empenho de vocês.

O Sol já vem. Gramado para os gramadenses !

Um ano triste!

Foi um ano difícil, onde todos tivemos perdas econômica e morais, onde a luta principal foi pela manutenção dos nossos empregos, e empresas. Um ano que temos de comemorar por chegar ‘vivos’ no final.  Um ano triste! Por mais que se queira ser otimista, positivo e propositivo não há como negar que foi um ano muito triste. Um ano para ser esquecido, mas que jamais será. Infelizmente as feridas foram graves e as cicatrizes jamais desaparecerão. Ser proibido de trabalhar é inesquecível. Quem sempre se virou por conta jamais vai esquecer o ano em que dependeu do governo para honrar sua família. E aqueles que não perderam o emprego, que até se deram bem, jamais esquecerão o medo que passaram e os motivos que os levaram ao sucesso no pior ano da vida.

Superação

O Brasil acabou não tendo um prejuízo econômico tão grande em razão da capacidade de superação da sua população. Se a pandemia deixou um legado (além de como lavar as mãos) foi a união entre empresários e operários, que se evidenciou. Sempre houve, mas os sindicatos insistiam em fazer parecer o contrário. Ao que tudo indica terminaremos o ano com número igual, ou muito próximo, de empregados ao que tínhamos no inicio da crise.

Imunidade do rebanho

Estamos na iminência da vacina. A previsão é de que entre 20/01 e 06/02, iniciemos no Brasil. Mas, na visão de especialistas, como o deputado federal Osmar Terra, antes mesmo de a vacina fazer seu efeito a imunidade de rebanho terá promovido a queda no número de infecções. E de fato, se olharmos para as personalidades, pessoas populares, como os ministros do governo federal, mais presidente e vice, governadores,  o “povo” do STF, nosso governador e o prefeito da Capital, em Gramado mais de três mil casos confirmados, acredita-se que devemos estar bem acima de 30% da população já com anticorpos. E segundo o médico deputado, pelo menos mais outro tanto (30%) têm imunidade natural (e também é o que se percebe, tem gente que não pega de jeito nenhum e outros mesmo se cuidando ao máximo contraem). Assim, a tendência natural é de o vírus desaparecer, independente da vacina.

Trabalhando dá!

O fato é que no momento temos de cuidar um pouco, principalmente com as pessoas da faixa de risco. E é muito importante que não precisemos mais parar de trabalhar, porque sem trabalhar não dá!

Seu Jornal Integração

Também nós tivemos que tomar medidas duras em razão da pandemia. A estratégia adotada foi a da sobrevivência. Por isso desde o fim de março circulamos apenas uma edição semanal, às sextas-feiras. Janeiro e fevereiro tradicionalmente não fazemos edição às terças-feiras. Se vai continuar semanal, ou se voltará a ser bissemanal em 2021, vamos avaliar mais adiante. Hoje é impossível decidir sobre isso. 

Quanto aos assinantes ratifico que não ficam no prejuízo, pois sempre vendemos o número de exemplares, não o período. Logo, com apenas uma edição semanal o tempo da assinatura duplica.

Além do papel

Nossos assinantes, no entanto, sabem que cumprimos o nosso papel durante o ano. Trabalhamos como nunca! Foi o ano em que avançamos muito nas plataformas digitais. Acompanhamos o dia a dia da pandemia, o passo a passo da eleição e entregamos gratuitamente aos nossos assinantes todo o conteúdo diário da nossa equipe de jornalismo. Como todo o mundo, avançamos muito no digital e não vamos mais retroceder, disso nós temos certeza, independentemente se voltaremos com o impresso bissemanal, ou não. Por isso quero agradecer a Deus pela inteligência e saúde que nos concede, à equipe que se superou, aos assinantes, anunciantes, amigos, família, todos. Um fortíssimo abraço e que venha 2021!

Aborto legal

A Argentina aprovou, através dos seus deputados e senadores, projeto de lei que legaliza o aborto em qualquer circunstância, até a 14ª semana da gravidez. Basta a mãe pedir e o Estado tem 10 dias para realizar o procedimento, gratuitamente. No congresso a vitória foi folgada, mas no senado, quarta à noite, o placar da votação foi 39 a 29. No Brasil só são legais abortos em casos de estupro, risco de vida para a mãe e em casos de fetos anencefálicos. A questão é polêmica. Há os que defendem que mulheres com poder aquisitivo sempre puderam abortar quando desejavam e as pobres, no entanto, não. Por outra banda, assim, de forma deliberada, vai parecer algo comum, corriqueiro e feito de forma irracional, ou sob análise superficial, por motivos triviais que que levarão pessoas a arrependimentos profundos. E, que terá prioridade no sistema de saúde, pelo prazo de dez dias, em relação muitas vezes a cirurgias graves de saúde em outras pessoas. Mas, confesso que não tenho opinião formada sobre o tema.

GramadoTur

Os vereadores de Gramado deveriam votar projeto de repasse de R$ 2,5 milhões para a GramadoTur, entre ontem e hoje, em sessão extraordinária. O projeto entrou dia 17 na Câmara, mas a Prefeitura demorou sete dias para responder sobre algumas dúvidas dos parlamentares. Assim, o projeto ficou mesmo para 2021. É certo ficar para os novos vereadores tamanho compromisso. Coisa tão séria não se faz de afogadilho. E nem há motivos para isso. Era possível e necessário ver com muito mais antecedência essa falta de recursos para fechar o ano. Pagam a conta, ou não pagam, os funcionários da autarquia.

Pra acaba!

Aí quarta, dia 30, perto das 10h da manhã me vem a seguinte manchete: “Canela substitui show de fogos na virada por homenagem silenciosa”. Fiquei imaginando o casal de férias, pagando R$ 600 a diária combinando ir ali, assistir o espetáculo imperdível. Por isso eu escrevi acima o tópico “ano triste”. Já a grande mídia esquerdista se deleita…

Perguntinha

Você acha que o Fedoca é o pior prefeito que Gramado já teve?

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