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Sindiserv questiona militarização

O Sindicato dos Servidores Municipais de Caxias (Sindiserv) emitiu nota posicionando-se contra o possível processo de militarização das escolas municipais. A entidade argumenta que o fato “fere os princípios constitucionais de escola pública, gratuita, democrática, com igualdade de condições de acesso e permanência, pautada no pluralismo de ideias e concepções pedagógicas”. A diretoria do Sindiserv alega ainda que os professores têm qualificação para desenvolver o aprendizado e que as escolas trabalham a cultura de paz, por meio do diálogo e da compreensão do meio onde vivem os estudantes. O sindicato também questiona a despesa que seria gerada com inclusão de militares na rede escolar. Dinheiro que, segundo a entidade sindical, “poderia ser aplicado em melhorias estruturais e capacitação dos professores”. “O Sindiserv esclarece que não é contra a Polícia Militar. A PM é uma instituição que tem a sua função bem definida na Constituição e deve ser respeitada, sendo uma de suas principais atribuições o combate ao crime e a atuação como força auxiliar aos demais órgãos de segurança”, esclarece.

 

CUMPRIU A LEI

Apesar de ter vetado o projeto, alegando falta de estrutura e vício de origem, Executivo parece ter aceitado a derrubada da medida pelo plenário do Legislativo e cumprir a lei de autoria do vereador Alberto Meneguzzi/PSB que determina a publicação dos atos de pessoal no Diário Oficial Eletrônico do Município. Na edição de ontem (15) foram publicadas várias portarias, como promoção de professores e designação de servidores para compor comissão de sindicância e de servidor-substituto. Este último é o caso do ex-diretor-presidente do Samae, Gerson Panarotto, para substituir a atual titular do cargo, Amarilda Bortolotto, durante o impedimento dela, segundo se sabe, por questões de saúde.

 

IDEIA ANTIGA

Não foi do nada que a vereadora Tatiane Frizzo/SD se uniu a Paulo Périco/MDB para protocolar o projeto que visa proibir a utilização de logotipos de gestão nos documentos oficiais do Município. A bandeira de luta consta no folder de campanha dela, em 2016. A intenção de levar a ideia ao plenário da Câmara denota que a matéria não surgiu agora, tendo em vista o prefeito Daniel Guerra ter utilizado o slogan de governo dele junto ao Brasão do Município.

 

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