Corações felizes vivem mais

Cidades

14 de novembro de 2017 às 12:40 hr
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O cirurgião cardiovascular e escritor Fernando Lucchese definiu o infarto, os acidentes cerebrais, o câncer e, o que classificou de epidemias, a aterosclerose, a depressão e a neurose, como os principais inimigos da longevidade. São males, segundo ele, que podem ser combatidos pela felicidade resultante de um estilo de vida mais saudável, que inclui os cuidados com o físico, o psíquico, alimentação, lazer, ambiente e espiritualidade. “Corações felizes duram mais. Para fazer seus corações durarem mais, busquem a felicidade”, afirmou em palestra na reunião-almoço desta segunda (13), na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC).

Ao também enfatizar a importância da solidariedade, Fernando Lucchese disse que ajudar faz bem ao coração, porque isso gera felicidade. Para o médico, espiritualidade e solidariedade caminham juntas. “Ajudar faz bem para o corpo, para a mente e para o espírito. Indivíduos solidários vivem em média sete anos mais. A saúde da alma conduz à saúde do corpo”, completou. Citou tristeza, raiva, inveja, medo, ódio, desespero, depressão, desânimo, frustração, culpa e o ato de não perdoar como as perigosas doenças da alma que adoecem também o corpo.

Lucchese disse que o século XXI está nos ensinando a viver, e a prova é que os profissionais da área da saúde estão se dando conta da importância da espiritualidade e religiosidade na recuperação dos pacientes. Revelou que hoje existem mais de 65 milhões de sites na internet que relacionam a medicina e a religião. “A busca da felicidade e da longevidade são os únicos compromissos do ser humano com a vida. Só quem se preocupa em fazer a felicidade dos outros alcança a sua própria felicidade”, frisou.

 

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