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Polícia Civil contabiliza 128 prisões e quatro assassinatos em 2020

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GRAMADO – O delegado da Polícia Civil (PC) Gustavo Barcellos divulgou os números do trabalho da corporação relacionado a 2020. O ano finalizou com 128 prisões, com novembro registrando apenas duas e setembro sendo o mês com maior número de pessoas presas, totalizando 22. No ano passado entre os Boletins de Ocorrências feitos diretamente na Delegacia e os registrados de forma online, somam 4.003, sendo 2.828 na DP e 1.175 efetuado pela internet.

Gramado contabilizou quatro assassinatos no ano, sendo que um destes ainda permanece em investigação sem ter a confirmação e prisão do responsável. Trata-se do caso ocorrido no dia 24 de setembro, na rua Prefeito Nelson Dinnebier, Centro, quando a jovem Deyna Chayena Nunes da Silva, 29 anos, foi morta em um apartamento.

Conforme o registro policial na época, o apartamento estava alugado por temporada para três mulheres, a vítima e mais duas amigas. Na ocorrência também está informado que elas eram garotas de programa e que a vítima tinha marcado um encontro com um homem que não conhecia. As três mulheres vieram de Manaus, capital do estado de Amazonas. Como comparativo, em 2019, Gramado registrou apenas um assassinato.

O titular da Delegacia também divulgou os números relacionados a violência contra a mulher. No total, 132 ocorrências foram registradas no ano passado, sendo o mês de abril com quatro registros e dezembro o maior, somando 19. Nesta esfera houve uma redução de 20 casos em relação ao ano de 2019.

Quanto aos registros de Maria da Penha, Barcellos explicou sobre as oscilações de um determinado período e a relação com a época do ano nestes índices.“São diversos fatores, um deles o maior tempo de isolamento com as pessoas mais tempo em casa, muitas perderam emprego, enfim todas estas situações podem gerar atritos e isso, pode resultar em um número de ocorrências. Época do ano também influencia, como dezembro é um mês quente, sendo normal que haja aumento de pessoas que acabam indo a bares ingerir bebidas alcoólicas chegam em casa embriagados pode refletir em aumento. Evidente que estes não são os únicos fatores é uma série de variantes até mesmo o fato das vítimas procurarem mais a polícia”, avaliou.

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