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Política

07 de dezembro de 2018 às 12:20 hr
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A pauta era grande na sessão legislativa desta quinta (6), dia em que estava programada a votação do projeto da Lei Orçamentária Anual. A matéria oriunda do Executivo foi aprovada, por unanimidade, pelo plenário da Câmara. O valor estimado pelo prefeito Daniel Guerra/PRB para 2019 é de R$ 2,05 bilhões. Deste total, a Administração Direta (Executivo) levará R$ 1,39 bilhão (70% da receita orçada). O restante foi distribuído à Administração Indireta. O Samae ficará com R$ 230 milhões; o Ipam Previdência com R$ 307 milhões; o Ipam Saúde com R$ 108 milhões; e a FAS com R$ 9 milhões. O projeto vai para sanção do chefe do Executivo, que poderá usar a caneta para vetar as emendas aprovadas em plenário.

 

A ARTE VEM PRÁ DESPERTAR

 

Este é o nome de uma campanha de valorização da cultura local, lançada nesta quinta (6), na tribuna do Legislativo, pela presidente do Conselho Municipal de Política Cultural, Cecília Pozza. Ela utilizou a tribuna por meio de acordo de lideranças partidárias. A campanha partiu de um stopmotion produzido pelo coletivo de artistas Caxinhos do Sul. Trata-se de um vídeo, que foi exibido no telão do plenário. No clipe musical, a letra da música alerta para a valorização da cultura local. Cecília afirmou que a campanha pretende conscientizar a sociedade e os políticos para a necessidade de valorizar e investir na produção cultural. “Espero que o espírito natalino tome conta do prefeito e que, no ano que vem, ele deixe de precarizar a cultura e invista mais na arte e nos artistas de Caxias. A produção cultural também é forma de desenvolvimento”, afirmou.

 

120 DIAS DE FÔLEGO

 

Este foi o prazo que a secretaria de Educação, Marina Mattielo, concedeu ao Clube de Mães Santa Rita de Cássia, do Bairro Desvio Rizzo, para permanecer na atual sede. A informação é da presidente da Comissão do Idoso, vereadora Gladis Frizzo/MDB. Na tribuna da Câmara, nesta quinta, ela relatou a reunião realizada, na terça (4), entre Executivo, comissão e integrantes do Clube. Segundo Gladis, o Executivo não aceitou nenhuma das cinco sugestões de prédios apresentadas pela comunidade para a instalação da escola de educação infantil, pretendida pelo Município. “Infelizmente, foi isso que nos falaram, que os prédios não têm estrutura para as escolinhas. Nem mesmo o da sede do clube, onde seria necessário investir R$ 500 mil para abrir a escolinha”, revelou Gladis.

 

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