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Impasse com os Capuchinhos

 

A informação de que o prefeito Daniel Guerra teria negado o direito de os freis Capuchinhos, juntamente com a Tua Rádio São Francisco, darem a tradicional bênção de Natal, na Praça Dante Alighieri, repercutiu mal nas redes sociais, nesta segunda-feira (23). No Facebook, o vereador Alberto Meneguzzi/PSB, por exemplo, lamentou a decisão. “O prefeito Guerra tem se notabilizado por este tipo de comportamento, ou seja, se acha o dono da cidade, das vias públicas, da praça. Já negou autorização para vários eventos importantes por ser um legalista extremado. Sinceramente, mais uma vez, não entendi quais as razões para que um evento deste porte não seja autorizado a ocorrer na Praça Dante”.

 

ARTICULAÇÃO

 

Já que o Executivo não articula, quem faz o trabalho dele é o Legislativo. Nesta terça (24), os vereadores Rafael Bueno/PDT e Adiló Didomenico/PTB estarão novamente, em Brasília, em busca de verbas para os hospitais caxienses. O pedetista, que preside a Frente Parlamentar de Defesa do Término das Obras de Ampliação do Hospital Geral, também viaja pelo Virvi Ramos e Pompéia. Desta vez, Bueno terá agenda com o deputado federal Marlon Santos/PDT. A finalidade é articular a liberação de R$ 700 mil ao HG.

 

PROTOCOLO NÃO É LEI!

 

Foi o que garantiu o presidente do Sindicato dos Médicos de Caxias do Sul, Marlonei Silveira dos Santos, em entrevista à Rádio Caxias. Conforme a resposta à interpelação encaminhada ao prefeito Daniel Guerra, cujo prazo venceu ontem, a intenção da entidade é entrar na Justiça, pedindo a revogação da portaria que instituiu o Protocolo de Enfermagem. “Os médicos têm a responsabilidade de algum resguardo e enfermeiros, se errarem, vão responder por isso. O prefeito tomou a decisão, mas não resguardou. A Prefeitura não pode defender funcionário que sofre algum problema no trabalho”, alertou.

 

CONVIVER TAMBÉM NÃO PODE MAIS

 

Um panelaço está marcado para as 9h desta terça-feira, em frente ao Centro Administrativo Municipal. O motivo é protestar contra o suposto desmonte do projeto Conviver, da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, que existe há 21 anos. O grupo de senhoras reivindicará audiência com o prefeito Daniel Guerra para entregar abaixo-assinado com 2 mil nomes. As participantes querem a volta de professoras que foram demitidas e a garantia da manutenção do projeto.

 

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